Quer empreender e não sabe em qual negócio? Nós te ajudamos a escolher

Empreender é o sonho de 6 em cada 10 brasileiros, segundo o estudo GEM 2022/2023. No entanto, escolher o tipo de negócio é um dos desafios de quem está começando na jornada empreendedora. Pensando nisso, o Empreendabilidade analisou os tipos de empreendedorismo e suas características, para facilitar àqueles que querem empreender entender qual modelo se adequa mais ao seu perfil. Indústria É o empreendedorismo com maior barreira de entrada, seja por demandar mais investimento e recursos financeiros em maquinário, equipamentos e pessoas, seja porque pede conhecimento aprofundado em negócios, gestão e, a depender do setor, até mesmo formações específicas e conhecimento de legislação e regulação, já que alguns segmentos precisam de autorização de órgãos e agências para operar, o que também pode gerar custos adicionais com advogados, documentos e licenças. Porém o desafio é recompensador, visto que o negócio é voltado para a produção de bens. Empresas desse tipo podem produzir desde alimentos até peças automotivas, passando por itens de consumo doméstico ou até mesmo voltados para outras empresas, chamados de B2B (Business to Business). É um negócio que exige muita disciplina e organização para manter a qualidade e a produtividade, além do que o retorno geralmente acontece apenas no longo prazo, pedindo um capital mais “paciente”. Outra opção é buscar abrir negócios que atendam demandas de setores industriais específicos, o que acaba movimentando mais renda para algumas regiões. Por exemplo, quando uma indústria cimenteira abre uma nova fábrica, move uma cadeia produtiva que acaba abrindo fábricas de produtos advindos daquela produção, como por exemplo peças cerâmicas, de cimento ou material de construção. Com o advento da indústria 4.0, que utiliza mais tecnologia, também há novas oportunidades para quem quer atuar no setor industrial. Comércio O comércio é um dos tipos de negócio mais tradicionais do mundo, e pode ser dividido em varejo e atacado. No varejo, o empreendedor vende diretamente para o consumidor final, como lojas de roupas e acessórios. No atacado, a venda é realizada em grandes quantidades, geralmente para outras empresas. É necessário ter habilidade em negociação e boa gestão de estoque e de fornecedores, além de conhecimento em marketing. Quer saber como montar sua loja de calçados? Veja aqui este material gratuito do Sebrae Serviços É o tipo de empreendedorismo mais comum no Brasil. É neste modelo que estão os salões de beleza, oficinas mecânicas, bares e restaurantes e até consultorias e assessorias. O investimento inicial costuma ser menor do que nos outros tipos de negócio, mas é importante ter habilidades técnicas na área de atuação, além de conhecimentos em gestão empresarial. Sebrae – abra seu restaurante Franquias Quem dispõe de algum recurso e quer ter um negócio para fazê-lo multiplicar As franquias nasceram como modelo de expansão e ficaram famosas por marcas como KFC e McDonald’s. são modelos de negócio já comprovados, que oferecem o suporte necessário para a abertura de uma nova unidade. É uma boa opção para quem deseja empreender com mais segurança, já que o empreendedor conta com o apoio da marca e de um modelo de gestão já testado. É importante fazer uma pesquisa detalhada sobre a franquia antes de investir e já existem redes estruturadas que reúnem diversas opções para quem quer investir e empreender neste modelo. Para saber mais, a Associação Brasileira de Franquias (ABF) tem esse material bastante detalhado Startup As startups são, por conceito, empresas que buscam resolver um problema de forma inovadora, usando tecnologia e entregando uma solução escalável. O investimento inicial pode ser baixo, visando escala, mas o empreendedor precisa ter habilidades em tecnologia e inovação, além de saber buscar investidores e parceiros estratégicos. Há diversos cursos voltados a esse mercado, oferecido principalmente pelos hubs e aceleradoras, que apoiam a montagem do negócio e o ecossistema de educação empreendedora. Para mais informações, o portal Startups.com é uma fonte bastante confiável. E-commerce O e-commerce é a evolução das lojas online e um modelo de negócio voltado para os negócios digitais. É uma boa opção para quem deseja empreender com baixo investimento inicial, já que não é necessário ter um espaço físico. É essencial buscar conhecimentos em marketing digital e logística. Na pandemia, as lojas online cresceram bastante e o modelo de negócio veio para ficar. Quer saber como abrir um e-commerce? O Sebrae tem um curso bastante prático Empreendedorismo Social Os negócios sociais têm como objetivo gerar impacto positivo na sociedade, além de obter lucro. São uma boa opção para empreendedores que desejam aliar seus valores pessoais ao seu negócio e, no Brasil, com toda a agenda de sustentabilidade e inclusão, têm atraído muitos investimentos. Exigem desenvolver habilidades em gestão empresarial e conhecimentos sobre as causas sociais, além de bons relacionamentos. Leia mais sobre os negócios de impacto social. Infoprodutos Os infoprodutos são produtos digitais que podem ir desde e-books até cursos, mentorias e capacitação. Esse modelo de negócio ganhou espaço em todo o mundo e vem, inclusive, substituindo os cursos formais de preparação para o mercado de trabalho. Esse modelo de negócio é uma boa opção para empreendedores que possuem conhecimento em alguma área específica e desejam compartilhar seus conhecimentos com outras pessoas. Há muitos cursos de marketing digital, produção de conteúdo e estratégia de lançamento disponíveis no mercado. Uma das plataformas mais famosas é a Hotmart, que tem bastante conteúdo a respeito. Esses são os tipos de empreendedorismo mais comuns no Brasil e há possibilidade para todos que querem ter seu negócio, independentemente da disponibilidade financeira ou do conhecimento de negócio. Se você tem dúvidas sobre que em que negócio pode empreender ou qual o modelo ideal para você, entre em contato.
Empreendedora fatura R$ 40 mil por mês com roupas para mulheres negras

Valérie Alves, 35 anos, criou a grife Guettosa após dar à luz sua segunda filha. Marca oferece um catálogo com peças costuradas por mães moradoras do bairro da empreendedora A ideia da grife Guettosa nasceu dentro da cozinha da mãe de Valérie Alves, 35 anos. O momento era delicado: depois da segunda gravidez, ela tinha tentado uma recolocação no setor de varejo — área em que possuía mais de 10 anos de experiência —, mas percebeu que o mercado de trabalho não estava mais disponível para ela. Hoje, sua marca de roupas exclusiva para mulheres pretas veste nomes como Jojo Toddynho, Glória Groove, as gêmeas Tasha & Tracie e a ex-BBB Maria. O período em que foi em busca de trabalho acabou sendo revelador. “Entendi que precisava criar a minha própria oportunidade de trabalho e tirei o meu sonho de empreender do papel”, aafirma. “Sempre quis ter meu próprio negócio, mas comecei a empreender por necessidade, não apenas por um sonho”, diz. Em 2018, a empreendedora começou a costurar peças sob medida para mulheres pretas e a divulgar no seu perfil no Instagram. Ela usava como inspiração modelos que via em revistas norte-americanas de moda e de cultura preta. “A primeira peça que fez bastante sucesso foi um top glam de strass, bem brilhoso e glamoroso. Uma amiga foi falando para a outra, compartilhando nas redes e foram chegando influenciadores e artistas interessados. Percebi que estava atingindo meu público-alvo quando a Jojo Toddynho me mandou mensagem no Instagram perguntando qual era o valor da peça”, relata. A demanda começou a aumentar nos meses seguintes, assim em 2019 ela consolidou a Guettosa. A proposta é atender mulheres negras com roupas feitas com tecidos mais leves e finos, que possam ter um caimento perfeito. “Como a moda precisa ser inclusiva, faço do tamanho PP ao G3, plus size. Minhas clientes trazem muitas referências ‘gringas’. Elas adoram brilho, transparência e tule”, diz. Ela conta estava no auge do crescimento e já atuava de forma online quando a pandemia começou. “A crise não interferiu muito no nosso negócio”, afirma. Para ela, um dos maiores trunfos é que na periferia, as mulheres não se importam em pagar mais caro por um produto de qualidade. O catálogo da marca conta com vestidos, conjuntos, biquínis, macacões, tops e saias, tudo produzido por costureiras que são mães e moram no mesmo bairro de Alves, na periferia da zona leste de São Paulo. “O nosso principal foco são roupas para festa, para dar um rolê, para ir naquele date. Temos também algumas peças que são básicas, para o dia a dia. Mas sempre digo que as nossas roupas são feitas para você chegar a um local e arrasar”, afirma. Ela conta que percebeu que o negócio estava dando certo quando conseguiu contratar outras mulheres. “Vi que meu esforço estava dando resultando quando passei a empregar outras mães, pretas e de periferia como eu. Isso tudo me proporcionou um sentimento de gratidão e alegria.” O e-commerce da Guettosa atende todo o país e fatura R$ 40 mil mensais em média. “Também temos clientes fora do Brasil, em países da Europa. Mas nossas vendas são mais fortes na capital de São Paulo e no Rio de Janeiro, lugares em que temos planos de abrir lojas físicas”, afirma. O objetivo para este ano é alcançar receitas mensais de R$100 mil para atrair investidores e iniciar o processo de expansão. Capacitação ajudou no começo Para dar conta do próprio negócio, Alves foi estudar administração e criou seu planejamento financeiro. “Não cursei uma faculdade, mas a minha experiência no varejo foi uma grande escola. Tudo que aprendi e vivenciei no setor me ajudou no meu negócio. Como não foi suficiente, busquei especializações no Sebrae”, diz. Ela conta que também teve dificuldade para definir seu público-alvo e achar um diferencial. “Quando converso com mulheres que estão começando a empreender, sempre digo que o primeiro passo é saber exatamente o que elas querem. Para isso, é preciso determinação e planejamento. É pegar papel e caneta, programar cada passo, independente do serviço ou produto. Ter um diferencial e investir no atendimento ao cliente”, recomenda a empreendedora. “Você precisa gostar de lidar com as pessoas, senão seu negócio vai dar certo”, diz. Empoderamento Alves também ensina corte e costura para mulheres da comunidade que estão interessadas em aprender a atividade do zero. Com o intuito de fortalecer a autoestima e criar uma rede de mulheres empreendedoras, ela criou ao lado de Tasha, Tracie, Aniele e Stephani Mauricio, o coletivo de moda e ativismo Mulher Preta Independente da Favela. Segundo ela, o principal objetivo é fomentar o empreendedorismo da mulher preta da periferia. “O nosso intuito é ser uma rede de fortalecimento, queremos mostrar que elas podem ser o que quiserem, criando e administrando seus próprios negócios, acreditando em si mesmas. Queremos que elas passem a enxergar a potência da mulher preta”, finaliza. *Com informações do portal PEGN
Pequenos e médios negócios online movimentam R$ 703MM no 1tri

Pequenos e médios e-commerce registraram um crescimento de aproximadamente 23% Os pequenos e médios e-commerce movimentaram cerca de R$ 703 milhões, o que representa um aumento de aproximadamente 23% em comparação ao mesmo período de 2022, quando registrou cerca de R$ 573 milhões. Os dados foram levantados com a base de lojistas brasileiros da plataforma para criação de lojas virtuais Nuvemshop, durante o período de janeiro a março de 2023. “Mesmo com os desafios econômicos no país e no mundo, os dados mostram que o e-commerce segue fortalecido no Brasil. O ambiente virtual permite que os lojistas atinjam seus clientes com mais facilidade e faz com que os pequenos e médios negócios consigam vender para todo o país, 24 horas por dia e 7 dias por semana. Além disso, as automações e evoluções constantes otimizam a experiência de vender, impactando em mais vendas para os lojistas e melhores compras para os consumidores”, diz Mylena Gama, especialista em e-commerce da Nuvemshop. Volume de vendas De janeiro a março de 2023, o volume de pedidos online chegou a quase 3 milhões, indicando um crescimento de cerca de 21% em relação aos três primeiros meses do ano passado (pouco mais de 2 milhões). No total, foram vendidos mais de 12 milhões de itens no e-commerce – 16% a mais do que no em 2022, quando foram comercializados 10,7 milhões de produtos. Além disso, o valor médio por compra chegou a R$ 243,60 no país (no ano passado, era de R$ 236,92). Meio de pagamento Segundo o levantamento, o Pix foi o meio de pagamento que mais cresceu no primeiro trimestre do ano, registrando 34% dos pedidos pagos – no primeiro trimestre de 2022, eram apenas 14%. Mas, o cartão de crédito foi o método mais utilizado no período, com 49,5% dos pagamentos. Cerca de 78% das compras foram realizadas via aparelhos móveis. Segmentos com melhor desemprenho Em relação aos segmentos mais vendidos, Moda liderou com R$ 255 milhões, seguido por: Saúde & Beleza (R$ 61 milhões) Acessórios (R$ 54,5 milhões) Casa & Jardim (R$ 32 milhões) Fonte: Exame.com
Tudo sobre empreendedorismo digital: o que é, vantagens e desafios

Empreender é uma prática que tem ganhado cada vez mais adeptos no meio digital, principalmente pela facilidade de começar uma empresa com pouco. Desde streaming de vídeos até programas de afiliados para vender cursos, há muitas possibilidades e os pequenos negócios apostam na digitalização de serviços para crescer. Mas o que é empreendedorismo digital? O que é preciso para investir nele? Quais são as vantagens dele e quais são também os desafios? Aprenda tudo sobre o tema a seguir. O que é empreendedorismo digital? O empreendedorismo digital é o processo de criar um negócio ou empreendimento online, utilizando tecnologias digitais e a internet como principais ferramentas. Os principais formatos utilizados são cursos online, e-books, videoaulas, aplicativos, softwares e jogos. É um tipo de empreendedorismo que se concentra em aproveitar as oportunidades oferecidas pela era digital, como a facilidade de acesso à informação, a ampla rede de conexão e a capacidade de alcançar um grande público de maneira rápida e eficaz. Por que ter um empreendimento digital nos dias de hoje? O Brasil teve mais de 2 milhões de novas empresas abertas no primeiro semestre de 2022. Embora não signifique que todas as empresas sejam digitais, o investimento em um empreendimento digital corresponde a parte dos novos negócios. Atualmente, o empreendedorismo digital no Brasil tem sido buscado por diferentes fatores: negócio digital em alta, espaço para inovação, facilidade de impactar diversas pessoas e custos reduzidos. Entenda melhor essas vantagens. Negócio digital em alta O mercado digital está em constante crescimento, com cada vez mais pessoas utilizando a internet como fonte de informação e compras. Para se ter uma ideia, 82% dos brasileiros estão conectados, segundo uma pesquisa TIC Domicílios, divulgada em 2021. Isso torna o empreendedorismo digital no Brasil uma ótima oportunidade para quem deseja empreender e atingir um grande público nesse canal. Espaço para inovação Vantagens do empreendedorismo online – Imagem: Shutterstock / Djile Quer saber como ganhar dinheiro com empreendedorismo digital? Então é preciso entender que esse ambiente permite uma grande flexibilidade para inovação, tanto em termos de produtos como modelo de negócio. Empreendedores digitais podem aproveitar as tecnologias emergentes para criar formas de atender às necessidades dos consumidores e desenvolver novas oportunidades de mercado. Facilidade de impactar diversas pessoas Com a internet, é possível atingir uma grande audiência, independentemente da localização geográfica. Isso significa que empreendedores digitais têm a oportunidade de impactar diversas pessoas, ampliando suas oportunidades de vendas e crescimento do negócio. Investimento inicial e custos operacionais mais reduzidos A criação de um negócio digital requer um investimento inicial muito menor do que um negócio físico. Além disso, os custos operacionais são menores, uma vez que não é necessário alugar um espaço físico e investir em estoque ou equipamentos. Isso torna o empreendedorismo digital no Brasil mais acessível para pessoas que desejam iniciar um negócio, mas têm recursos limitados. O que é preciso para começar no empreendimento digital? Há algumas habilidades necessárias de se ter antes de começar um negócio na internet. A flexibilidade, a resiliência, a criatividade e visão estratégica são algumas delas. Flexibilidade Em um ambiente digital, as coisas podem mudar rapidamente. Por isso, é importante que o empreendedor seja flexível e capaz de se adaptar às mudanças, aproveitando novas oportunidades e ajustando suas estratégias quando necessário. Resiliência O empreendedorismo online pode ser desafiador e frustrante em alguns momentos, principalmente no começo. Logo, é preciso ser resiliente e persistente. É importante ter a capacidade de lidar com o fracasso e seguir, aprendendo com as experiências para melhorar o negócio. Criatividade A capacidade de criar soluções inovadoras e criativas é essencial para se destacar em um mercado digital competitivo. Os empreendedores digitais precisam estar sempre buscando novas ideias e soluções para atender às necessidades dos clientes e superar a concorrência. Visão estratégica Quem quer saber como ganhar dinheiro com o empreendedorismo digital precisa ter uma visão estratégica clara sobre planejar e executar suas estratégias. Eles devem ser capazes de avaliar as tendências do mercado, identificar oportunidades e desenvolver um plano de negócios sólido que leve em conta os recursos disponíveis e os objetivos do negócio. Como escolher o melhor nicho de empreendimento digital? O empreendedorismo online oferece uma grande quantidade de oportunidades e isso pode gerar dúvidas sobre como escolher a melhor opção. O primeiro passo é observar o que você tem interesse em trabalhar. Feito isso, uma importante etapa é pesquisar sobre as tendências do mercado e analisar a concorrência. Você deve avaliar a demanda e a rentabilidade do nicho escolhido. Outro ponto é analisar se você possui as habilidades técnicas necessárias para criar e gerenciar um empreendimento digital em determinado nicho. Considere também a infraestrutura e os recursos necessários para desenvolver seu negócio. Quais são as áreas de atuação para quem quer empreender online? Os empreendedores digitais podem criar uma variedade de tipos de negócios, como lojas virtuais, aplicativos de software, plataformas de comércio eletrônico, serviços online, serviços de assessoria de marketing, cursos online, soluções de pagamentos e muitos outros. Tipos de empreendedorismo digital Como são muitas áreas, podemos trazer alguns tipos de empreendedorismo digital que são fortes no mercado para ficar de olho. e-commerce: empresas como Amazon e Mercado Livre muitas outras são exemplos de empreendimentos digitais de sucesso na área do comércio eletrônico. Essas empresas vendem produtos e serviços online e investem em estratégias de marketing e logística para atender seus clientes; criador de conteúdo: criadores de conteúdo em plataformas como YouTube, Instagram e TikTok têm se destacado como empreendedores digitais. Eles produzem vídeos, fotos, tutoriais e outros tipos para um público específico, e monetizam sua audiência por meio de publicidade, patrocínios e outros modelos de negócio; programas de afiliados: empreendimentos online que permitem que as pessoas ganhem dinheiro indicando produtos ou serviços para interessados. Empresas como a Hotmart têm programas de afiliados que permitem que as pessoas ganhem comissões por indicar produtos vendidos em suas plataformas. Como funciona a monetização? Além das vendas tradicionais, existem outras formas de monetização dentro do empreendedorismo digital. Entenda melhor sobre elas. Comissão A monetização por comissão é uma estratégia utilizada por programas de
Com crescimento 11% acima do e-commerce, Grão de Gente fatura R$ 220 milhões

Empresa, que já tem dez anos no mercado, registrou um aumento de 13% nas vendas on-line Na contramão do e-commerce brasileiro, que cresceu apenas 2% em 2022, quando comparado ao ano anterior, segundo relatório produzido pela Nielsen|Ebit, a Grão de Gente, e-commerce especializado em enxoval para bebês e primeira infância, teve um aumento de 13% nas vendas e um faturamento de mais de R$ 220 milhões no ano passado. Para Gustavo Ferro, CEO da empresa, os brand lovers, pessoas apaixonadas pela marca, são a explicação para o crescimento da companhia acima do segmento. “Contamos com uma comunidade de seguidores engajados nas nossas redes sociais, que amplificam o alcance da marca, o velho e bom boca-boca, que, juntamente com o nosso maior diferencial, que são as coleções exclusivas da Grão de Gente, fazem com que sejamos destaque no mercado. Além disso, trabalhamos diariamente para estarmos sempre conectados com nosso público, não apenas com a venda de produtos, mas oferecendo conteúdo relevante e de qualidade para os consumidores. A ação mais recente foi a criação da websérie “Diário de uma mãe na Noruega”, uma parceria com a atriz Shirley Cruz”, explica o empreendedor. Com o bom desempenho diante do mercado, os planos do CEO são ainda mais audaciosos para 2023. A Grão de Gente, que está a mais de uma década atuando e investindo constantemente, terá, ainda neste trimestre, a primeira unidade física, que será inaugurada na cidade de Santos. A expectativa com isso é um faturamento mais expressivo, entre 20% e 30%. “Nossos fãs em breve vão poder contar com uma experiência omnichannel, já que nossa loja no Praiamar Shopping, em Santos, será totalmente conectada e, por ela, vai ser possível comprar por autoatendimento ou com os vendedores”, celebra entusiasmado Gustavo Ferro. Atualmente a marca conta com uma presença massiva nas redes sociais, somando mais de 4,6 milhões de seguidores e é a empresa mais acessada entre as opções de sites de vestuário infantil e brinquedos, com um total de 22% SoT (Share of Trafic), tráfego total dentro da categoria infantil, ficando a frente de outras marcas já consolidadas como Tricae (17,9%) e Ri Happy (16,9%). Sobre Grão de Gente Criada em 2012, a marca é um e-commerce especializado em produtos para bebês e primeira infância. São mais de 50 mil itens no portfólio, com coleções capazes de solucionar as necessidades de mães e pais. Diariamente são enviados cinco mil produtos para todo o Brasil e mais de duas mil vendas são concluídas na plataforma. Com mais de 4,6 milhões de seguidores no Instagram e 5 milhões no Facebook, a Grão de Gente é a marca que mantém o segundo maior engajamento nas redes sociais.
Entenda a importância do mobile marketing para as marcas brasileiras

Em um mundo em constante evolução e rápido crescimento, em que as pessoas estão sempre em movimento, o celular é a opção preferida para interagir na internet, fazer compras e se comunicar. O mercado brasileiro vem sendo líder no uso de tecnologia móvel há muitos anos e, por isso, as marcas devem ter em mente a importância das estratégias de mobile marketing para atingir efetivamente os consumidores brasileiros. Isso se torna cada vez mais evidente à medida que a economia do País continua aumentando e mais pessoas têm acesso à tecnologia móvel. Como o celular está sempre à mão, não é de se estranhar que 80% do tráfego online aconteça por meio desses dispositivos. Empresas que visam se comunicar de forma mais eficiente com seus clientes e potencializar suas receitas estão apostando no mobile marketing. Tal estratégia oferece às marcas a oportunidade de alcançar os consumidores em um nível pessoal, com mensagens e conteúdos adaptados aos seus interesses e preferências individuais. Assim, podem criar fidelidade, impulsionar o engajamento e, por fim, aumentar as vendas. Esse cenário é bastante promissor, principalmente para o varejo. Com a ajuda de martechs (empresas de marketing digital), as companhias podem atingir seu público-alvo com maior precisão, usando ferramentas como SMS, Rich Communication Service (RCS) e WhatsApp. O marketing de mensagem de texto é a “chave”, pois possui altas taxas de abertura, em comparação com o e-mail mais “tradicional”, é econômico e uma das formas mais diretas de se comunicar com os consumidores. Por meio das ferramentas de automação de mobile marketing que as martechs oferecem, os varejistas podem realizar campanhas personalizadas e direcionadas, alcançando os consumidores finais exatamente onde eles passam a maior parte do tempo — no celular — no momento certo. As marcas também podem usar essa tecnologia para criar programas de fidelidade, oferecer descontos, fornecer brindes e rastrear comportamentos e preferências dos clientes, criando conteúdo personalizado para eles com base em seus interesses, respeitando sua privacidade. Mas uma das maneiras mais eficazes de aumentar as vendas é eliminando as taxas de abandono de carrinho das lojas online, que corresponde a quase três quartos (69,82%) das compras no ambiente digital. As ferramentas de mobile marketing podem ajudar no reengajamento dos consumidores e impulsionar ainda mais as vendas, oferecendo incentivos aos usuários para finalizar suas aquisições. Tais artifícios permitem aos anunciantes segmentar usuários por meio de campanhas multicanal, ao mesmo tempo em que combina o poder de vários recursos em uma solução, incluindo criação de conteúdo, automação de campanha, análise de dados, insights de público, prevenção de fraudes em anúncios e capacidade de gerenciamento do canal. Assim, é possível garantir a melhor experiência e jornada do cliente, padronizando as interações de acordo com a personalidade e as necessidades do usuário e permitindo que as marcas façam campanhas de marketing altamente eficientes e eficazes. O resultado é de três vezes mais conversões e o dobro do engajamento do consumidor quando comparado às campanhas digitais tradicionais. *Por Patrick Marquart, diretor de Vendas Corporativas da Upstream, especialista global em tecnologia de mobile marketing
E-commerce brasileiro cresceu 2% em 2022, revela Nielsen|Ebit

O e-commerce no Brasil cresceu 2% em 2022, de acordo com relatório produzido pela Nielsen|Ebit. O crescimento tímido foi impulsionado pelo primeiro semestre, que observou alta de 6%, em comparação com mesmo período do ano anterior. Os últimos seis meses do ano foram marcados por uma queda de 2%. A taxa que mede a contribuição de cada um dos meses no crescimento total do comércio eletrônico em 2022 apontou que janeiro contribuiu em 87%, e fevereiro, em 71%. Maio também foi um mês de destaque e contribuiu em 23%, sendo esses os três meses mais importantes para o crescimento do e-commerce no ano de 2022. O segmento de Perfumaria e Cosméticos foi destaque em 2022. Reprodução/ Pixabay Na análise que avalia o crescimento de cada mês em comparação com o mesmo período no ano anterior, janeiro teve alta de 20%, enquanto fevereiro cresceu 18%. Nesta mesma comparação, maio teve um desempenho menor, de 4%. “Os resultados, em geral, demonstram desaceleração do crescimento do e-commerce no Brasil. Isso ocorre porque vivemos um momento em que há uma retomada do comércio presencial, com o fim definitivo do isolamento social durante a pandemia no Brasil, além de um ambiente com inflação e juros altos. Mesmo assim, o crescimento de 2% ainda representa relevância e estabilidade do setor”, analisa o head de e-commerce da Nielsen|Ebit, Marcelo Osanai. Categorias no e-commerce Segundo o levantamento, o segmento que teve maior destaque de crescimento em GMV na comparação entre 2022 e 2021 foi o de Perfumaria e Cosméticos, com crescimento de 21,2%. O setor se distanciou em quase 5 pontos percentuais do segundo colocado — Pet Shop, com 16,3%. Em seguida, ficou o segmento de Eletrônicos com 10,5%, e Casa e Decoração (9,6%). Ainda de acordo com a Nielsen|Ebit, em volume de pedidos, o grupo de Alimentos e Bebidas teve um desempenho estrondoso, com alta de 71,7%, em relação a 2021. O segmento de Perfumaria e Cosméticos também visualizou alta, com crescimento de 22,8%, no mesmo período de comparação.
11 ferramentas para vendas online que ajudarão as PMEs a competirem com as grandes marcas em 2023

Tecnologias inovadoras facilitam a vida de quem trabalha na internet e impulsionam as vendas dos pequenos negócios digitais Sabemos que a pandemia foi o grande fator que tornou a digitalização dos serviços uma realidade. Enquanto as grandes empresas já estavam de olho no potencial da internet, as pequenas e médias ainda relutavam. Com as restrições de isolamento, elas não viram escolha e tiveram que se adaptar rapidamente ao novo mundo. Segundo um estudo produzido pela Microsoft e Edelman, 93% das PMEs brasileiras aceleraram seu processo de transformação digital durante a pandemia. Isso porque, ao mesmo tempo em que as marcas estavam se transformando, novas tecnologias foram surgindo e se adaptando, tornando ainda mais fácil e otimizado para as empresas que não são gigantes acessarem o universo online. Com isso, o período garantiu aos empreendedores clientes mais exigentes e educados, que não pretendem deixar o digital para trás. Felizmente, não foi só a cobrança do público que aumentou, mas também as possibilidades de ferramentas úteis e inovadoras, que ajudam a impulsionar os negócios. De olho nas PMEs, separamos algumas dessas tecnologias que facilitam as vendas online e ajudam na competição com as grandes marcas. Confira: Melhor Envio – Plataforma que oferece fretes mais acessíveis O frete é um dos principais fatores que definem a decisão de compra dos clientes. Entretanto, empresas menores, que não possuem contrato com transportadoras, acabam pagando a mais pela entrega, o que as prejudica na competição com as grandes marcas. O Melhor Envio é uma plataforma de intermediação logística que possui contrato com transportadoras e divide esse desconto com os lojistas. A plataforma, integrada com as principais transportadoras do país, oferece valores mais econômicos, além de serviços que facilitam a vida do empreendedor como o rastreio de encomendas, centros de distribuição e programas de vantagem. “Nosso objetivo é trazer agilidade, conforto e competitividade para os lojistas. Sabemos a importância que uma simples ferramenta pode ter quando falamos em otimização, seja de tempo ou financeira. O que fazemos, nada mais é do que usar a tecnologia que desenvolvemos para dar esse respiro aos empreendedores, seja ele micro, pequeno, médio ou grande, oferecendo todo o suporte na logística da loja online”, explica Éder Medeiros, CEO do Melhor Envio. Bling – Sistema de gestão que proporciona soluções para micro, pequenas e médias empresas Além de ter como objetivo facilitar a vida de empreendedores dos mais variados segmentos, o Bling se destaca por proporcionar integração com as plataformas de e-commerce, social commerce e marketplaces de maior relevância do mercado. Além disso, o Bling oferece aos clientes vários serviços essenciais para a gestão de uma empresa, como a emissão de notas fiscais, o controle de estoque, conta digital, integração com os Correios, frente de caixa, aquisição de certificado digital e ordem de produção e muitos outros. Desta forma, empreendedores, sejam eles micros, pequenos ou grandes, podem centralizar todas as operações administrativas e financeiras em um único sistema robusto, seguro e que possibilita a melhoria na gestão de desempenho e econômico do negócio. Devido a quantidade de canais de informações disponíveis hoje, Marcelo Navarini, Diretor do Bling, destaca que o consumidor está cada vez mais exigente, já que possui mais ferramentas tecnológicas para fazer comparações de produtos e serviços das mais variadas marcas: “Entendemos que empreendedores que contam com um sistema de gestão eficiente já larga na frente na hora de conquistar e fidelizar o cliente, já que a ferramenta é capaz de reunir as informações e os dados de todas as áreas das empresas no mesmo sistema. Por isso, buscamos oferecer um serviço sem burocracia, afinal, desde o início, nosso principal objetivo é simplificar os processos de empreendedores para que estes possam direcionar seus esforços para o desenvolvimento e a entrega de seus produtos e serviços”. Ewally – Embedded Finance e Split de Pagamentos ampliam opções a lojista e consumidor Instituição de pagamento especializada em Embedded Finance, a Ewally permite que qualquer varejista se torne um banco digital. Com sua tecnologia para Banking as a Service, a empresa desenvolve sistemas completos para transformar qualquer loja em um banco digital de infraestrutura completa, que inclui depósitos, saques, cartões, transferências por TED e DOC, pagamentos por QRCode, boletos, além de envio e recebimento de Pix. O lojista também pode oferecer ao consumidor diversas opções de parcelamento das compras, além de cashback e programa de pontos. Aos marketplaces, a fintech também disponibiliza o Split de Pagamentos, tecnologia responsável por dividir o valor imediatamente após a compra, destinando o equivalente a cada parte (fornecedor, distribuidor e plataforma de vendas). O objetivo da ferramenta é ampliar a segurança e garantir o pagamento de recebíveis a todos, disponibilizado em contas white label estruturadas pela Ewally. Além de ágil, a estratégia evita múltiplas tributações. TrafficGuard – empresa que evita fraudes em campanhas digitais Com atuação global, a TrafficGuard conta com tecnologia própria de inteligência artificial para mensuração e verificação da jornada do anúncio (desde impressões e cliques a conversões), evitando o desperdício de investimentos. Com a utilização de inovação e machine learning, previne, em tempo real, perdas por fraude e tráfego inválido em anúncios digitais antes que esses problemas afetem a performance das campanhas em diferentes canais de mídia, como Google Ads, Facebook Ads, redes mobile e afiliados. Para testar a TrafficGuard por 30 dias gratuitamente e driblar os cliques fraudulentos de campanhas digitais, basta acessar o site e realizar o cadastro. KingHost – empresa que oferece criação e hospedagem de site e e-mail profissional A KingHost é uma empresa que investe na diversificação do portfólio para simplificar a relação com a tecnologia de pessoas com ou sem conhecimento técnico. Oferece serviços que incluem hospedagem e criação de sites, e-mail profissional e registro de domínio. A marca oferece as principais soluções digitais para que os empreendedores alavanquem os resultados de suas empresas. MadeinWeb – Inteligência Artificial (IA) voltada para negócios A MadeinWeb é uma provedora de serviços de TI, com mais de 20 anos de atuação no setor de tecnologia. Como parceira das empresas, possui a capacidade de entregar projetos sob medida para os
61% dos brasileiros compram mais pela internet do que em lojas físicas

Mesmo com a desaceleração econômica em todo o mundo, o varejo online continua ganhando destaque como uma fonte de vendas constantes. Mais do que nunca, os consumidores demandam comodidade, e os comerciantes correm para aprimorar o atendimento e oferecer uma maior variedade de produtos. Para mapear as tendências que afetarão diretamente os negócios no próximo ano e entender as transformações do consumidor, a Octadesk, em parceria com a Opinion Box, preparou o anuário E-commerce Trends 2023. Com a participação de mais de dois mil consumidores, o estudo mostra que 61% dos brasileiros preferem realizar compras online ao invés de se dirigirem às lojas físicas. Ou seja, em média, a cada cinco pessoas, três adquirem algo pelo e-commerce. Segundo Rodrigo Ricco, CEO da Octadesk, mesmo diante de um cenário positivo, é preciso estar atento às novidades, especialmente para quem quer se aventurar no comércio digital. “Neste material, vimos que preço e praticidade foram os principais fatores que impulsionam o varejo online. 73% dos entrevistados afirmaram que nas lojas online é possível encontrar preços mais baixos do que nas lojas físicas. Já 72% contam que a praticidade de comprar sem sair de casa é o principal ponto. Além disso, promoções que só se encontram na internet (69%), facilidade para comparar preços (63%) e maior variedade de produtos (55%) também foram listados”. Ricco completa que a experiência de compra está ligada aos principais fatores que influenciam o cliente na tomada de decisão. “Além das questões financeiras, é fundamental garantir uma experiência positiva em toda jornada virtual. O processo de compra precisa ser fácil e prazeroso, buscando oferecer uma boa experiência desde a navegação na loja, a descrição do produto, passando pela agilidade no caso de necessidade de atendimento”. Diante de um cenário de crescimento nas compras online, outro destaque é a frequência da prática: mais de 40% dos participantes afirmaram comprar online mais de uma vez por mês – variando de uma a várias vezes por semana. Além disso, o anuário mostra que os canais de atendimento também influenciam o consumo do público. “Isso acontece porque a qualquer momento o cliente pode precisar entrar em contato com a empresa, seja para tirar uma dúvida, fazer uma reclamação ou oferecer sugestões”, comenta Ricco. Neste cenário, o chat online foi o favorito com 39%, em seguida apareceu o WhatsApp (28%) e em terceiro, as redes sociais (12%). “Vale destacar que, de todos os canais citados, os consumidores tiveram menos preferência pelo e-mail, com apenas 5% dos votos. Por isso, é interessante ficar de olho no que está em alta e, principalmente, no que não favorece as estratégias do seu negócio, para manter a competitividade no mercado”, completa o executivo. Se antes, acreditava-se que algum produto não teria uma boa performance no online por conta de limitações, hoje, o estudo mostra que o e-commerce evoluiu a ponto de minimizar os principais atritos. Com ajuda de tecnologia de Realidade Virtual e Realidade Aumentada ou até mesmo com a logística reversa, os segmentos que apresentam melhor performance de vendas no ambiente virtual foram roupas (60%), eletrônicos (49%), calçados (47%), eletrodomésticos(42%) e artigos de beleza (41%). “Investir em preços competitivos, na praticidade e em promoções pode ajudar a fazer com que o seu e-commerce se destaque no nicho de atuação. Assim, é possível garantir que os consumidores escolham e consumam o seu produto ou serviço”, finaliza Ricco. Para saber mais, acesse o E-commerce Trends 2023 Fonte: Portal E-commerce Brasil, com reportagem de Dinalva Fernandes