MaturiFest chega à 6a edição com pauta de empreendedorismo e trabalho 50+

A sexta edição do festival de empreenderismo e trabalho para pessoas com 50 anos ou mais, MaturiFest, acontecerá nos dias 23 (apenas online), 24 e 25 de agosto (online e presencial), no prédio da FECAP, em São Paulo. Neste ano, serão realizados debates sobre mercado prateado (em referência aos cabelos grisalhos), segurança digital de dados, novas tecnologias, a saúde física e mental, upskilling e re-skilling, equidade e inclusão e o poder do networking. O evento também conta com pessoas executivas para compartilhar experiências em diversidade etária e inclusão 50+ em companhias de diferentes setores. “O Festival nasceu há seis anos com o objetivo de ser um ponto de encontro para profissionais, empreendedores, líderes de negócios e especialistas acima dos 50 que buscam reciclar conhecimentos, reinventar suas carreiras e se inspirar com as melhores práticas do mercado”, conta Mórris Litvak, CEO e fundador da Maturi. “Tivemos uma ótima experiência em 2022 com o formato híbrido, por isso, manteremos a dinâmica. A troca presencial é sempre muito rica, mas o online nos permite expandir o conhecimento e chegar a diferentes regiões do País, aumentando assim a nossa rede de atuação”, diz. Durante o evento, serão lançados três estudos diferentes sobre trabalho, tecnologia e longevidade, os temas serão pautas para painéis e discussões. Entre os palestrantes confirmados estão: Alexandre da Silva, atual secretário nacional da Pessoa Idosa, Alexandre Kalache, ex-diretor do programa global de envelhecimento da OMS, Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora, Elena Parras Duran, fundadora da 55+, Siyabulela Mandela, bisneto de Nelson Mandela e embaixador da mensagem de esperança, resiliência e luta por um mundo mais justo, Rita Almeida, estrategista sênior na AlmapBBDO, e Pedro Janot, ex-executivo. Participam também celebridades e formadores de opinião, como Ary Fontoura, Beth Goulart, Denise Fraga, Fabiana Scaranzi e Heloisa Perissé. Serviço: Ingresso presencial – Acesso total ao evento (um dia online e dois presenciais) em São Paulo (FECAP) com direito a assistir a todos os painéis, palestras e oficinas práticas. – Acesso online ao vivo caso não possa comparecer algum dia. – Acesso às gravações do evento na plataforma MaturiAcademy por 8 meses para rever quando quiser. – Bônus: 4 meses de acesso completo à MaturiAcademy com todos os cursos disponíveis. Ingresso online – Acesso às transmissões online ao vivo de todos os painéis e palestras durante os 3 dias do evento. – Acesso às gravações do evento na plataforma MaturiAcademy por 6 meses para assistir no seu ritmo. – Bônus: 3 meses de acesso completo à MaturiAcademy com todos os cursos disponíveis.
Etarismo? Aqui não. Empreendedores maduros têm mais chances de dar certo!

Diante da polêmica da semana sobre etarismo – o preconceito contra a idade – sofrido por uma pessoa de apenas 40 anos e que faz faculdade, a partir do vídeo de duas estudantes que criticam a idade da colega da faculdade, fizemos duas seleções de conteúdo em vídeo e matérias sobre a questão. São cortes de entrevistas que fizemos pelo Empreendabilidade ao longo do último trimestre de 2022 com especialistas no assunto e reportagens que viemos publicando desde o lançamento do estudo “Empreendedores 50+, o Futuro do Brasil”, que mostra porque profissionais maduros devem empreender. Todos os entrevistados reafirmam algo que já sabemos: AMADURECER É BOM! (inclusive para quem quer empreender) Entrevistados em vídeo: – Telma Rosseti (Gestão de Pessoas / Coaching) – David dos Santos Villalva (Digitaliidade) – Mauro Wainstock (Mentor dos 40+ / Etarismo) – Mariana Mello (Cultura do envelhecimento) – Fran Winandy – Conectando Gerações contra o Etarismo – Alessandro Saade (Empreendedores Maduros) – Frederico Brasileiro – Eduardo Vils E também um link que reúne todas as nossas matérias a respeito do tema: Empreendedores Maduros Etarismo? Aqui não!
O que não pode faltar na hora de empreender

Abrir uma empresa é um dos maiores sonhos de milhões de brasileiros e, de acordo com os dados do último boletim do Mapa das Empresas, apresentado pelo Ministério da Economia, cerca de 4.026.776 novas empresas foram abertas no Brasil no último ano. Tal número representa um recorde histórico, além de um salto de 19,7% se formos comparar com o ano de 2020. Mas você já parou para pensar o que faz com que determinadas empresas deem certo, cresçam e gerem lucro enquanto outras ficam estagnados e acabam fechando as portas? O Empreendabilidade decidiu listar algumas características indispensáveis para você ter um negócio próspero. Poder de Persuasão Apresentar sua ideia de negócio para investidores experientes em busca de apoio financeiro, negociar preços e prazos com fornecedores e convencer potenciais clientes de que seu produto ou serviço merece uma chance são apenas algumas das situações em que o poder de convencimento se mostra essencial para os empreendedores. E é uma das características mais comuns na personalidade daqueles que conseguiram atingir o sucesso. Flexibilidade A história de grandes empreendedores tem em comum a capacidade de contornar obstáculos e entender que as adversidades fazem parte do caminho. Manter a mente aberta para testar coisas novas e estar disposto para mudar de caminho rapidamente caso necessário são características indispensáveis. Persistência Já imaginou se o Coronel Sanders tivesse desistido quando uma nova rodovia acabou com a quantidade de clientes que frequentavam seu motel antes? É muito importante que quem deseja seguir nesse caminho consiga manter a calma diante de adversidades, entendendo que imprevistos fazem parte da trajetória e que manter-se firme é essencial.
Empresários +65 geram mais empregos

Os empreendedores brasileiros com 65 anos ou mais são os que mais empregam no país. É o que diz um estudo realizado em 2021 pelo Sebrae, a partir dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra por Domicílios Contínua (PNADC) do IBGE. A análise identificou que a maior proporção de empregadores (20%) está localizada nesse perfil de empreendedor. Ainda de acordo com a instituição, quando comparados às outras faixas etárias, os empresários desta faixa etária são os que mais possuem funcionários, sendo 71%, com 1 a 5 empregados; 11%, com 6 a 10 empregados; 10% com 11 a 50 empregados e 8% com 51 ou mais empregados. Assim, apesar de responderem por só 7,3% do total de empreendedores, esses empreendedores da 3ª idade constituem o grupo que proporcionalmente mais gera emprego entre os Pequenos Negócios Os números analisados são relativos ao terceiro trimestre do ano passado, quando o Brasil atingiu 1,8 milhão de empreendedores nessa faixa etária, o que corresponde a 7,3% do total de donos de negócios de pequeno porte. Os dados apontam também que os empreendedores com 65 anos ou mais são, em grande maioria, homens (73%), brancos (59%), chefes de família (73%), dedicando-se a um único trabalho (98,8%). Em termos de escolaridade, o empreendedor da 3ª idade é o que tem menos instrução quando comparado aos demais grupos. Em sua maioria, eles possuem nível fundamental (48%). Apesar disso, são os que apresentaram o maior rendimento, com 10% com ganhos de mais de cinco salários-mínimos, ou seja, acima de R$ 5.225,00. Fonte: Portal Longevidade (https://longevidade.ind.br/noticia/empreendedor-brasileiro-da-3a-idade-e-o-que-mais-gera-empregos-no-pais/)
Quase metade dos brasileiros quer empreender

Quase metade dos brasileiros (46%) quer começar a empreender, segundo relatório 2021 do Global Entrepreneurship Monitor (GEM), consórcio que é referência mundial em estudos sobre empreendedorismo, junto ao Sebrae. Ao todo, o Brasil tem 43 milhões de empreendedores, dos quais 14 milhões já têm um negócio próprio estabelecido há, pelo menos, três anos e meio. Com isso, a taxa de empreendedorismo — a relação entre os empresários ‘maduros’ e a população economicamente ativa — cresceu de 8,7% em 2020 para 9,9% em 2021. Dentre as medidas que salvaram muitas das micro e pequenas empresas durante a pandemia estão as de apoio financeiro, que ofertaram crédito para esses empreendedores, como Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte) e o Bem (Programa Emergencial de Manutenção de Emprego e Renda), citados pelo Sebrae como fundamentais para o crescimento dessas taxas. “Essas iniciativas deram mais fôlego para os empreendedores e permitiram que eles sobrevivessem aos impactos da pandemia. Esses programas foram essenciais para que muitas empresas se mantivessem abertas”, disse Carlos Melles, presidente da instituição, em entrevista coletiva para a divulgação do estudo. As mulheres foram afetadas diretamente pela pandemia. Elas deixaram de empreender mais do que em relação a 2020. A explicação é a jornada de trabalho dentro da própria casa, pois por conta do home-office, elas tiveram que dividir mais seu tempo com as atividades domésticas, muitas vezes concentradas no público feminino. Cerca de 45,6% dos empreendedores iniciais, ou seja, aqueles que abriram o próprio negócio a menos de 3,5 anos, são mulheres, em 2021. No ano anterior, a taxa era de, aproximadamente, 55%. A GEM entrevistou duas mil pessoas entre 18 e 64 anos, no período entre julho e outubro de 2021. O relatório foi realizado pelo Sebrae em parceria do Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP). Fonte: com informações da Seu Dinheiro (https://www.seudinheiro.com/2022/empresas/46-por-cento-da-populacao-sonha-em-abrir-o-proprio-negocio-mas-qual-e-o-perfil-do-empreendedor-brasileiro-confira-lils/)
Geração 50+: empreendedores natos, prontos para negócios

Skills do profissional mais maduro, que é renegado pelo mercado, coincide com as capacidades necessárias para empreender O Brasil possui cerca de 55 milhões de pessoas acima dos 50 anos, ou seja, 25% da população brasileira. Com mais de 12 milhões de desempregados no Brasil, sendo que 7% estão nessa faixa etária de acordo com o IBGE, a mão-de-obra qualificada desses profissionais seria relevante para o mercado, porém, com mudanças de paradigma, novas tecnologias e outros fatores associados ao mercado de trabalho, eles encontram resistência na recolocação. Por um lado, as grandes empresas têm um papel social claro de gerar empregos e, é natural, estão mais aptas a apoiar a entrada de profissionais mais jovens: não à toa, existem os programas de estágio, trainee, capacitação de mão-de-obra operacional e técnica e por aí vai. A cobrança por recolocação e a vontade de os 50+ trabalharem acaba gerando um grupo de profissionais capacitados mas que acabam em vagas secundárias. Por isso se encontram os programas de “inclusão” para mais velhos, onde os mesmos acabam em posições de apoio, back office, organização… Sem críticas. É geração de emprego de toda forma. Mas, já há outros formatos. Existe a oportunidade de os profissionais sêniores se tornarem empreendedores de si mesmos e trabalharem por algumas horas na semana como consultores, por exemplo. A CEO da Talento Sênior, empresa especializada em inclusão de profissionais 45+ no mercado, Juliana Ramalho, conta que já vivencia uma experiência em que uma empresa de pequeno porte contratou um CFO ‘estrelado’ para atuar 8 horas por semana (não por dia) a um custo totalmente viável. “O modelo deu tão certo que a empresa já quer aumentar o total de horas contratadas desse profissional”, diz. Ainda, há espaço de sobra para o público 50+, 60+ empreender e desenvolver o próprio negócio. Segundo análise do Empreendabilidade realizada a partir de dados de mercado, os skills de profissionais mais maduros coincide com as competências requeridas para empreendedores. Os profissionais 50+ têm maior comprometimento com resultados; capacidade de solução de problemas; Equilíbrio emocional; e aceitação a riscos. Além disso, as PMEs cujos donos têm mais de 65 anos geram mais empregos que as que foram criadas por pessoas mais jovens. Esse público vem rompendo com os modelos tradicionais de emprego, aumentando sua qualidade de vida como empreendedores da própria carreira e negociando sua força de trabalho. Mas, também, tem grande potencial para criar novos negócios com maior taxa de sucesso. Fonte: PwC, IPEA, Sebrae e com informações da Exame Bússola (https://exame.com/bussola/a-cada-21-segundos-nasce-um-50-no-brasil-sorte-das-pmes/)