Infoempreendedorismo no Brasil vai crescer

Você já ouviu falar dos infoempreendedores? O mercado de infoprodutores cresce sem parar. Em um país como o Brasil, onde a economia é sempre desafiadora e que lidera o uso das redes sociais, é uma das formas de empreendedorismo mais evidentes. A pesquisa Skills Outlook Employee View, da Pearson, divulgada há cerca de um mês, aponta que 80% dos brasileiros já preferem cursos online para qualificação profissional. Estamos falando de e-books, cursos gravados, mentorias, workshops e outros formatos que facilitam aos infoprodutores entregarem seu conhecimento e ajudarem mais pessoas a aprenderem algo – estamos falando aqui daqueles que vendem o que sabem e o que produzem, não dos influenciadores que são bancados por marcas. Segundo a consultoria Thinkimpact, os eBooks e os cursos online são as formas mais populares de infoprodutos, mas, é possível criar outros tipos de conteúdo educacional, desde webinars até consultas individuais. Estima-se que o mercado global de e-learning valerá impressionantes US$ 375 bilhões até 2026 – 43% deste mercado de aprendizado online está nos Estados Unidos, enquanto a Europa representa mais 35%. Apenas nos EUA, o período representou um aumento significativo nas vendas de e-Books, passando de 170 milhões de unidades vendidas em 2019 para 191 milhões em 2020. Os números continuaram a crescer em 2021 e 2022 devido à maior aceitação de livros digitais. A pandemia também tornou os webinars mais socialmente aceitáveis. Os principais criadores têm duas vezes mais probabilidade de usar comunidades online, e 85% dos principais criadores vendem mais de um produto ou serviço, de acordo com o relatório das tendências de eLearning da Thinkimpact. No mundo, o termo para esse negócio é infopreneur, e já vem sendo utilizado para definir o tipo de empreendedor que vende infoprodutos. No Brasil, ainda se usa o pouco o termo INFOEMPREENDEDOR, mas, o seu vizinho pode estar aí, fazendo negócio ou vendendo um curso. Aliás, grandes empresários já atuam neste mercado, como Nathalia Arcuri (Me Poupe!), Erico Rocha (Fórmula de Lançamento) e muitos outros que encontraram algum nicho e vendem o seu, ou algum, conhecimento. Também há diversos infoempreendedores locais que vem fazendo sucesso. Outro aspecto relevante desse mercado em ascensão é que acaba movimentando toda uma cadeia: agências de marketing digital, produtoras de podcast e vídeo, copywritters, meios de pagamento e empresas como a Hotmart e a Kiwify, entre outros prestadores de serviço. Resta agora pesquisar e entender profundamente esse mercado no Brasil. Com certeza gerará muitas oportunidades.

Empreendedora fatura R$ 40 mil por mês com roupas para mulheres negras

Valérie Alves, 35 anos, criou a grife Guettosa após dar à luz sua segunda filha. Marca oferece um catálogo com peças costuradas por mães moradoras do bairro da empreendedora A ideia da grife Guettosa nasceu dentro da cozinha da mãe de Valérie Alves, 35 anos. O momento era delicado: depois da segunda gravidez, ela tinha tentado uma recolocação no setor de varejo — área em que possuía mais de 10 anos de experiência —, mas percebeu que o mercado de trabalho não estava mais disponível para ela. Hoje, sua marca de roupas exclusiva para mulheres pretas veste nomes como Jojo Toddynho, Glória Groove, as gêmeas Tasha & Tracie e a ex-BBB Maria. O período em que foi em busca de trabalho acabou sendo revelador. “Entendi que precisava criar a minha própria oportunidade de trabalho e tirei o meu sonho de empreender do papel”, aafirma. “Sempre quis ter meu próprio negócio, mas comecei a empreender por necessidade, não apenas por um sonho”, diz. Em 2018, a empreendedora começou a costurar peças sob medida para mulheres pretas e a divulgar no seu perfil no Instagram. Ela usava como inspiração modelos que via em revistas norte-americanas de moda e de cultura preta. “A primeira peça que fez bastante sucesso foi um top glam de strass, bem brilhoso e glamoroso. Uma amiga foi falando para a outra, compartilhando nas redes e foram chegando influenciadores e artistas interessados. Percebi que estava atingindo meu público-alvo quando a Jojo Toddynho me mandou mensagem no Instagram perguntando qual era o valor da peça”, relata. A demanda começou a aumentar nos meses seguintes, assim em 2019 ela consolidou a Guettosa. A proposta é atender mulheres negras com roupas feitas com tecidos mais leves e finos, que possam ter um caimento perfeito. “Como a moda precisa ser inclusiva, faço do tamanho PP ao G3, plus size. Minhas clientes trazem muitas referências ‘gringas’. Elas adoram brilho, transparência e tule”, diz. Ela conta estava no auge do crescimento e já atuava de forma online quando a pandemia começou. “A crise não interferiu muito no nosso negócio”, afirma. Para ela, um dos maiores trunfos é que na periferia, as mulheres não se importam em pagar mais caro por um produto de qualidade. O catálogo da marca conta com vestidos, conjuntos, biquínis, macacões, tops e saias, tudo produzido por costureiras que são mães e moram no mesmo bairro de Alves, na periferia da zona leste de São Paulo. “O nosso principal foco são roupas para festa, para dar um rolê, para ir naquele date. Temos também algumas peças que são básicas, para o dia a dia. Mas sempre digo que as nossas roupas são feitas para você chegar a um local e arrasar”, afirma. Ela conta que percebeu que o negócio estava dando certo quando conseguiu contratar outras mulheres. “Vi que meu esforço estava dando resultando quando passei a empregar outras mães, pretas e de periferia como eu. Isso tudo me proporcionou um sentimento de gratidão e alegria.” O e-commerce da Guettosa atende todo o país e fatura R$ 40 mil mensais em média. “Também temos clientes fora do Brasil, em países da Europa. Mas nossas vendas são mais fortes na capital de São Paulo e no Rio de Janeiro, lugares em que temos planos de abrir lojas físicas”, afirma. O objetivo para este ano é alcançar receitas mensais de R$100 mil para atrair investidores e iniciar o processo de expansão. Capacitação ajudou no começo Para dar conta do próprio negócio, Alves foi estudar administração e criou seu planejamento financeiro. “Não cursei uma faculdade, mas a minha experiência no varejo foi uma grande escola. Tudo que aprendi e vivenciei no setor me ajudou no meu negócio. Como não foi suficiente, busquei especializações no Sebrae”, diz. Ela conta que também teve dificuldade para definir seu público-alvo e achar um diferencial. “Quando converso com mulheres que estão começando a empreender, sempre digo que o primeiro passo é saber exatamente o que elas querem. Para isso, é preciso determinação e planejamento. É pegar papel e caneta, programar cada passo, independente do serviço ou produto. Ter um diferencial e investir no atendimento ao cliente”, recomenda a empreendedora. “Você precisa gostar de lidar com as pessoas, senão seu negócio vai dar certo”, diz. Empoderamento Alves também ensina corte e costura para mulheres da comunidade que estão interessadas em aprender a atividade do zero. Com o intuito de fortalecer a autoestima e criar uma rede de mulheres empreendedoras, ela criou ao lado de Tasha, Tracie, Aniele e Stephani Mauricio, o coletivo de moda e ativismo Mulher Preta Independente da Favela. Segundo ela, o principal objetivo é fomentar o empreendedorismo da mulher preta da periferia. “O nosso intuito é ser uma rede de fortalecimento, queremos mostrar que elas podem ser o que quiserem, criando e administrando seus próprios negócios, acreditando em si mesmas. Queremos que elas passem a enxergar a potência da mulher preta”, finaliza. *Com informações do portal PEGN

Uber Direct expande serviços com foco em pequenas e médias empresas

Entregas expressas vão contar com opção de retornar mercadorias ao vendedor caso destinatário não seja encontrado e a possibilidade de agregar até 14 deliveries em uma única viagem A Uber anunciou nesta segunda-feira (17/4) a habilitação no Brasil da solução Uber Direct para pequenas e médias empresas. A ferramenta permite aos negócios contratar os serviços de motoristas parceiros para fazer entregas de seus produtos, com a possibilidade de retornar a mercadoria caso o destinatário não seja encontrado e agregar até 14 deliveries na mesma viagem. Segundo a Uber, a ferramenta pode ser habilitada online, sem a necessidade de entrar em contato com a equipe de vendas da Uber. A solução foi criada no início da pandemia, em abril de 2020, para atender clientes de grandes redes varejistas. Agora, a empresa decidiu expandir a ferramenta. “Os consumidores vivenciaram durante a pandemia que era possível receber muito rápido suas compras e agora priorizam essa opção. As entregas no mesmo dia, que antes eram uma exceção, hoje estão mais próximas de se tornarem a regra”, explica Suzana Castro, Head de Uber Direct no Brasil. O serviço ficará disponível para empresas de todas as cidades onde existe operação da Uber no país. Como usar? Para realizar o cadastro a empresa, pode acessar o site e preencher os dados solicitados. Em instantes, será possível acessar a área do usuário e solicitar as primeiras entregas. O Uber Direct também oferece a opção de integrar a API ao site de e-commerce da empresa, possibilitando a experiência de entrega totalmente automatizada. *Com informações do portal Pequenas Empresas Grandes Negócios

Pequenos e médios negócios online movimentam R$ 703MM no 1tri

Pequenos e médios e-commerce registraram um crescimento de aproximadamente 23% Os pequenos e médios e-commerce movimentaram cerca de R$ 703 milhões, o que representa um aumento de aproximadamente 23% em comparação ao mesmo período de 2022, quando registrou cerca de R$ 573 milhões. Os dados foram levantados com a base de lojistas brasileiros da plataforma para criação de lojas virtuais Nuvemshop, durante o período de janeiro a março de 2023. “Mesmo com os desafios econômicos no país e no mundo, os dados mostram que o e-commerce segue fortalecido no Brasil. O ambiente virtual permite que os lojistas atinjam seus clientes com mais facilidade e faz com que os pequenos e médios negócios consigam vender para todo o país, 24 horas por dia e 7 dias por semana. Além disso, as automações e evoluções constantes otimizam a experiência de vender, impactando em mais vendas para os lojistas e melhores compras para os consumidores”, diz Mylena Gama, especialista em e-commerce da Nuvemshop. Volume de vendas De janeiro a março de 2023, o volume de pedidos online chegou a quase 3 milhões, indicando um crescimento de cerca de 21% em relação aos três primeiros meses do ano passado (pouco mais de 2 milhões). No total, foram vendidos mais de 12 milhões de itens no e-commerce – 16% a mais do que no em 2022, quando foram comercializados 10,7 milhões de produtos. Além disso, o valor médio por compra chegou a R$ 243,60 no país (no ano passado, era de R$ 236,92). Meio de pagamento Segundo o levantamento, o Pix foi o meio de pagamento que mais cresceu no primeiro trimestre do ano, registrando 34% dos pedidos pagos – no primeiro trimestre de 2022, eram apenas 14%. Mas, o cartão de crédito foi o método mais utilizado no período, com 49,5% dos pagamentos. Cerca de 78% das compras foram realizadas via aparelhos móveis. Segmentos com melhor desemprenho Em relação aos segmentos mais vendidos, Moda liderou com R$ 255 milhões, seguido por: Saúde & Beleza (R$ 61 milhões) Acessórios (R$ 54,5 milhões) Casa & Jardim (R$ 32 milhões) Fonte: Exame.com

Tudo sobre empreendedorismo digital: o que é, vantagens e desafios

Empreender é uma prática que tem ganhado cada vez mais adeptos no meio digital, principalmente pela facilidade de começar uma empresa com pouco. Desde streaming de vídeos até programas de afiliados para vender cursos, há muitas possibilidades e os pequenos negócios apostam na digitalização de serviços para crescer. Mas o que é empreendedorismo digital? O que é preciso para investir nele? Quais são as vantagens dele e quais são também os desafios? Aprenda tudo sobre o tema a seguir.   O que é empreendedorismo digital? O empreendedorismo digital é o processo de criar um negócio ou empreendimento online, utilizando tecnologias digitais e a internet como principais ferramentas. Os principais formatos utilizados são cursos online, e-books, videoaulas, aplicativos, softwares e jogos. É um tipo de empreendedorismo que se concentra em aproveitar as oportunidades oferecidas pela era digital, como a facilidade de acesso à informação, a ampla rede de conexão e a capacidade de alcançar um grande público de maneira rápida e eficaz. Por que ter um empreendimento digital nos dias de hoje? O Brasil teve mais de 2 milhões de novas empresas abertas no primeiro semestre de 2022. Embora não signifique que todas as empresas sejam digitais, o investimento em um empreendimento digital corresponde a parte dos novos negócios. Atualmente, o empreendedorismo digital no Brasil tem sido buscado por diferentes fatores: negócio digital em alta, espaço para inovação, facilidade de impactar diversas pessoas e custos reduzidos. Entenda melhor essas vantagens. Negócio digital em alta O mercado digital está em constante crescimento, com cada vez mais pessoas utilizando a internet como fonte de informação e compras. Para se ter uma ideia, 82% dos brasileiros estão conectados, segundo uma pesquisa TIC Domicílios, divulgada em 2021. Isso torna o empreendedorismo digital no Brasil uma ótima oportunidade para quem deseja empreender e atingir um grande público nesse canal.   Espaço para inovação Vantagens do empreendedorismo online – Imagem: Shutterstock / Djile Quer saber como ganhar dinheiro com empreendedorismo digital? Então é preciso entender que esse ambiente permite uma grande flexibilidade para inovação, tanto em termos de produtos como modelo de negócio. Empreendedores digitais podem aproveitar as tecnologias emergentes para criar formas de atender às necessidades dos consumidores e desenvolver novas oportunidades de mercado. Facilidade de impactar diversas pessoas Com a internet, é possível atingir uma grande audiência, independentemente da localização geográfica. Isso significa que empreendedores digitais têm a oportunidade de impactar diversas pessoas, ampliando suas oportunidades de vendas e crescimento do negócio. Investimento inicial e custos operacionais mais reduzidos A criação de um negócio digital requer um investimento inicial muito menor do que um negócio físico. Além disso, os custos operacionais são menores, uma vez que não é necessário alugar um espaço físico e investir em estoque ou equipamentos. Isso torna o empreendedorismo digital no Brasil mais acessível para pessoas que desejam iniciar um negócio, mas têm recursos limitados. O que é preciso para começar no empreendimento digital? Há algumas habilidades necessárias de se ter antes de começar um negócio na internet. A flexibilidade, a resiliência, a criatividade e visão estratégica são algumas delas. Flexibilidade Em um ambiente digital, as coisas podem mudar rapidamente. Por isso, é importante que o empreendedor seja flexível e capaz de se adaptar às mudanças, aproveitando novas oportunidades e ajustando suas estratégias quando necessário. Resiliência O empreendedorismo online pode ser desafiador e frustrante em alguns momentos, principalmente no começo. Logo, é preciso ser resiliente e persistente. É importante ter a capacidade de lidar com o fracasso e seguir, aprendendo com as experiências para melhorar o negócio. Criatividade A capacidade de criar soluções inovadoras e criativas é essencial para se destacar em um mercado digital competitivo. Os empreendedores digitais precisam estar sempre buscando novas ideias e soluções para atender às necessidades dos clientes e superar a concorrência. Visão estratégica Quem quer saber como ganhar dinheiro com o empreendedorismo digital precisa ter uma visão estratégica clara sobre planejar e executar suas estratégias. Eles devem ser capazes de avaliar as tendências do mercado, identificar oportunidades e desenvolver um plano de negócios sólido que leve em conta os recursos disponíveis e os objetivos do negócio. Como escolher o melhor nicho de empreendimento digital? O empreendedorismo online oferece uma grande quantidade de oportunidades e isso pode gerar dúvidas sobre como escolher a melhor opção. O primeiro passo é observar o que você tem interesse em trabalhar. Feito isso, uma importante etapa é pesquisar sobre as tendências do mercado e analisar a concorrência. Você deve avaliar a demanda e a rentabilidade do nicho escolhido. Outro ponto é analisar se você possui as habilidades técnicas necessárias para criar e gerenciar um empreendimento digital em determinado nicho. Considere também a infraestrutura e os recursos necessários para desenvolver seu negócio. Quais são as áreas de atuação para quem quer empreender online? Os empreendedores digitais podem criar uma variedade de tipos de negócios, como lojas virtuais, aplicativos de software, plataformas de comércio eletrônico, serviços online, serviços de assessoria de marketing, cursos online, soluções de pagamentos e muitos outros. Tipos de empreendedorismo digital Como são muitas áreas, podemos trazer alguns tipos de empreendedorismo digital que são fortes no mercado para ficar de olho. e-commerce: empresas como Amazon e Mercado Livre muitas outras são exemplos de empreendimentos digitais de sucesso na área do comércio eletrônico. Essas empresas vendem produtos e serviços online e investem em estratégias de marketing e logística para atender seus clientes; criador de conteúdo: criadores de conteúdo em plataformas como YouTube, Instagram e TikTok têm se destacado como empreendedores digitais. Eles produzem vídeos, fotos, tutoriais e outros tipos para um público específico, e monetizam sua audiência por meio de publicidade, patrocínios e outros modelos de negócio; programas de afiliados: empreendimentos online que permitem que as pessoas ganhem dinheiro indicando produtos ou serviços para interessados. Empresas como a Hotmart têm programas de afiliados que permitem que as pessoas ganhem comissões por indicar produtos vendidos em suas plataformas. Como funciona a monetização? Além das vendas tradicionais, existem outras formas de monetização dentro do empreendedorismo digital. Entenda melhor sobre elas. Comissão A monetização por comissão é uma estratégia utilizada por programas de

4 ferramentas que auxiliam as MPEs e PMEs de forma simples com soluções unificadas

De acordo com os dados do Atlas dos Pequenos Negócios 2022, produzido pelo Sebrae, as PMEs são responsáveis por quase um terço do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Atualmente, são mais de 16 milhões de PMEs no Brasil, movimentando mensalmente mais de R$ 35 bilhões na economia nacional.   Já no setor de MPEs (Micro e Pequena Empresas) somente no primeiro semestre de 2022, foram criados 585,56 mil postos de trabalho formais no Brasil, o equivalente a 76% do total geral. Sendo responsável por 99% dos empreendimentos nacionais. Com um mercado tão aquecido e promissor, a Locaweb Company enxergou neste segmento a oportunidade de ofertar soluções integradas focadas na jornada de crescimento de seus clientes. E é isso que o segmento de Commerce SMB (Small e Mid-sized Business) da companhia busca entender e promover: ofertar ao mercado ferramentas que auxiliam os PMEs (Pequenas e Médias Empresas) em sua jornada de vendas online. Na última divulgação de resultados a Locaweb Company mostrou a força destes segmentos. Os dados de commerce da companhia mostraram que a divisão atingiu R$ 197,6 milhões de Receita Líquida, com crescimento de 87,1% em comparação ao mesmo período de 2021. E este crescimento está diretamente relacionado às importantes aquisições feitas pela companhia para atender esse público com soluções robustas e intuitivas, com o objetivo de facilitar a vida do empreendedor. Dentre tantas opções disponíveis no mercado, escolher qual a melhor plataforma para contratar nem sempre é uma tarefa fácil. Pensando nisso, vamos apresentar algumas soluções que auxiliam as PMEs de forma simples e unificada: Loja virtual integrada a mais de 600 marketplaces A Tray é uma plataforma robusta que oferece produtos e soluções exclusivas, integrações com os maiores marketplaces do país, além de uma interface amigável e 100% customizável. Ideal para todos os estágios do empreendedor online, fornecendo um ecossistema completo que atende desde o pequeno varejista até as grandes operações. A plataforma possui um ecossistema completo para uma loja virtual com mais de 20 Marketplaces e mais de 600 integrações, que busca tornar o ambiente de negócios de seus clientes ainda mais robusto e ampliando assim o leque de opções para os varejistas que utilizam a empresa para otimizar suas estratégias de marca, aquisições de tráfego, vendas e aquisições online. “Em meio a tantos desafios e tarefas cotidianas, é comum que alguns empreendedores encontrem dificuldades para olhar para seu e-commerce em cada detalhe. Por isso, a Tray tem uma plataforma moderna que oferece solução rápida e eficiente entre quem vende e quem compra, pensando em cada detalhe para que a jornada do cliente seja a melhor possível”, pontua Thiago Mazeto, CEO da Tray. Fretes mais acessíveis e clientes satisfeitos O frete é um dos principais fatores que definem a decisão de compra dos clientes. Entretanto, empresas menores, que não possuem contrato com transportadoras, acabam pagando a mais pela entrega, o que as prejudica na competição com as grandes marcas. O Melhor Envio é uma plataforma de intermediação logística que possui contrato com transportadoras e divide esse desconto com os lojistas. A plataforma, integrada com as principais transportadoras do país, oferece valores mais econômicos, além de serviços que facilitam a vida do empreendedor como o rastreio de encomendas, centros de distribuição e programas de vantagem. “Nosso objetivo é trazer agilidade, conforto e competitividade para os lojistas. Sabemos a importância que uma simples ferramenta pode ter quando falamos em otimização, seja de tempo ou financeira. O que fazemos, nada mais é do que usar a tecnologia que desenvolvemos para dar esse respiro aos empreendedores, seja ele micro, pequeno, médio ou grande, oferecendo todo o suporte na logística da loja online”, explica Éder Medeiros, CEO do Melhor Envio. Venda seus produtos e serviços pelas redes sociais com segurança A Bagy é uma plataforma de e-commerce focada em social commerce, que ajuda PME’s, pessoas físicas e influenciadores a montarem uma loja virtual de forma rápida e simples. Após o download do aplicativo, o usuário consegue criar uma loja em poucos minutos. É  cesó usar olular para cadastrar os produtos, tirar fotos, determinar os valores e ainda oferecer integração nativa com as principais redes sociais, em especial Instagram e Facebook, além do marketplace Mercado Livre. Suporte humanizado com plataforma intuitiva Plataforma para criação de lojas virtuais voltada a pequenas e médias empresas que tem como objetivo descomplicar o processo de implantação e gestão de uma loja virtual. Unindo design e tecnologia, em um painel intuitivo, a empresa facilita todas as etapas de cadastro e configurações básicas de um site de vendas, permitindo ao lojista criar, sozinho, um e-commerce com um visual profissional, em poucas horas. Mais informações: https://dooca.com.br/   “O propósito da Dooca sempre foi descomplicar o dia a dia do lojista. Ter uma loja virtual é uma tarefa desafiadora, ainda mais para os pequenos e médios empreendedores que acabam realizando diversas tarefas em paralelo. Com a Dooca esse processo de gerenciamento fica mais fácil e rápido, além de oferecer uma ótima experiência de compra para os clientes finais. Permitir que qualquer lojista sem experiência em tecnologia crie sua loja virtual sozinho, em poucos minutos e a gerencie facilmente, gerando vendas, é nossa missão de todos os dias.” explica Pedro Rabelo, diretor geral da Dooca.  

Sebrae e Amazon se unem para apoiar empresários de pequenos negócios no mundo digital

Entre os anos de 2019 e 2022, procura por conteúdos sobre mercado digital cresceu 220% no portal do Sebrae   Os empresários de pequenos negócios perceberam na prática que precisam entrar no mundo virtual para ganhar mercado. A corrida por um espaço no marketplace foi impulsionada pela Covid-19 e se consolidou como uma realidade. Apenas para se ter uma ideia, o consumo de conteúdos sobre mercado digital cresceu 220% no portal do Sebrae, somando 8 milhões de acessos entre 2019 e 2022. As ações do Sebrae realizada nos últimos anos para potencializar a transformação digital dos pequenos negócios beneficiou 601 mil clientes. Em um médio prazo, a meta prevê a presença digital de 1 milhão de negócios. Isso significa a atuação em muitas frentes, sendo uma delas com a Amazon cuja parceria terá como uma das entregas quatro lives sobre os temas casa e construção, artesanato, alimentos e bebidas e internacionalização. A Academia Amazon Sebrae tem o propósito de ampliar o acesso ao mercado digital para pequenos negócios. No ano passado, foram realizadas ações voltadas para o mercado de moda e beleza. Conforme explica, Ivan Tonet, coordenador de mercados e transformação digital, o trabalho é focado em permitir com que os pequenos negócios estejam aptos a utilizar os canais digitais (redes sociais, marketplaces, lojas virtuais entre outros). “Este esforço da estratégia de Mercado Digital busca facilitar o acesso dos pequenos negócios às diversas ferramentas e plataformas digitais disponíveis”, afirma. Apesar das lives possuírem temas específicos, Tonet explica que algumas dicas são uteis para qualquer negócio, pois são informações próprias do ambiente digital. Veja abaixo a programação das lives: Live – Casa e construção (27/04) “Venda materiais de construção na internet” será destinado aos pequenos negócios do setor de casa e construção. O evento on-line terá o objetivo captar inscrição para o workshop ao vivo e mais aprofundado promovido pela academia Amazon Sebrae. Live – Artesanato (01/06) Em junho, mês em que o Sebrae celebra a sustentabilidade e meio ambiente, será realizada a live de lançamento “Como vender artesanato na internet?”. O evento será destinado às unidades de produção artesanais vender seus produtos no marketplace. A ideia de usar o mês do meio ambiente se coaduna com o fato de que muitos trabalhos artesanais são feitos de materiais reciclados, que seriam descartados no meio ambiente ou usam materiais naturais sem gerar lixo como plástico e outros vilões da sustentabilidade. Live – Alimentos e Bebidas (27/7) Live – Internacionalização (24/9)   Saiba mais sobre a parceria Sebrae e Amazon aqui.   Fonte: Agência Sebrae

ImLog quer tornar a logística um assunto “sexy”

A logística sempre foi considerada um dos principais gargalos do comércio eletrônico no Brasil. Com a pandemia, os investimentos na área explodiram. A Sequoia Logística fez seu IPO. Varejistas e plataformas de tecnologia reforçaram suas operações com aquisições e captação de investimentos. Mas, apesar de enorme, o mercado ainda é muito “old school”. Pensando em como ajudar no banho de loja dos profissionais e tentar deixar o setor tão sexy quanto o mercado de tecnologia, 3 executivos com ampla experiência na área se juntaram para montar a edtech ImLog. A proposta é levar, por meio de imersões presenciais, cursos online e outros formatos, melhores práticas e conteúdos para quem atua na área – do motorista ao presidente. “Faltam pessoas capacitadas para olhar a logística com tecnologia, pelo ângulo do omnichannel”, diz João Cristofolini, fundador da Pegaki, que foi vendida para a Intelipost. O plano é fazer de 8 a 10 turmas presenciais por ano com um número de 30 a 40 pessoas em cada uma. Além das imersões presenciais, está nos planos criar programas online, investir na ideia de comunidade e também criar um canal de notícias focado no mundo da logística. Em um prazo de 3 anos, a ImLog espera atender 20 mil profissionais. “A gente não dá aula, gera provocação”, filosofa Patrick Rocha, fundador da dLieve, que foi comprada pela VTEX. Junto à dupla está Luiz Augusto Vergueiro, ex-Ambev e atual diretor senior de logística do Mercado Livre. “Não dá para viver só de startuperio. Tivemos que trazer um dinossauro”, brinca João. Além dos 3, a ImLog tem como investidores alguns executivos do mercado que também são mentores dos seus cursos. Na lista estão Rodrigo Calderaro, da Shopee); Alexandre Félix, da Loggi; Ana Blanco, vice-presidente da DHL; Marcelo Bernabe, da SBF-Centauro; Leandro Bassoi, da MadeiraMadeira; Guilherme Juliani, da MOVE3; Caio Reina, da Routeasy; e Fernando Sartori, da Uello. Nascimento da ImLog A história da ImLog começa em 2022, quando João e Patrick estavam pensando em seus próximos passos depois de deixarem as empresas que venderam. Nas conversas de como criar algo que não competisse com seus antigos negócios, eles chegaram à conclusão de que educação seria um espaço interessante e decidiram montar uma curso de imersão logística – daí o nome ImLog. A 1ª turma aconteceu no mês de março do ano passado com 10 mentores dando aulas por dois dias. Com o boca-a-boca gerado na estreia, veio a demanda para fazer mais. Desde então foram 6 turmas. Luiz conta que, além do pessoal do próprio mercado, começaram a aparecer pessoas de segmentos adjacentes, como profissionais do mercado financeiro interessados em aprofundar seus conhecimentos para acompanhar a área. Também vieram outros perfis bem menos óbvios. “Em uma turma apareceram 3 paraguaios da hidrelétrica de Itaipu querendo entender como melhorar a logística de peças de reposição dentro da própria usina”, lembra. Além das aulas, toda imersão conta com a apresentação de uma startup do setor, com o objetivo de fomentar o ecossistema. “Já saiu até investimento”, diz. Com o interesse pela proposta, o trio resolveu criar um negócio em cima disso. A história lembra muito a de um outro trio de fundadores que criou uma empresa de cursos focada em gestão e vendas. O trio ri da semelhança e garante que os valores da ImLog são bem mais acessíveis – pelo menos por enquanto. *Com informações do Portal Startups.com.br

Pequenos negócios ampliam presença digital para conquistar clientes

Levantamento feito pelo Sebrae aponta que o WhatsApp é usado por 74% das empresas e 94% das MPE que estão em alguma rede social já contam com perfil no Instagram Com o mercado cada dia mais competitivo e acelerado pelas transformações digitais, o uso das redes sociais como ferramentas de relacionamento, divulgação e vendas de produtos e serviços pela internet tornou-se realidade para os pequenos negócios de todos os segmentos. De acordo com levantamento inédito realizado pelo Sebrae, 57% das empresas possuem redes sociais ou websites com essa finalidade. Entre as microempresas (ME), esse percentual já alcança 66%. Na hora de oferecer serviços e produtos, os meios digitais também são utilizados por 65% dos empreendedores que contam com catálogos para divulgação on-line. Além disso, reservas ou vendas on-line são realizadas por 45% das empresas ouvidas. A pesquisa Transformação Digital nos Pequenos Negócios – Edição 2022 entrevistou 6.345 donos de pequenos negócios de todas as regiões do Brasil. Dentro desse universo estão microempreendedores individuais (MEI), além de donos de microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EP) que atuam nos setores do comércio, serviços e construção. “O que era uma tendência, hoje virou realidade. Qualquer empresário ou interessado em ser dono do seu próprio negócio precisa atuar no digital para ganhar visibilidade e ter mais resultados”, analisa o presidente do Sebrae Nacional, Carlos Melles. Redes sociais e vendas digitais Quando o assunto é vender pela internet, o WhatsApp foi apontado como a principal ferramenta de vendas digitais para 74% das empresas ouvidas. Em segundo lugar, com 42% estão as redes sociais, seguidas pelo site próprio, com 17%. “A redes sociais tornaram-se potentes canais de relacionamento e vendas que precisam fazer parte da estratégia do negócio, com uma gestão profissional, capaz de atingir resultados reais a partir de um objetivo bem definido”, acrescentou Melles. De acordo com o levantamento, a grande maioria dos pequenos negócios possui perfil no Instagram (94%), o que demonstra o crescimento considerável dessa rede social na promoção das empresas. Em 2018, na primeira edição da pesquisa, esse percentual era de 25%. O Facebook, por sua vez, ainda se encontra entre as plataformas mais utilizadas com 69%, com um crescimento de 20% nos últimos quatro anos. Por outro lado, as homepages e websites perderam a importância desde a última edição do levantamento, em 2018, e estão presentes em 27% das empresas pesquisadas, perdendo nove pontos percentuais. Com menor porcentagem entre as redes, o Twitter só atingiu 8% dos donos de pequenos negócios. Apesar de ser uma das plataformas de vídeo preferida pelos brasileiros, o YouTube ainda é pouco difundido pelas micro e pequenas empresas. Apenas 14% deles possuem canal nessa plataforma. Com a mesma porcentagem, o LinkedIn também é pouco utilizado pelos empreendedores pesquisados. Atendimento ao Cliente A edição 2022 da pesquisa destaca ainda que os empresários oferecem recursos de relacionamento e atendimento ao cliente digital em suas redes sociais ou websites. Entre as empresas ouvidas, 65% oferecem canal de contato do tipo Fale Conosco e 54% possuem espaço para queixas ou sugestões. “Quando se trata de atendimento on-line, os empreendedores devem ficar atentos ao comportamento do consumidor digital que é mais exigente em relação à prontidão do atendimento, variedade de meios de pagamento, entre outros quesitos”, conclui o presidente do Sebrae.

Com crescimento 11% acima do e-commerce, Grão de Gente fatura R$ 220 milhões

Empresa, que já tem dez anos no mercado, registrou um aumento de 13% nas vendas on-line Na contramão do e-commerce brasileiro, que cresceu apenas 2% em 2022, quando comparado ao ano anterior, segundo relatório produzido pela Nielsen|Ebit, a Grão de Gente, e-commerce especializado em enxoval para bebês e primeira infância, teve um aumento de 13% nas vendas e um faturamento de mais de R$ 220 milhões no ano passado. Para Gustavo Ferro, CEO da empresa, os brand lovers, pessoas apaixonadas pela marca, são a explicação para o crescimento da companhia acima do segmento. “Contamos com uma comunidade de seguidores engajados nas nossas redes sociais, que amplificam o alcance da marca, o velho e bom boca-boca, que, juntamente com o nosso maior diferencial, que são as coleções exclusivas da Grão de Gente, fazem com que sejamos destaque no mercado. Além disso, trabalhamos diariamente para estarmos sempre conectados com nosso público, não apenas com a venda de produtos, mas oferecendo conteúdo relevante e de qualidade para os consumidores. A ação mais recente foi a criação da websérie “Diário de uma mãe na Noruega”, uma parceria com a atriz Shirley Cruz”, explica o empreendedor. Com o bom desempenho diante do mercado, os planos do CEO são ainda mais audaciosos para 2023. A Grão de Gente, que está a mais de uma década atuando e investindo constantemente, terá, ainda neste trimestre, a primeira unidade física, que será inaugurada na cidade de Santos. A expectativa com isso é um faturamento mais expressivo, entre 20% e 30%. “Nossos fãs em breve vão poder contar com uma experiência omnichannel, já que nossa loja no Praiamar Shopping, em Santos, será totalmente conectada e, por ela, vai ser possível comprar por autoatendimento ou com os vendedores”, celebra entusiasmado Gustavo Ferro. Atualmente a marca conta com uma presença massiva nas redes sociais, somando mais de 4,6 milhões de seguidores e é a empresa mais acessada entre as opções de sites de vestuário infantil e brinquedos, com um total de 22% SoT (Share of Trafic), tráfego total dentro da categoria infantil, ficando a frente de outras marcas já consolidadas como Tricae (17,9%) e Ri Happy (16,9%). Sobre Grão de Gente Criada em 2012, a marca é um e-commerce especializado em produtos para bebês e primeira infância. São mais de 50 mil itens no portfólio, com coleções capazes de solucionar as necessidades de mães e pais. Diariamente são enviados cinco mil produtos para todo o Brasil e mais de duas mil vendas são concluídas na plataforma. Com mais de 4,6 milhões de seguidores no Instagram e 5 milhões no Facebook, a Grão de Gente é a marca que mantém o segundo maior engajamento nas redes sociais.

Entenda a importância do mobile marketing para as marcas brasileiras

Em um mundo em constante evolução e rápido crescimento, em que  as pessoas estão sempre em movimento, o celular é a opção preferida para interagir na internet, fazer compras e se comunicar. O mercado brasileiro vem sendo líder no uso de tecnologia móvel há muitos anos e, por isso, as marcas devem ter em mente a importância das estratégias de mobile marketing para atingir efetivamente os consumidores brasileiros. Isso se torna cada vez mais evidente à medida que a economia do País continua aumentando e mais pessoas têm acesso à tecnologia móvel. Como o celular está sempre à mão, não é de se estranhar que 80% do tráfego online aconteça por meio desses dispositivos. Empresas que visam se comunicar de forma mais eficiente com seus clientes e potencializar suas receitas estão apostando no mobile marketing. Tal estratégia oferece às marcas a oportunidade de alcançar os consumidores em um nível pessoal, com mensagens e conteúdos adaptados aos seus interesses e preferências individuais. Assim, podem criar fidelidade, impulsionar o engajamento e, por fim, aumentar as vendas. Esse cenário é bastante promissor, principalmente para o varejo. Com a ajuda de martechs (empresas de marketing digital), as companhias podem atingir seu público-alvo com maior precisão, usando ferramentas como SMS, Rich Communication Service (RCS) e WhatsApp. O marketing de mensagem de texto é a “chave”, pois possui altas taxas de abertura, em comparação com o e-mail mais “tradicional”, é econômico e uma das formas mais diretas de se comunicar com os consumidores. Por meio das ferramentas de automação de mobile marketing que as martechs oferecem, os varejistas podem realizar campanhas personalizadas e direcionadas, alcançando os consumidores finais exatamente onde eles passam a maior parte do tempo — no celular — no momento certo. As marcas também podem usar essa tecnologia para criar programas de fidelidade, oferecer descontos, fornecer brindes e rastrear comportamentos e preferências dos clientes, criando conteúdo personalizado para eles com base em seus interesses, respeitando sua privacidade. Mas uma das maneiras mais eficazes de aumentar as vendas é eliminando as taxas de abandono de carrinho das lojas online, que corresponde a quase três quartos (69,82%) das compras no ambiente digital. As ferramentas de mobile marketing podem ajudar no reengajamento dos consumidores e impulsionar ainda mais as vendas, oferecendo incentivos aos usuários para finalizar suas aquisições. Tais artifícios permitem aos anunciantes segmentar usuários por meio de campanhas multicanal, ao mesmo tempo em que combina o poder de vários recursos em uma solução, incluindo criação de conteúdo, automação de campanha, análise de dados, insights de público, prevenção de fraudes em anúncios e capacidade de gerenciamento do canal. Assim, é possível garantir a melhor experiência e jornada do cliente, padronizando as interações de acordo com a personalidade e as necessidades do usuário e permitindo que as marcas façam campanhas de marketing altamente eficientes e eficazes. O resultado é de três vezes mais conversões e o dobro do engajamento do consumidor quando comparado às campanhas digitais tradicionais. *Por Patrick Marquart, diretor de Vendas Corporativas da Upstream, especialista global em tecnologia de mobile marketing

MPEs do PA relatam dificuldade de acesso a crédito, enquanto Americanas captou e está devendo

O jornal O Liberal, do Pará, noticiou esta semana (leia aqui) que os bancos públicos e instituições estatais de fomento da região Amazônica figuram como alguns dos maiores credores das Lojas Americanas, na lista de dívidas da empresa. Entre esses credores está o Banco da Amazônia (Basa), para quem a marca deve mais de R$ 103 milhões, e sequer conseguirá saldar essa dívida, diz o jornal. Ao mesmo tempo, Micro e pequenos empresários da região têm dificuldade de conseguir crédito junto às instituições financeiras, especialmente públicas, como é o caso do Basa, mesmo em programas de incentivo. O presidente da Federação das Micro e Pequenas Empresas do Estado do Pará (Femicro-Pará), Valber Cordeiro, diz que, hoje, em todo o Estado, há mais de 640 mil micro e pequenas empresas, responsáveis por mais de 60% dos empregos formais de que o Pará dispõe. Mesmo assim, é muito difícil, segundo ele, o segmento conseguir acesso a crédito por meio das instituições bancárias. “Nós queremos facilidade de acesso ao crédito e juros subsidiados. Não tem por que os bancos cobrarem de uma micro e pequena empresa uma taxa compatível a de uma empresa grande. É necessário que esses juros sejam bem pequenos para facilitar o acesso e, principalmente, o pagamento das dívidas, pois, caso contrário, o micro e pequeno empreendedor vai acumular dívidas, pegar empréstimo e não conseguir pagar, aumentando ainda mais a inadimplência que existe no País. Então, nós somos favoráveis a que seja feita uma política de acesso ao crédito e uma política de juros subsidiados e talvez até com carência para iniciar o pagamento, para que o pequeno negócio possa sobreviver”, destacou cordeiro ao Liberal.

E-commerce brasileiro cresceu 2% em 2022, revela Nielsen|Ebit

O e-commerce no Brasil cresceu 2% em 2022, de acordo com relatório produzido pela Nielsen|Ebit. O crescimento tímido foi impulsionado pelo primeiro semestre, que observou alta de 6%, em comparação com mesmo período do ano anterior. Os últimos seis meses do ano foram marcados por uma queda de 2%. A taxa que mede a contribuição de cada um dos meses no crescimento total do comércio eletrônico em 2022 apontou que janeiro contribuiu em 87%, e fevereiro, em 71%. Maio também foi um mês de destaque e contribuiu em 23%, sendo esses os três meses mais importantes para o crescimento do e-commerce no ano de 2022. O segmento de Perfumaria e Cosméticos foi destaque em 2022. Reprodução/ Pixabay Na análise que avalia o crescimento de cada mês em comparação com o mesmo período no ano anterior, janeiro teve alta de 20%, enquanto fevereiro cresceu 18%. Nesta mesma comparação, maio teve um desempenho menor, de 4%. “Os resultados, em geral, demonstram desaceleração do crescimento do e-commerce no Brasil. Isso ocorre porque vivemos um momento em que há uma retomada do comércio presencial, com o fim definitivo do isolamento social durante a pandemia no Brasil, além de um ambiente com inflação e juros altos. Mesmo assim, o crescimento de 2% ainda representa relevância e estabilidade do setor”, analisa o head de e-commerce da Nielsen|Ebit, Marcelo Osanai. Categorias no e-commerce Segundo o levantamento, o segmento que teve maior destaque de crescimento em GMV na comparação entre 2022 e 2021 foi o de Perfumaria e Cosméticos, com crescimento de 21,2%. O setor se distanciou em quase 5 pontos percentuais do segundo colocado — Pet Shop, com 16,3%. Em seguida, ficou o segmento de Eletrônicos com 10,5%, e Casa e Decoração (9,6%). Ainda de acordo com a Nielsen|Ebit, em volume de pedidos, o grupo de Alimentos e Bebidas teve um desempenho estrondoso, com alta de 71,7%, em relação a 2021. O segmento de Perfumaria e Cosméticos também visualizou alta, com crescimento de 22,8%, no mesmo período de comparação.

Americanas: o que muda para fornecedores com recuperação judicial

Empresa entrou com pedido em caráter de urgência nesta quinta-feira (19/1) Pouco mais de uma semana depois do estouro da crise da Americanas, que revelou um rombo de R$ 20 bilhões e culminou na saída do ex-CEO, Sergio Rial, a varejista entrou com o pedido de recuperação judicial, em caráter de urgência, na 4ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro, no valor de R$ 43 bilhões. A princípio, a empresa teria trinta dias para avaliar a decisão, que foi antecipada após o cerco que a varejista enfrentou de seus principais bancos credores. De acordo com comunicado enviado pela empresa, a Americanas continuará operando “normalmente dentro das novas regas da recuperação judicial, cujo um dos objetivos principais é a própria manutenção de empregos, pagamento de impostos e a boa relação com seus fornecedores e credores e investidores de forma geral.” A Americanas ainda diz que conseguiu negociar com acionistas para manter a liquidez, de forma a assegurar esses compromissos, e pede por “engajamento” de todos os colaboradores, e “principalmente dos fornecedores com quem temos relações históricas”. O pedido ainda deve ser submetido à assembleia-geral da companhia, em data a ser anunciada. O que muda? Na prática, os administradores e controladores continuam à frente da Americanas, no entanto, algumas reestruturações podem ocorrer. “Pode haver corte de postos de trabalho, fechamento de lojas e até mudanças em sua estrutura societária”, explica o advogado Filipe Denki, sócio do Lara Martins Advogados e diretor da comissão de Recuperação de Empresas e Falência do Conselho Federal da OAB. Até a homologação do pedido de recuperação judicial, os débitos anteriores não devem ser quitados. De acordo com o advogado Fernando Brandariz, advogado especializado em recuperação judicial e presidente da comissão de Direito Empresarial da OAB Pinheiros, no plano apresentado pela empresa devem constar a data e os débitos existentes com todos os credores. “Após o pedido de recuperação judicial e sua aprovação, todos os pagamentos deverão ser honrados em suas datas”, diz. Fornecedores vão deixar de receber? Denki explica que os empreendedores fornecedores precisarão fazer uma separação sobre o que é sujeito à recuperação judicial e o que não é sujeito. “Todas as dívidas anteriores à data do pedido de recuperação judicial vão ser submetidas, com algumas exceções previstas na lei, e nesse caso os fornecedores receberão conforme o plano de recuperação judicial apresentado pelo grupo Americanas. Já os fornecedores que continuarem fornecendo, após o pedido de recuperação judicial, receberão as obrigações normalmente e terão tratamento prioritário em caso de falência”, explica. Em fato relevante publicado nesta quinta-feira (19/1), a empresa assegura a manutenção de pagamentos a fornecedores. “A Companhia manterá seu esforço na busca por uma solução com os seus credores, para manter seu compromisso como geradora de milhares de empregos diretos e indiretos, amplo impacto social, fonte produtora e de estímulo à atividade econômica, além de ser uma relevante pagadora de tributos.” Vendedores do marketplace serão prejudicados? Brandariz diz que os vendedores de markeplace passaram a ser credores, diante da crise, e podem sofrer as consequências. “Mas tudo vai depender essencialmente do plano de recuperação judicial que será apresentado. É possível que no plano conste que esses vendedores serão pagos em dia”, pondera. Os funcionários do grupo, entretanto, devem receber os pagamentos em dia. “Os eventuais débitos trabalhistas deverão ser pagos no prazo máximo de um ano, podendo ser estendido em até dois anos desde que atendidos alguns requisitos legais, como apresentação de garantias julgadas suficientes pelo juiz e a aprovação pelos credores desses créditos”, afirma Brandariz.   Franquias como Imaginarium, Puket e Americanas Delivery podem ter modificações? O plano de recuperação judicial aprovado pode prever a venda de empresas que tenham sido adquiridas pelo grupo nos últimos anos, como o Grupo Uni.co, dono da Imaginarium e Puket, bem como ativos imobiliários do grupo, com o objetivo de pagar os credores. “Pode, inclusive, acontecer de o valor arrecadado com possíveis vendas ir direto para os credores, a fim de garantir pagamentos”, explica Brandariz.  Fonte: PEGN – Pequenas Empresas Grandes Negócios /reportagem: Paulo Gratão

11 ferramentas para vendas online que ajudarão as PMEs a competirem com as grandes marcas em 2023

Tecnologias inovadoras facilitam a vida de quem trabalha na internet e impulsionam as vendas dos pequenos negócios digitais   Sabemos que a pandemia foi o grande fator que tornou a digitalização dos serviços uma realidade. Enquanto as grandes empresas já estavam de olho no potencial da internet, as pequenas e médias ainda relutavam. Com as restrições de isolamento, elas não viram escolha e tiveram que se adaptar rapidamente ao novo mundo. Segundo um estudo produzido pela Microsoft e Edelman, 93% das PMEs brasileiras aceleraram seu processo de transformação digital durante a pandemia. Isso porque, ao mesmo tempo em que as marcas estavam se transformando, novas tecnologias foram  surgindo e se adaptando, tornando ainda mais fácil e otimizado para as empresas que não são gigantes acessarem o universo online.   Com isso, o período garantiu aos empreendedores clientes mais exigentes e educados, que não pretendem deixar o digital para trás. Felizmente, não foi só a cobrança do público que aumentou, mas também as possibilidades de ferramentas úteis e inovadoras, que ajudam a impulsionar os negócios. De olho nas PMEs, separamos algumas dessas tecnologias que facilitam as vendas online e ajudam na competição com as grandes marcas. Confira:   Melhor Envio – Plataforma que oferece fretes mais acessíveis  O frete é um dos principais fatores que definem a decisão de compra dos clientes. Entretanto, empresas menores, que não possuem contrato com transportadoras, acabam pagando a mais pela entrega, o que as prejudica na competição com as grandes marcas. O Melhor Envio é uma plataforma de intermediação logística que possui contrato com transportadoras e divide esse desconto com os lojistas. A plataforma, integrada com as principais transportadoras do país, oferece valores mais econômicos, além de serviços que facilitam a vida do empreendedor como o rastreio de encomendas, centros de distribuição e programas de vantagem. “Nosso objetivo é trazer agilidade, conforto e competitividade para os lojistas. Sabemos a importância que uma simples ferramenta pode ter quando falamos em otimização, seja de tempo ou financeira. O que fazemos, nada mais é do que usar a tecnologia que desenvolvemos para dar esse respiro aos empreendedores, seja ele micro, pequeno, médio ou grande, oferecendo todo o suporte na logística da loja online”, explica Éder Medeiros, CEO do Melhor Envio.   Bling – Sistema de gestão que proporciona soluções para micro, pequenas e médias empresas Além de ter como objetivo facilitar a vida de empreendedores dos mais variados segmentos, o Bling se destaca por proporcionar integração com as plataformas de e-commerce, social commerce e marketplaces de maior relevância do mercado. Além disso, o Bling oferece aos clientes vários serviços essenciais para a gestão de uma empresa, como a emissão de notas fiscais, o controle de estoque, conta digital, integração com os Correios, frente de caixa, aquisição de certificado digital e ordem de produção e muitos outros. Desta forma, empreendedores, sejam eles micros, pequenos ou grandes, podem centralizar todas as operações administrativas e financeiras em um único sistema robusto, seguro e que possibilita a melhoria na gestão de desempenho e econômico do negócio. Devido a quantidade de canais de informações disponíveis hoje, Marcelo Navarini, Diretor do Bling, destaca que o consumidor está cada vez mais exigente, já que possui mais ferramentas tecnológicas para fazer comparações de produtos e serviços das mais variadas marcas: “Entendemos que empreendedores que contam com um sistema de gestão eficiente já larga na frente na hora de conquistar e fidelizar o cliente, já que a ferramenta é capaz de reunir as informações e os dados de todas as áreas das empresas no mesmo sistema. Por isso, buscamos oferecer um serviço sem burocracia, afinal, desde o início, nosso principal objetivo é simplificar os processos de empreendedores para que estes possam direcionar seus esforços para o desenvolvimento e a entrega de seus produtos e serviços”.   Ewally – Embedded Finance e Split de Pagamentos ampliam opções a lojista e consumidor Instituição de pagamento especializada em Embedded Finance, a Ewally permite que qualquer varejista se torne um banco digital. Com sua tecnologia para Banking as a Service, a empresa desenvolve sistemas completos para transformar qualquer loja em um banco digital de infraestrutura completa, que inclui depósitos, saques, cartões, transferências por TED e DOC, pagamentos por QRCode, boletos, além de envio e recebimento de Pix. O lojista também pode oferecer ao consumidor diversas opções de parcelamento das compras, além de cashback e programa de pontos. Aos marketplaces, a fintech também disponibiliza o Split de Pagamentos, tecnologia responsável por dividir o valor imediatamente após a compra, destinando o equivalente a cada parte (fornecedor, distribuidor e plataforma de vendas). O objetivo da ferramenta é ampliar a segurança e garantir o pagamento de recebíveis a todos, disponibilizado em contas white label estruturadas pela Ewally. Além de ágil, a estratégia evita múltiplas tributações.   TrafficGuard – empresa que evita fraudes em campanhas digitais Com atuação global, a TrafficGuard conta com tecnologia própria de inteligência artificial para mensuração e verificação da jornada do anúncio (desde impressões e cliques a conversões), evitando o desperdício de investimentos. Com a utilização de inovação e machine learning, previne, em tempo real, perdas por fraude e tráfego inválido em anúncios digitais antes que esses problemas afetem a performance das campanhas em diferentes canais de mídia, como Google Ads, Facebook Ads, redes mobile e afiliados. Para testar a TrafficGuard por 30 dias gratuitamente e driblar os cliques fraudulentos de campanhas digitais, basta acessar o site e realizar o cadastro.   KingHost – empresa que oferece criação e hospedagem de site e e-mail profissional A KingHost é uma empresa que investe na diversificação do portfólio para simplificar a relação com a tecnologia de pessoas com ou sem conhecimento técnico. Oferece serviços que incluem hospedagem e criação de sites, e-mail profissional e registro de domínio. A marca oferece as principais soluções digitais para que os empreendedores alavanquem os resultados de suas empresas.   MadeinWeb – Inteligência Artificial (IA) voltada para negócios A MadeinWeb é uma provedora de serviços de TI, com mais de 20 anos de atuação no setor de tecnologia. Como parceira das empresas, possui a capacidade de entregar projetos sob medida para os

61% dos brasileiros compram mais pela internet do que em lojas físicas

Mesmo com a desaceleração econômica em todo o mundo, o varejo online continua ganhando destaque como uma fonte de vendas constantes. Mais do que nunca, os consumidores demandam comodidade, e os comerciantes correm para aprimorar o atendimento e oferecer uma maior variedade de produtos. Para mapear as tendências que afetarão diretamente os negócios no próximo ano e entender as transformações do consumidor, a Octadesk, em parceria com a Opinion Box, preparou o anuário E-commerce Trends 2023. Com a participação de mais de dois mil consumidores, o estudo mostra que 61% dos brasileiros preferem realizar compras online ao invés de se dirigirem às lojas físicas. Ou seja, em média, a cada cinco pessoas, três adquirem algo pelo e-commerce. Segundo Rodrigo Ricco, CEO da Octadesk, mesmo diante de um cenário positivo, é preciso estar atento às novidades, especialmente para quem quer se aventurar no comércio digital. “Neste material, vimos que preço e praticidade foram os principais fatores que impulsionam o varejo online. 73% dos entrevistados afirmaram que nas lojas online é possível encontrar preços mais baixos do que nas lojas físicas. Já 72% contam que a praticidade de comprar sem sair de casa é o principal ponto. Além disso, promoções que só se encontram na internet (69%), facilidade para comparar preços (63%) e maior variedade de produtos (55%) também foram listados”. Ricco completa que a experiência de compra está ligada aos principais fatores que influenciam o cliente na tomada de decisão. “Além das questões financeiras, é fundamental garantir uma experiência positiva em toda jornada virtual. O processo de compra precisa ser fácil e prazeroso, buscando oferecer uma boa experiência desde a navegação na loja, a descrição do produto, passando pela agilidade no caso de necessidade de atendimento”. Diante de um cenário de crescimento nas compras online, outro destaque é a frequência da prática: mais de 40% dos participantes afirmaram comprar online mais de uma vez por mês – variando de uma a várias vezes por semana. Além disso, o anuário mostra que os canais de atendimento também influenciam o consumo do público. “Isso acontece porque a qualquer momento o cliente pode precisar entrar em contato com a empresa, seja para tirar uma dúvida, fazer uma reclamação ou oferecer sugestões”, comenta Ricco. Neste cenário, o chat online foi o favorito com 39%, em seguida apareceu o WhatsApp (28%) e em terceiro, as redes sociais (12%). “Vale destacar que, de todos os canais citados, os consumidores tiveram menos preferência pelo e-mail, com apenas 5% dos votos. Por isso, é interessante ficar de olho no que está em alta e, principalmente, no que não favorece as estratégias do seu negócio, para manter a competitividade no mercado”, completa o executivo. Se antes, acreditava-se que algum produto não teria uma boa performance no online por conta de limitações, hoje, o estudo mostra que o e-commerce evoluiu a ponto de minimizar os principais atritos. Com ajuda de tecnologia de Realidade Virtual e Realidade Aumentada ou até mesmo com a logística reversa, os segmentos que apresentam melhor performance de vendas no ambiente virtual foram roupas (60%), eletrônicos (49%), calçados (47%), eletrodomésticos(42%) e artigos de beleza (41%). “Investir em preços competitivos, na praticidade e em promoções pode ajudar a fazer com que o seu e-commerce se destaque no nicho de atuação. Assim, é possível garantir que os consumidores escolham e consumam o seu produto ou serviço”, finaliza Ricco. Para saber mais, acesse o E-commerce Trends 2023   Fonte: Portal E-commerce Brasil, com reportagem de Dinalva Fernandes

Loja de lingerie fatura 900% a mais em 2 anos com brinquedos

Tanise Figueiredo, 60, e a filha Bárbara Bastos, 29, abriram em 2015, no Rio, a Désir Atelier, uma marca de lingeries. Em 2018, trouxeram produtos eróticos de uma viagem para São Paulo, especialmente vibradores, para vender na loja. Após dois anos, o faturamento havia saltado de R$ 10 mil para R$ 100 mil por mês. No início da Désir Atelier, em 2015, era Tanise quem desenhava as peças de lingerie (camisola, macaquinho e baby doll). Fazia tudo manualmente, de forma artesanal, diz a filha. Tanise é formada em design de moda. As vendas eram feitas via e-commerce e em feiras do setor. O investimento inicial foi de R$ 25 mil. Em 2018, abriram a loja na Barra da Tijuca e viajavam com frequência a São Paulo para comprar tecidos para a produção de lingeries. “Não sabíamos como seria com a pandemia. Foi em uma dessas viagens que pensamos em agregar algum produto na Desir. E foi minha mãe que trouxe a ideia de sex shop”, declara Bárbara. As duas foram a uma feira erótica, em São Paulo, onde compraram os primeiros vibradores e gel cosméticos. Hoje, os sex toys representam 80% das vendas. As lingeries vendidas pela Désir Atelier não são mais produzidas artesanalmente; são revendas de outras marcas. Para Juliana Segallio, consultora de negócios do Sebrae-SP, as vendas de brinquedos eróticos podem ter crescido na Désir Atelier devido a um conjunto de fatores: bom relacionamento da empresa com os clientes, mercado do sex shop aquecido e fortalecimento do canal do e-commerce na pandemia. “Eles tiveram uma visão de oportunidade muito bem aproveitada”, declara. Ela diz, no entanto, que toda inovação deve passar pelo levantamento de custos, análise de riscos e teste para a aceitação da clientela. “É preciso ter pé no chão sempre”, afirma. “Toda empresa deve fazer ações para testar a aceitação dos seus produtos e qualquer outra novidade junto à sua clientela. Também não deve esquecer de capturar novos consumidores”. Em 2021, o faturamento foi de R$ 1,2 milhão. A loja continua vendendo lingeries, mas os “sex toys” representam 90% das vendas. Hoje a loja, na Barra da Tijuca (Rio), vende cerca de 430 vibradores por mês. Segundo Bárbara, a maior parte das vendas é para novos clientes. Para manter o interesse dos clientes, a loja oferece dezenas de modelos de brinquedos eróticos.   Fonte: com informações do Portal UOL

Quase 30% dos pequenos negócios brasileiros ainda não vendem por meios digitais

Que as compras virtuais foram incorporadas na rotina dos brasileiros todo mundo já sabe. Mas como funcionará o e-commerce do futuro? Quais são as principais tendências de consumo digital? O Brasil comporta hoje mais de 215 milhões de habitantes, com 77% dessas pessoas tendo acesso à internet e podendo ser convertidas em potenciais consumidores. Apesar dessa constatação, levantamentos feitos pelo Sebrae mostram que ainda há uma parcela significativa dos pequenos negócios que ainda não digitalizaram o seu modelo de negócio. Dados de pesquisas feitas pela instituição, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), apontam que das 19,5 milhões das micro e pequenas empresas brasileiras aproximadamente 27% (5,3 milhões), ainda não entraram para o mercado digital, não usam redes sociais, sites ou aplicativos para vendas. De acordo com o coordenador de Mercados e Transformação Digital do Sebrae, Ivan Tonet, antes de falar em tendência é preciso entregar o básico. “Fazendo o arroz com feijão bem-feito já é possível obter bons resultados. Como está a sua loja virtual? Você tem um site, uma página nas redes sociais bem atrativa?”, questiona. Tonet destaca ainda a importância de se valorizar a experiência de compras pelo celular. Segundo ele, o comportamento do consumidor mudou e as pessoas compram com seus smartphones de onde estiverem. “O mobile representa 53% das vendas digitais nacionais, gerando receita de R$ 95,5 bilhões, no ano passado”, indica. Outra tendência é que os consumidores usem cada vez mais os aplicativos das lojas. “60% das compras foram feitas diretos em apps, ou seja, o consumidor quando quer um produto já está indo direto na loja de sua preferência, sem fazer buscas no Google”, acrescenta. Explorar as redes sociais como forma de atração e vendas com menos fricção é fator decisivo para performar bem nas vendas digitais. Micro e pequenos negócios nas áreas de moda, beleza, decoração, saúde e eletrônicos podem investir em boas imagens para montar sua vitrine virtual. “Tem jovens buscando looks do dia no Instagram ou restaurantes para almoçar no Tik Tok. Todas as vezes que percebemos essas mudanças de comportamentos temos que enxergar também as possibilidades de produzir conteúdo para vender”, afirma o coordenador. Para quem ainda não entrou no universo das vendas digitais, Tonet recomenda buscar a orientação do Sebrae. “Temos, por exemplo, o Sebraetec, onde o empreendedor pode fazer sua loja virtual com condições facilitadas. E disponibilizamos uma série de conteúdos e estratégias voltados aos marketplaces com os quais o Sebrae tem parceria como Magalu, Amazon e Mercado Livre”, exemplifica. Por fim, Ivan Tonet revela quais são os fatores de decisão dos consumidores mais frequentes no momento da compra nessas grandes redes. “Não é só preço, ele também observa a avaliação da loja parceira, tempo de entrega e números de pedidos. Sem falar que o fato de você colocar seu produto para vender em redes gigantes como essas plataformas já se torna um facilitador para sua venda”, diz.   Fonte: Agência Sebrae

Black Friday, Copa, Natal e ano-novo devem gerar 50% das receitas do ano para PMEs

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima R$ 1,48 bilhão em vendas relacionadas somente ao campeonato de futebol. O valor é 7,9% acima do registrado na competição de 2018 (R$ 1,37 bilhões). Já o estudo Holiday Season, encomendado pela Meta e realizado pela Toluna em agosto de 2022, mostra que os consumidores terão preferências específicas. Enquanto o evento esportivo, Natal e ano-novo podem ter mais buscas por vestuário e alimentação, Black Friday e Cyber Monday tendem a ser melhores para eletrônicos. Dos mil brasileiros entrevistados, 83% planejam alguma comemoração nessa grande temporada e 65% pretendem antecipar as compras natalinas. Identificar esse cenário permite que os empreendedores também se planejem com antecedência. “Nem todo mundo tem um planejamento de marketing e verba alocada por trimestre. Cada evento é uma oportunidade de captar essa audiência que está consumindo conteúdo nas redes sociais. São clientes que têm de ser aproveitados para gerar vendas”, avalia Carolina Piber, diretora de negócios da Meta para pequenas empresas na América Latina. Outra pesquisa global feita pela companhia em julho com pequenos e médios empreendimentos indica que 29% das empresas brasileiras esperam faturar mais da metade da receita anual no último trimestre do ano. Para a executiva, 2022 traz um ambiente ainda mais positivo, porque é o primeiro desde o início da pandemia com abertura total do comércio físico e canal online mais sofisticado. “Estamos com muito otimismo.” Nesse levantamento, 50% das PMEs tiveram vendas maiores nos 30 dias anteriores do que no mesmo período do ano passado. Por outro lado, a pandemia impactou os negócios: 20% tiveram de reduzir a força de trabalho nos seis meses anteriores e, no mesmo período, 57% dizem ter aumentado os preços dos produtos e serviços em mais de 20%. Carolina avalia que, embora o panorama seja desafiador, as pequenas empresas conseguiram mais eficiência de gerar demanda, aumentar receita e girar a economia. Para atravessar esse momento, vale otimizar o orçamento, usar as ferramentas de análise das plataformas para entender onde o dinheiro dá mais retorno e fazer testes. Investimento em redes sociais O estudo Holiday Season sugere que investir nas redes sociais para vender é uma importante estratégia: 64% dos brasileiros afirmam que já encomendaram produtos e serviços pelo WhatsApp e 60% já compraram após ver um anúncio personalizado no Facebook ou no Instagram. As plataformas também ajudaram os consumidores a encontrar e decidir por uma compra. Além de ser o mais assertivo possível com a audiência que deseja alcançar, o empreendedor pode investir em formatos que vêm crescendo, como vídeos curtos em reels e stories. Carolina reforça a abordagem eficiente das mensagens de texto. “Hoje, temos empresas em que o serviço ocorre 100% no WhatsApp, desde a descoberta do produto, a conversa prévia até a venda e pós-venda. Ter comunicação direta é crítico”, diz. Desde que começou a empreender com a Quituteria Culinária Artesanal, em 2017, a designer Daniella Antunes sabia que precisava investir nas redes sociais do negócio. O empreendimento foi lançado com site e Instagram, sendo que este era usado para vender e divulgar os eventos dos quais ela participava com as granolas que produz. Com o tempo, ela integrou o WhatsApp à jornada de venda, mas administrar a crescente demanda, principalmente na pandemia, fez com que ela investisse mais no site, onde as pessoas poderiam finalizar as compras sozinhas. Mas as redes não ficaram de lado. “Eu faço as fotos, faço vídeos com uma produtora e quando comecei com os vídeos, teve um boom no Instagram”, comenta a empreendedora. Com estratégia, Daniella conseguiu aumentar as interações, os seguidores e, consequentemente, as vendas da Quituteria Foto: Renan Viana (reprodução: Estadão) O número de interações, seguidores e vendas aumentou, e Daniella fidelizou mais clientes. Além disso, com esse recurso, ela afirma ter conseguido apresentar melhor o produto dela, que costuma ser segmentado. Com a personagem Quitéria, interpretada por ela, os conteúdos ensinam receitas e mostram como usar o alimento em todas as refeições. A empreendedora conta que apostar nos stories é um trunfo importante para o negócio. “Às vezes, fico sem aparecer, mas quando me mostro, as vendas entram.” Para ela, criatividade, anúncios segmentados, enquetes e, no caso dela, ter produtos temáticos para o fim do ano são uma boa forma de atingir novas pessoas e produzir conteúdo de qualidade. Fonte: O Estado de S. Paulo (https://www.estadao.com.br/pme/black-friday-copa-do-mundo-vendas-pme/)

PMEs encolhem 3,9% em setembro; Eventos de fim de ano podem aquecer vendas

A atividade econômica das pequenas e médias empresas (PMEs) recuou 3,9% em setembro na comparação com agosto. Na comparação com o mesmo mês em 2021, as atividades financeiras cresceram 1,1%, mostra o Índice Omie de Desempenho Econômico das PMEs (IODE-PMEs). Na comparação com o mês anterior, todos os setores caíram, com de exceção de infraestrutura, que registrou crescimento de 0,4%. O setor agropecuário registrou queda de 18,8%, a maior no período. O setor de comércio caiu 5,9%, serviços registrou queda de 3,6% e indústria registrou 2,7% de redução. O IODE-PMEs funciona como um termômetro econômico das empresas com faturamento de até R$ 50 milhões anuais, consistindo no monitoramento de 637 atividades econômicas que compõem cinco grandes setores: Agropecuário, Comércio, Indústria, Infraestrutura e Serviços. Expectativa para o fim do ano Além do desaquecimento visto no mercado no decorrer do terceiro trimestre, o funcionamento de diversos segmentos deve ser afetado no final do ano pela ocorrência da Copa do Mundo de Futebol, pois nos dias de jogos da seleção brasileira, espera-se uma interferência no funcionamento das empresas no último bimestre do ano. Os setores mais afetados devem ser as atividades de serviços voltados para Empresas e Indústrias. Ambos os segmentos mostraram um bom desempenho no período recente, o que pode restringir o comportamento do IODE-PMEs como um todo no final do ano. No entanto, a Copa do Mundo também deve estimular mercados específicos do varejo e toda a cadeia de comércio e serviços de produtos alimentícios e bebidas. O final do ano também é marcado por sazonalidades do comércio como a Black Friday e as compras relacionadas à celebração de Natal. Para Felipe Beraldi, gerente de Indicadores e Estudos Econômicos da Omie, esses períodos ocorrerão em um momento de: Redução parcial das pressões inflacionárias, como a queda dos preços de combustíveis Ampliação do pagamento do Auxílio Brasil Pagamento do 13º salário Ações que estimulam o consumo das famílias De toda forma, há elementos a curto prazo que devem restringir a evolução dos negócios das PMEs, especialmente do setor de Comércio, nessa época. “Além da Copa do Mundo desviar a atenção dos consumidores, o elevado repasse de custos nos preços de bens finais, no decorrer do ano, e os níveis mais altos das taxas de juros devem restringir as vendas de diversos segmentos do Varejo, a curto prazo”, explica. Em linhas gerais, os empreendedores devem enfrentar um cenário econômico desafiador, com incertezas internas e externas. Cada vez mais ficarão evidentes no desempenho da atividade econômica os efeitos da subida de juros promovida pelo Banco Central ao longo deste ano. “Altas taxas de juros encarecem a tomada de crédito, prejudicando a evolução do consumo, além dos investimentos na economia real. O empreendedor também vive com as incertezas da política econômica, assim como olhar com atenção para a delicada situação fiscal do país. Esses serão fatores fundamentais para a melhora dos negócios no Brasil”, diz. O ambiente internacional também deve se configurar como um empecilho na expansão da economia brasileira. Com o conflito armamentista entre a Rússia e a Ucrânia, os países desenvolvidos seguem procurando combater a elevada inflação e várias cadeias produtivas e ainda sentem impactos das restrições para controle da covid-19. Ainda há espaço para que as PMEs brasileiras sigam em crescimento no próximo ano. A pequena queda na inflação no Brasil e o ritmo de recuperação do mercado de trabalho (via retomada da ocupação e evolução dos rendimentos reais) são fatores fundamentais para sustentar o crescimento do consumo das famílias. “Vale ressaltar que a redução da inflação deverá abrir espaço para reversão da trajetória das taxas de juros no segundo semestre de 2023 e, consequentemente, favorecer o acesso ao crédito. Com isso, os micros e pequenos empreendedores tendem a manter o crescimento dos negócios, ainda que inseridos em um contexto macroeconômico bastante complexo e repleto de incertezas”, diz Beraldi. Fonte: Exame (https://exame.com/negocios/pmes-encolhem-39-em-setembro-black-friday-e-copa-do-mundo-devem-aquecer-fim-de-ano/)

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