Dia da Micro, Pequena e Média Empresa: pequenos negócios digitais estão contratando

Estudo mostra que o varejo online também possui um amplo espaço para a geração de empregos e renda no país

O Dia Internacional da Micro, Pequena e Média Empresa (MPMEs), é celebrado nesta terça-feira, 27, em homenagem aos empreendimentos que, independentemente do porte, têm grande importância na economia mundial.

Segundo a primeira edição da pesquisa Geração de empregos pelos MPMEs online brasileiros, realizada pela plataforma  Nuvemshop em parceria com o E-commerce Brasil, cerca de 35% dos empreendimentos online são Empresa de Pequeno Porte (EPP), 32% são Microempreendedor Individual (MEI) e 21% são Empresa individual (EI).

O estudo ainda mostrou que o varejo online também possui um amplo espaço para a geração de empregos e renda no país. Dentre os empreendedores entrevistados, cerca de metade (47%) contratou funcionários em 2022 e 28% já realizaram novas contratações em 2023.

De acordo com Luiz Figueiro, diretor da Nuvemshop para a América Latina, o e-commerce tem desempenhado um papel significativo na geração de empregos e na economia nos últimos anos no Brasil.

“Com o crescimento do e-commerce no país, muitas empresas estão expandindo suas operações, o que resulta em uma demanda maior por profissionais. Somente no primeiro trimestre deste ano, por exemplo, as PMEs cresceram 23% seu faturamento em comparação a 2022”, diz o especialista.

Contratações

O estudo realizado entre abril e maio de 2023 revela que:

  • nos últimos dois anos 35% dos empreendedores online contrataram para atendimento ao cliente;
  • 32% para marketing e redes sociais;
  • 26% para montagem de pedidos;
  • 18% produção e confecção de produtos;
  • 17% para logística e entregas;

Em relação ao número de funcionários, 43% possuem de 2 a 5 funcionários; 10% possuem 6 a 10 funcionários; e 18% possuem mais de 10 funcionários. Apenas 25% dos entrevistados empreendem sozinhos.

Loja física ou e-commerec?

O estudo da Nuvemshop também revela que a maioria (64,5%) dos empreendedores entrevistados vende apenas por meio de loja virtual própria e 31% possuem loja física e e-commerce. Os outros 4,5% vendem apenas pelas redes sociais.

“As vendas online requerem um atendimento ágil e de alta qualidade, desde o primeiro contato com o cliente, até a entrega do produto e pós-venda. Vemos muitos negócios que iniciaram com apenas uma pessoa e hoje possuem uma equipe mais robusta e especializada. O e-commerce é um setor em crescimento que continuará a ter um impacto significativo na geração de empregos no futuro”, diz Figueira.

*Com informações do portal Exame

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