Mães e filhas empreendem juntas com ‘bar de beleza’ e faturam R$ 10 milhões com franquias

As amigas Gisela Prochaska e Deborah Paulino se uniram para abrir um salão de beleza express, que serve vinho e champanhe em São Paulo, e chamaram as filhas para ajudá-las nos negócios Um local para chegar com pressa e se arrumar em poucos minutos, com uma taça de vinho ou champanhe nas mãos, para sair pronta para o compromisso em até uma hora. Essa é a proposta do Stylebar, rede de franquia de salões de beleza express fundada pelas amigas Gisela Prochaska, de 62 anos, e Deborah Paulino, de 58, que trouxeram as filhas para o negócio e faturaram R$ 10 milhões em 2022. Agora, prestes a inaugurar a primeira loja fora de São Paulo, na cidade de Recife, o negócio projeta alcançar uma receita de até R$ 12 milhões neste ano. A ideia do Stylebar surgiu por volta de 2016. Correndo contra o tempo, Prochaska precisou encontrar uma forma rápida de se arrumar para um evento em Nova York. Por intermédio da filha, Luiza Justus, de 30 anos, ela acabou conhecendo o universo dos “bares de beleza”, com atuação segmentada e ágil na megalópole. Aquilo chamou sua atenção, e foi inevitável comparar com o modelo de atendimento que existia no Brasil à época. “O comportamento no Brasil era diferente. As mulheres estavam acostumadas a fazer tudo no mesmo lugar”, diz. Assim, ela se debruçou, junto com sua amiga Deborah, em dois anos de estudo para entender como trazer o formato para o Brasil. As duas resolveram chamar as filhas para a empreitada. Justus, filha de Prochaska, comanda a direção criativa. Já as duas filhas de Deborah, Bianca, 29, e Carolina Paulino, 27, são responsáveis pelo StyleAcademy (centro de formação de profissionais de beleza, paralelo à rede) e pela arquitetura dos espaços, respectivamente. “Um salão de beleza é o ponto de encontro de mulheres de diferentes gerações, então nada mais justo que trazer isso pra dentro desse nosso sonho”, diz Prochaska. A primeira loja foi aberta em maio de 2018, e o negócio foi sendo ajustado com o tempo, inclusive com a entrada de uma linha própria de produtos, em parceria com a Farmaervas, que é utilizada nos processos e vendida para as clientes. Hoje os itens correspondem a 7% do faturamento e têm como objetivo reforçar a marca, inclusive fora dos salões. A empresa também apostou em uma série de combos que proporcionassem agilidade e economia, além da possibilidade de realizar o agendamento por aplicativo. Mesmo para quem vai de última hora, a proposta é que a espera não seja de mais de dez minutos, se ocorrer, segundo Prochaska. “O Stylebar foi feito para a mulher moderna, a que não tem tempo, que trabalha, que cuida da casa, que tem filho. Muitas não têm duas ou três horas para ficar perdendo tempo com cabeleireiro.” A ideia é que o serviço seja concluído em até 60 minutos, na maioria dos casos. Para isso, as empreendedoras optaram por trabalhar apenas com serviços rápidos, sem nada que envolva química ou corte, por exemplo, e um número elevado de atendentes. O tíquete médio é de cerca de R$ 190. O carro-chefe da casa é o combo de cabelo e maquiagem, que sai por R$ 298. De acordo com a empreendedora, o custo se mantém abaixo do mercado por conta do uso da linha própria de produtos. Os salões ainda servem vinho e champanhe – a primeira taça sempre é cortesia, quando a cliente faz um serviço –, além de cafés e capuccino. “Atingimos o ponto de equilíbrio em quatro meses, e já recebíamos muitas propostas de franquias. Estruturamos, fizemos a análise de escalabilidade da empresa, contratamos uma consultoria. Tudo que precisava para a empresa poder franquear”, afirma. O segmento de Saúde, Beleza e Bem-Estar tem se mostrado um dos mais resilientes dentro do sistema de franquias, de acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF). No primeiro trimestre de 2023, o faturamento das marcas que operam no nicho foi de R$ 12,3 bilhões, 27% a mais do que o mesmo período do ano passado. A busca pela conveniência no segmento ajudou a dar origem a diversas marcas com o conceito de “fast beauty” nos últimos anos, como a própria Stylebar. Alguns exemplos são a Fast Escova, Turquesa e o belle.club. A primeira unidade franqueada da Stylebar foi vendida em 2019, e mais duas foram negociadas ao longo da pandemia, abrindo em 2021. Até o momento há cinco lojas implantadas, duas em processo de abertura e três em negociação. O plano é terminar 2023 com sete unidades inauguradas e um faturamento de até R$ 12 milhões. O investimento para abrir uma franquia da Stylebar é a partir de R$ 400 mil, já incluso a taxa de franquia, considerando espaços a partir de 80 metros quadrados. O prazo de retorno é estimado em até 25 meses, com um faturamento médio mensal de R$ 80 mil. *Com informações do portal PEGN
50% das franquias de alimentação operam marcas ‘invisíveis’ só para delivery, diz ABF

Dados foram apresentados durante evento da Associação Brasileira de Franchising (ABF), em São Paulo Após longos três anos de transformações, as franquias de alimentação faturaram R$ 51.918 bilhões em 2022, 18% a mais do que em 2021. O número de unidades cresceu 9%, ultrapassando 40 mil, e o número de redes teve um avanço de 5%, totalizando 857 marcas. No primeiro trimestre deste ano, o crescimento no faturamento foi de 20%. O setor também se transformou e passou a diversificar as culinárias oferecidas: 50% afirmam que tinham marcas exclusivas para delivery em seu escopo de negócios em 2022. Os dados foram apresentados no Seminário Setorial de Food Service, evento da ABF Franchising Week 2023, que acontece nesta segunda-feira (26), em São Paulo. No evento, foram apresentados os resultados da Pesquisa Setorial de Food Service 2023, que contou com a participação de 41 marcas, que representam 42% do faturamento e 8.960 pontos de venda. De acordo com o levantamento, feito em parceria com a consultoria Galunion, 95% das redes apostam em multifranqueados (franqueados que comandam mais de uma unidade), sendo que 73% permitem que os empreendedores trabalhem com mais de uma marca. Mais da metade das unidades franqueadas (52%) está em shopping centers, e 39% estão em pontos de rua. Apenas 9% estão em galerias e outras localizações. Exclusividade no delivery atingia 44% das redes em 2022 O delivery era usado por 93% das marcas entrevistas em 2022, sendo que 44% atuavam com exclusividade com alguma plataforma de marketplace, como iFood ou Rappi. Em março deste ano, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) fechou um acordo com o iFood que impede contrato de exclusividade com redes acima de 30 restaurantes. O canal caiu 10% em share nas franquias em 2022, mas cresceu 14% em valor nas operações das marcas. A taxa média de entrega fica em R$ 8. A pesquisa ainda identificou que o tempo médio de entrega é de 23 minutos, considerado o período de produção e espera do motoqueiro. As redes pesquisadas apontaram elementos que precisam melhorar na relação com os marketplaces: Preço elevado do serviço (85%) Acesso aos dados dos clientes (82%) Conciliação financeira (67%) Falta de mecanismos para interagir em caso de problemas ocorridos com clientes (55%) Metade das franquias possui uma marca virtual, desenvolvida somente para o delivery. Alguns exemplos são o China in Box, Giraffas e Mr. Cheney. A pesquisa identificou a existência de 2,7 marcas virtuais, em média, para quem opera a modalidade. “Isso mostra que, destes, alguns devem ter muitas marcas, já que sabemos que outros contam apenas com uma marca. Já sobre o modelo de operação, 95% são dentro de lojas existentes, podendo ser própria ou de franqueados, enquanto 37% são em dark kitchens próprias e apenas 11% dentro de lojas de outras marcas já existentes”, diz Simone Galante, CEO e fundadora da Galunion. Serviços rápidos dominam o setor O levantamento identificou que Grelhados/Churrasco representa a maior fatia entre as culinárias oferecidas no sistema de franquias, com 17%. Há um empate técnico no segundo lugar, ocupado por Hamburgueria e/ou Sanduicheria, Cafeterias/Chás e Outros, todos com 15%. O modelo de negócio mais expressivo é o serviço rápido, que se aplica a fast-food, fast casual, self-service, em lanchonetes e cafeterias, que representa 73%. “Nota-se que houve um aumento expressivo por restaurantes e locais que ofereçam o serviço rápido, tanto presencial como delivery ou takeaway. Diante disso, foi possível observar que as redes investiram em estratégias e mudanças no menu para se adaptar ao perfil dos clientes. Com isso, 44% optaram tanto pela redução de itens no cardápio, quanto pela reorganização do menu para publicação online ou digital em diferentes plataformas. Isso também auxilia na tentativa de diminuição dos impactos da inflação que o setor de alimentação vem sofrendo”, diz Tom Moreira Leite, presidente da ABF. Tíquete médio mais elevado no delivery Os dados ainda mostram que há uma diferença em relação ao tíquete médio. No geral, o valor é de R$ 53,33. Mas há um aumento no valor quando o pedido é feito para o delivery, saindo por R$ 55,99 (sem taxa) e R$ 61,64 (delivery com taxa). Operações no salão têm um tíquete médio menor, de cerca de R$ 52,69. Galante pondera que alguns restaurantes com serviço de mesa, como gastrobares, têm tíquetes mais elevados no presencial e pouca incidência de delivery. O Custo de Mercadoria Vendida (CMV), que inclui itens descartáveis, logística e mão-de-obra direta, por exemplo, com base em valores sobre faturamento bruto, passou de 33,4% em 2021 para 33,8% em 2022, uma variação de 0,4%. Os custos de ocupação sob o faturamento bruto são de 18% para shoppings, 11% para pontos nas ruas e 14% para galerias e outros locais. Para 2023, as redes apontam que os maiores desafios são a manutenção do Custo de Mercadoria Vendida (CMV) (29%), recuperação do faturamento durante e pós-pandemia e recrutamento (29%) e treinamento e seleção de equipes (29%). Em 2022, os maiores desafios, para 63%, eram a relação de franqueado e franqueador, transformação digital e rentabilidade. Redes apostam em collabs e itens veganos Cada marca lançou, em média, 12 produtos novos ao longo de 2022. A principal aposta (51%) para este anos são as parcerias de co-branding com fornecedores conhecidos. Outra parte (44%) ampliou a oferta de itens veganos ou vegetarianos, e 39% buscaram novos itens pautados em saúde e bem-estar, como alimentos funcionais ou de reforço para a imunidade. “Outras tendências que são monitoradas pelas redes englobam alternativas para redução de desperdícios e produtos e ingredientes sustentáveis, ambos representando 29%”, diz Galante. Menu reduzido, quiosques e eventos estão no radar Para a expansão futura, as redes têm priorizado formatos diversos, como loja de menu reduzido (49%), quiosques (41%), lojas em lugares não tradicionais (41%) – como festivais, foodhalls, dentro de comércios ou espaços culturais cujo foco não é alimentação –, pontos de venda avançados (32%), restaurantes virtuais (29%) e lojas autônomas (24%). Redes relatam adesão a pilares ESG Nesta edição, a pesquisa buscou entender como as marcas têm promovido ações que promovam os pilares do
10 dicas essenciais para aproveitar a feira de franquias da ABF em 2023

A ABF Franchising Expo começa na próxima quarta-feira (28/6), mas a preparação para visitar o evento vem antes. Veja o que dizem especialistas Entre os dias 28 de junho e 1º de julho, acontecerá a feira de franquias ABF Franchising Expo, no Expo Center Norte, em São Paulo. O evento reunirá mais de 400 marcas expositoras e é considerado o maior do gênero na América Latina. No primeiro trimestre de 2023, o setor de franquias faturou R$ 50,8 bilhões, um crescimento de 17,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os segmentos que puxaram esse resultado foram Hotelaria e Turismo (37,5%), Saúde, Beleza e Bem-Estar (27%) e Alimentação Food Service (21,2%). O setor já registra resultados 22,6% maiores do que o pré-pandemia, em 2019. Um terço dos expositores do evento (129 empresas) é estreante ou retorna ao evento após mais de cinco anos de hiato. “Ver essa profusão de novas marcas expositoras, dos mais variados segmentos e áreas de atuação na feira da ABF a cada ano, e, em especial, neste período pós-pandemia, é um reflexo do dinamismo, da criatividade, da capacidade de se reinventar que o franchising brasileiro possui”, analisa Tom Moreira Leite, presidente da Associação Brasileira de Franchising (ABF). Entre as marcas que estreiam este ano estão nomes como Boteco do Manolo (alimentação), Maria Gasolina Express (de minimercados autônomos), Milon (rede de moda infantil, do Grupo Kyly) e Ubiz Car (aplicativo de transporte urbano). Apesar de apresentar múltiplas oportunidades de negócios, especialistas recomendam cuidados ao visitar o evento. O primeiro deles é que nenhum contrato de franquia pode ser assinado na feira: por lei, o contrato só pode ser firmado, no mínimo, dez dias após o recebimento da Circular de Oferta de Franquia (COF), o documento que contém todas as informações sobre a marca. Outro cuidado é ter consciência da própria capacidade de investimento. No ano passado, mais da metade das marcas expositoras tinham um investimento inicial total de até R$ 200 mil, mas há opções de franquias mais baratas na edição deste ano, a partir de R$ 7 mil. “Lembre-se: todo investimento deve oferecer rendimentos proporcionais, e não milagrosos ou aquém do esperado”, afirma a advogada especialista no setor, Melitha Novoa Prado, sócia do Novoa Prado Advogados. Confira algumas dicas para aproveitar bem a feira e fazer bons negócios: 1. Estude o sistema de franquias Antes de visitar a feira de franquias, é importante conhecer o sistema. Alguns cursos online da própria ABF podem ajudar, assim como o conteúdo publicado em PEGN. Entender termos técnicos, documentação necessária e como funciona a relação franqueado e franqueador é fundamental para chegar ao evento preparado. Aproveite para ler o Guia de Franquias 2023/2024, que Pequenas Empresas & Grandes Negócios lança no dia 27 de junho e tem informações importantes para quem pensa em ter uma franquia. 2. Identifique se você tem perfil para ser um franqueado Após conhecer o sistema de franquias, o ideal é que o empreendedor faça uma autoanálise e entenda se tem o perfil para ser um franqueado. É preciso seguir padrões e norma da franqueadora, bem como pensar o negócio regionalmente. 3. Tenha foco ao visitar a feira Antes de ir para a feira de franquias, pesquise sobre os segmentos que vão expor no evento e tente identificar com qual você tem mais afinidade. Para essa análise, considere sua disponibilidade financeira, o tempo que você precisará dedicar ao negócio e a localidade onde pretende instalar a franquia. Com tudo anotado, visite marcas condizentes. “Resista à tentação de entrar em estandes que fujam completamente do valor que você tem para investir, porque essas empresas provavelmente oferecerão benefícios além daqueles que você pode acessar e isso o frustrará. Isso não significa que as marcas às quais você pode aderir sejam inadequadas”, diz Prado. 4. Não ignore redes estreantes Ana Vecchi, CEO da Ana Vecchi Business, diz que “toda marca grande já foi uma estreante”. Dessa forma, é importante considerar as redes com pouco tempo de existência e analisar critérios objetivos. “Há estreantes que já nasceram com foco no modelo de negócio franquia e se estruturaram para tal. Nem sempre a quantidade de franquias existentes é um bom referencial”, diz. 5. Cuidado com promessas milagrosas Vecchi recomenda cautela com discursos de retorno garantido, principalmente de valores exorbitantes em curto prazo. Se for o caso, desconfie. “Não há milagres no sistema de franquias. Há muito trabalho e retorno de investimento, que depende de uma série de fatores, incluindo know-how da equipe da franqueadora, treinamento, acompanhamento, omnicanalidade, canal de vendas certo, investimento adequado na praça de atuação e e produtos que a franquia vende”, afirma Vecchi. 6. Fuja de processos seletivos sem critério Acenda um alerta para tudo que for rápido demais, principalmente processos de seleção “relâmpago” ou “automáticos”. Se as dúvidas não são respondidas antes de se avançar na negociação, elas podem se tornar problemas futuros. “Desconfie da franqueadora que não se importa muito com quem entrará em sua rede”, afirma Prado. A especialista acrescenta que a feira não é o local mais adequado para se escolher uma franquia, mas sim para colher informações e ter uma base de comparação. O detalhamento deve ser feito a partir de um segundo encontro. “Apenas passando por um processo de seleção cauteloso é que o franqueador consegue saber se aquele franqueado é ideal para sua marca e o franqueado entende os pormenores da marca, desenvolvendo as expectativas corretas do negócio.” 7. Converse com outros franqueados Antes de sinalizar interesse em fechar negócio, é recomendado buscar outros franqueados que trabalhem com a marca ou que já tenham saído da rede nos últimos 24 meses. As informações devem ser cedidas pela própria franqueadora, com a Circular de Oferta de Franquia (COF). Esse contato é ainda mais necessário em situações de repasse, quando a marca tenta vender uma loja já pronta e ativa para um novo franqueado. “Nesses casos, é preciso ter cuidado e experiência para analisar planilhas e saber se o negócio será rentável. Vale a pena conversar com o franqueado anterior para
Jogador desiste do futebol e se torna empreendedor: “R$ 1 milhão por mês”

Ex-lateral Diego Manoel conta sobre as dificuldades que passou e a vontade de trabalhar com vendas De promessa da base do Joinville Esporte Clube a dono de mais de 40 lojas em todo o Brasil. Esta é a história de Diego Manoel, 31 anos, ex-lateral-direito que abandonou a carreira no futebol por dificuldades para virar empreendedor no ramo de vendas. Joinvilense e morador do bairro Itinga na infância, o ex-jogador já foi considerado uma das joias do Tricolor, mas desistiu da carreira por conta de lesões e decisões ruins, segundo ele. Atualmente CEO da It Case, loja de acessórios para celular, Diego Manoel conta a trajetória de sucesso com orgulho e relembra episódios marcantes vividos no futebol profissional. O início no JEC Com o pai ausente por ser usuário de drogas, Diego conta que a mãe, caixa de supermercado na época, nunca teve condições de o colocar em uma escolinha de futebol, devido a mensalidade. Aos 11 anos, recebeu o convite de um vizinho para um treino experimental, chamou a atenção de treinadores e ganhou uma bolsa em uma escolinha local. No mesmo ano, durante o Campeonato Citadino de Base em Joinville, enfrentou o JEC no primeiro jogo. — Eu nunca tinha disputado um campeonato de futebol. Perdemos por 4 a 2, mas lembro que fiz uma partida maravilhosa e o treinador do Joinville já veio atrás de mim, para me levar ao clube. Mas não poderia abandonar a escolinha que me deu oportunidade — conta. Em 2005, um ano depois, após contato frequente dos diretores do JEC, foi jogar pelo clube, até assinar o primeiro contrato profissional em 2009, aos 16 anos. Lesões e turbulência na carreira No ano em que o ex-lateral subiu ao profissional, o Joinville não tinha calendário nacional. Mesmo assim, Diego já estava cotado para ser um dos titulares da posição na Copa Santa Catarina. Porém, em 2009, sofreu uma lesão de ligamento cruzado anterior, que o afastou dos gramados por seis meses. — O Sérgio Ramirez, técnico na época, foi atrás da minha mãe, contou sobre a lesão e disse para ela ficar tranquila porque eu era uma joia e ganharia todo o suporte possível — afirmou. — Eu era cabeça dura, achei que a qualquer momento eu viraria jogador profissional de futebol, então na primeira cirurgia eu não tive o cuidado necessário, não fiz a fisioterapia correta, estava em balada, festa — relembra. Recuperado da primeira lesão, em 2010, Diego Manoel fez a pré-temporada com o clube, mas novamente machucou o joelho e ficou mais de um ano fora. Na volta, com nova diretoria e técnico, foi rebaixado aos juniores, e recebeu a notícia de que o contrato não seria renovado. Rodagem em clubes e fim da carreira Até desistir da carreira, Diego rodou por diversos clubes do interior paulista, além de Coritiba (PR) e Guarani de Palhoça (SC). Neste último, foi campeão do Campeonato Catarinense Série B em 2012. Por decisão do empresário, não renovou contrato e, sem novas propostas de clubes maiores, aceitou jogar no Fluminense do Itaum, em Joinville. Desempregado na maior parte do ano e sem competição para jogar, desistiu da carreira aos 20 anos, em 2015. Primeiros passos no empreendedorismo Após sair do futebol, Diego tinha vontade de trabalhar com vendas, por já ter tido uma experiência quando era jovem. Assim, pediu oportunidade em uma loja de acessórios para celular, de um amigo, e conseguiu ser contratado. Com três meses, foi promovido a gerente, depois da saída do amigo. Segundo ele, a loja passava por dificuldades, e foi aí que resolveu abrir o próprio negócio, também de acessórios para celular, com a esposa. — Nós iniciamos com o Center Cell. Inauguramos a primeira unidade em junho de 2017, e em dezembro já estávamos com a terceira unidade. A cada seis meses a gente estava inaugurando lojas — disse. Em 2022, comprou a franqueadora It Case. — Hoje nós com as vendas de franquia, com royalties, temos um faturamento de R$ 1 milhão e meio por mês — afirma. Em Joinville, a loja está localizada na Avenida Getúlio Vargas, no bairro Anita Garibaldi. Volta ao futebol e disputa da Libertadores No mês passado, Diego Manoel voltou ao JEC, desta vez, no futebol 7, com o JEC/Bola na Rede, na conquista do vice-campeonato da Libertadores de Futebol 7 2023. — Foi muito bacana poder reviver tudo aquilo que a gente já viveu um dia, principalmente em uma competição tão grande quanto a Libertadores — disse. *Com informações do ge.globo
Confira 7 franquias enxutas para empreender em lugares a partir de 3m²

São possibilidades de até 20m² para quem não pode investir em grandes espaços Nem sempre as pessoas que gostariam de empreender podem arcar com os custos de aluguel ou comprar espaços em pontos comerciais com uma metragem alta para abrirem o próprio negócio. Pensando nessa demanda reprimida e sentindo o aumento da procura por franquias mais compactas, muitas franqueadoras resolveram lançar modelos neste formato para facilitar o empreendedorismo. Confira algumas ideias inovadoras, a partir de 3m², para realizar este sonho. A rede Yes! Cosmetics, empresa com mais de 20 anos de atuação no segmento de beleza e cosméticos, lançou o modelo cápsula para o franchising. Com valor de investimento inicial mais acessível, a partir de R$ 70 mil, a proposta é que a microfranquia seja implementada em locais com até 3m² e em pontos estratégicos, como galerias, supermercados e estações de trem, devendo capitalizar a marca e estar presente em cidades com até 20 mil habitantes. A cápsula foi formatada para ser implantada rapidamente, em cerca de 60 dias. A área necessária é a partir de 2,4m², o que diminui o valor do aluguel, e pode ser operada por apenas um funcionário, minimizando o custo final ao franqueado. A Lavô é a maior franquia de lavanderias self-service do Brasil. Inaugurada em 2018, entrou para o franchising em 2020 e já conta com mais de mil unidades comercializadas pelo Brasil. Com a missão de democratizar e simplificar o serviço, a franquia dispensa funcionários, pode ser gerenciada à distância, por meio do sistema online e tem exigência mínima de 20m², chegando até os 30m² em operações com necessidade de mais máquinas. No modelo loja (container e sala comercial) o investimento inicial é a partir de 199 mil, com faturamento médio mensal de R$ 20 a 30 mil. Já para unidades em condomínios, o investimento inicial é a partir de R$149 mil e o faturamento médio mensal de R$10 a 15 mil. Ambos possuem prazo de retorno de 18 meses. A Magnólia Papelaria, maior franquia de papelaria organizacional e que tem como propósito estimular a organização e consequentemente a produtividade de jovens e adultos, conta com o modelo quiosque para o franchising. Com um investimento inicial de R$130 mil e faturamento médio mensal de R$49 mil, o quiosque exige uma área mínima tradicional de 3x2m². A rede aposta na instalação em shoppings centers e aeroportos. Já a Mr. Fit, rede pioneira de fast-food em alimentação saudável, disponibiliza um modelo de negócio em formato de quiosque, que a partir de uma operação enxuta, atende as necessidades dos franqueados e seus clientes. Com unidades de 9 a 12m², o modelo pode ser explorado em lugares com grande fluxo de pessoas, como os shoppings, O investimento inicial para abrir uma unidade é a partir de R$ 77 mil (incluso taxa de franquia), com um faturamento médio de R$ 30 a R$ 60 mil e prazo de retorno de 10 a 36 meses. Com a intenção de oferecer uma opção rápida para o consumidor, a Mais1.Café, maior rede de cafeterias to go do Brasil, trabalha com bebidas da mais alta qualidade em várias opções, desde o clássico coado até drinques gelados com café de grão especial. Para acompanhar as bebidas, o cardápio tem salgados e doces importados da Europa que possibilitam diversas combinações para potencializar a experiência. Atualmente, a Mais1.Café está presente em mais de 220 cidades, em 25 estados brasileiros e no Paraguai, e conta com mais de 600 unidades confirmadas no Brasil. A rede possui unidades em formato de lojas de rua, shoppings e containers a partir de 12m², com investimento inicial de R$ 85 mil (incluso instalações, taxa de franquia, estoque inicial), faturamento médio de R$ 30 mil e o prazo de retorno de 18 a 24 meses. A Minha Quitandinha atua com o intuito de trazer praticidade para o cotidiano do consumidor e do franqueado. A rede de minimercados autônomos que opera em complexos residenciais ou comerciais durante 24 horas, nos sete dias da semana e sem a necessidade de um vendedor para a intermediação da compra não exige muito espaço, adaptando-se a locais acima de 2 m². Ou seja, uma loja pode ser instalada no hall de entrada, recepções, corredores ou até mesmo em uma vaga de garagem. O layout é totalmente personalizado para cada projeto, podendo, inclusive, ser instalado em um container em casos de áreas externas. Ao todo, a marca, que disponibiliza um portfólio com uma média de 700 produtos, conta com um investimento inicial a partir de R$ 42 mil (inclui a taxa de franquia + instalação), faturamento médio mensal de R$ 18 mil e um prazo de retorno de 10 a 18 meses. A Le Petit Macarons, primeira boutique brasileira especializada no doce francês, dispõe de 33 sabores de macarons sem glúten, com opções exclusivas também sem lactose. Preparados a base de farinha de amêndoas, pastas italianas, açúcar impalpável e chocolate belga, os macarons podem ser comercializados, juntamente com cafés e chás importados, em até quatro modelos de negócio, sendo o mais enxuto deles o modelo Carretino, que necessita de no mínimo 2m² para atender às necessidade de clientes e franqueados. Com investimento inicial de R$ 100 mil (incluso taxa de franquia, instalações, equipamentos e estoque inicial), o modelo proporciona faturamento médio mensal de até R$ 25 mil e prazo de 24 a 36 meses para retorno.
Dia das mães: conheça 12 histórias de mães empreendedoras

O empreendedorismo e a maternidade têm mais pontos em comum do que se imagina. Ambos exigem atenção, cuidado, paciência e, acima de tudo, muita dedicação. Entre os motivos que levam a maioria das mães a empreender estão a realização de um sonho ao lado do filho, a possibilidade de ficar mais perto deles e até mesmo um recomeço depois de uma demissão, principalmente as que acontecem no retorno da licença maternidade. Seja qual for a causa, os filhos são sempre um incentivo a mais para a realização de qualquer mãe. Neste Dia das mães, celebrado em 14 de maio, confira a história de 12 mulheres que fizeram da maternidade uma razão a mais para se tornarem donas dos seus próprios negócios: Mãe e filha se juntam em franquia Em outubro de 2020, quando o marido foi internado na UTI em estado grave por conta da Covid-19, Cláudia Brito Figueiredo, de 54 anos, residente em Belém do Pará, precisou fechar temporariamente a clínica médica do cônjuge, na qual atuava como administradora. Foi nesse momento em que percebeu que precisava abrir um negócio próprio, pois, caso perdesse o marido, não teria como continuar pagando as contas. Na mesma época, Jéssica Luiz Brito Figueiredo Furtado, 30, filha da Cláudia, encontrava-se desiludida com a profissão de advogada, e, prontamente, aceitou a proposta da matriarca de empreenderem juntas em um novo negócio. Mãe e filha começaram a busca por franquias e acabaram chegando no segmento de minimercados autônomos. “Após muita pesquisa, a rede que mais chamou nossa atenção foi o market4u devido ao suporte que eles oferecem aos franqueados e, por isso, iniciamos o processo para abrir uma unidade”, conta Cláudia. Inicialmente, as duas não foram selecionadas pela franqueadora e precisaram insistir mais uma vez. “Só fomos aceitas na segunda vez em que participamos da pré-seleção e, aí sim, eles começaram a nos orientar e preparar para abrirmos a franquia”, lembra Cláudia. Atualmente com duas unidades, a dupla se prepara para dar o passo na terceira loja. “Atuamos com as nossas antigas funções, mas o plano é expandir ainda mais o número de unidades e seguir apenas com a rede”, finaliza Jéssica. Mudança de vida aliada a realização A maternidade foi a virada de chave para Danila da Silva, de 40 anos, mudar de vida e abrir seu próprio negócio. Mãe da Maria Eduarda, 12, Heloísa, 4, e do Benício, de 5 meses, e há 13 anos trabalhando como coordenadora administrativa, ela resolveu seguir o sonho de um empreendimento que proporcionasse mais liberdade financeira e gestão do próprio tempo. Foi assim que, em novembro de 2020, iniciou a operação da Maria Brasileira em Sorriso, no Mato Grosso. “Ser mãe foi o principal motivo para empreender, pois sempre quis acompanhar de perto o crescimento e desenvolvimento dos meus filhos e trabalhando em tempo integral em uma empresa isso não era possível. Trabalhar de casa para poder dar mais atenção aos meus filhos também me proporcionou liberdade financeira maior, já que aprendi a ser resiliente, ir com medo mesmo e que nem tudo são flores. Embora exija muito comprometimento, o negócio é meu e vale a pena todo o esforço”, afirma a franqueada. Mãe jovem Ana Paula Borges, 36, foi mãe aos 16 anos. Criou a filha Letícia da Silva Pereira sem pensão, mas teve o apoio da sua mãe, Maria Clesia Borges da Silva, avó da Letícia. Hoje, 20 anos depois e prestes a formar a filha na universidade, no curso de economia, Ana Paula se permitiu viver o tão sonhado empreendedorismo. “A Letícia é o meu maior orgulho, dediquei tudo a ela para que tivesse acesso aos estudos e terminasse a faculdade. Minha missão, de formá-la, está quase concluída. Desde que ela nasceu, optei pelo que considerava ‘estável’: um emprego que garantisse férias, décimo terceiro salário e FGTS. Agora estou seguindo meu coração ao empreender”. A unidade Emagrecentro, localizada na cidade de Taubaté, região do Vale do Paraíba, interior de São Paulo, está na fase de obras com inauguração prevista para maio, mês do Dia das Mães. Filha exemplar Em 1996, a carioca Regina Jordão contrariou amigos e familiares e apostou num negócio que, a princípio, não parecia ser boa ideia: o Pello Menos, um centro especializado em depilação, na época, apenas à cera. Regina, que sonhava arriscar-se no empreendedorismo, abriu uma salinha pequena para atendimento localizada no bairro de Copacabana. A filha Alessandra Jordão, então adolescente, abraçou o sonho da mãe e colocou a “mão na massa” logo cedo. Ela panfletava com as amigas depois da aula e aprendia tudo sobre o negócio. Atualmente a rede oferece o serviço de depilação a laser e conta com 45 unidades nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, além de Brasília. Bela parceria A busca por um negócio que tivesse sinergia com a personalidade e os objetivos profissionais foi o que alavancou a parceria de mãe e filha, Marli Arriera, 51 anos, e Pollyana Arriera Kraus, 18 anos, em um novo empreendimento. As sócias inauguraram uma unidade da Yes!Cosmetics, empresa com mais de 20 anos de atuação no segmento de beleza e cosméticos. “Escolhemos a marca por se tratar de uma empresa que visa a valorização da beleza e por sentir que estamos atuando em uma área que realmente nos representa como pessoas e profissionais”, conta Marli. A empreendedora também aponta que o fato de serem de gerações diferentes é uma grande oportunidade de trazer ideias e perspectivas que agregam ao negócio, estratégia que se mostrou promissora, já que, durante a inauguração da loja, alcançaram o 5º lugar no ranking de vendas da marca. “Esperamos que essa investida seja um completo sucesso e sirva de porta de entrada para que possamos evoluir cada dia mais como empresa e empreendedoras”, conclui a mãe sobre as expectativas para o futuro. Pioneiras Maricea Checon Gratão, de 50 anos, junto a filha Milena Gratão, 29 anos, resolveu tirar o sonho de empreender da gaveta. Alimentando a vontade de ter o próprio negócio, ela e a filha, que moram na cidade de Barcarena,
Bancária se reinventa como empreendedora no agronegócio

Mariane ousou, investindo em um setor dominado por homens Não é nenhuma novidade que as mulheres vêm ganhando cada vez mais espaço, ocupando cargos de liderança, tornando-se executivas e alcançando patamares onde apenas os homens tinham vez. No cenário rural, não é diferente. De acordo com o IBGE, cerca de 20% das propriedades rurais são administradas pelas mulheres e, saindo dos limites das porteiras, cada vez mais as vemos se destacando e conquistando o seu espaço no agronegócio. Prova disso é Mariane Cristina Lugli de Brito Oliva, 30 anos, que notou o potencial desse mercado e não teve dúvidas em investir o seu capital. Administradora por formação e apaixonada por finanças, abandonou sua carreira de bancária em um renomado banco nacional para se dedicar ao seu próprio negócio: O crédito rural. “Investi na franquia da Sonhagro, primeiro por ser criada no meio rural, que sempre foi o sustento da minha família. O meu objetivo é ajudar pessoas a melhorarem sua qualidade de vida, aumentando o seu patrimônio. Por ser uma franquia direcionada ao crédito para produtores, percebi que não havia essa prestação de serviços na minha cidade, então, deixei a minha profissão para me dedicar à minha paixão”. A franquia da Sonhagro liderada por Mariane está localizada na cidade de Auriflama (SP), a 60 km de Araçatuba, considerada a cidade do boi gordo, onde a concentração de produtores rurais é grande, trazendo ótimas oportunidades levando mais capital para os produtores de pequeno, médio e grande porte. “Escolhi a minha cidade pela existência de vários produtores rurais e diversas atividades tanto pecuária como agrícola. Nada melhor do que começar por aqui, para levar mais trabalho e oportunidades à eles, movimentando também o comércio local e ser destaque na modalidade de crédito rural na praça”, conclui.
40 franquias mais baratas que o carro mais vendido em 2022

É possível empreender no mercado de franquias a partir de R$ 8 mil. Conheça algumas redes: Comprar um carro ou empreender? Ter um carro é o sonho de muitos brasileiros, mas investir no próprio negócio pode ser mais rentável. Em 2022, o carro mais vendido no Brasil foi o Fiat Strada, com um preço de aproximadamente R$ 110 mil. Neste patamar, existem diversas franquias que oferecem modelos para quem deseja se tornar empreendedor. Cada vez mais as franquias têm se mostrado uma opção interessante para quem deseja empreender e ter o próprio negócio. Os dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF) ajudam a confirmar isso. Em 2022, o setor de franquias no Brasil faturou mais de R$ 211 bilhões, com um aumento de 14,3% em relação ao ano anterior, superando as projeções de 12%. Entre as opções que mais cresceram nos últimos anos estão as microfranquias — também conhecidas como as franquias mais baratas do mercado. A ABF também divulgou o ranking com as 10 maiores microfranquias de 2022. Por isso, selecionamos algumas opções de redes de franquias mais baratas que o carro mais vendido em 2022, o Fiat Strada, para quem quer empreender. Confira: 1. LifeCirco A LifeCirco é uma rede de franquias de escolas de circo que busca unir atividades físicas e o encanto das artes. A empresa trabalha com metodologia própria e as modalidades vão do tecido acrobático, trapézio até as famosas acrobacias. Os franqueados atuam com a administração da unidade, que atende de crianças até o público da terceira idade. Valor de investimento: a partir de R$90 mil Faturamento médio mensal: a partir de R$18 mil Prazo de retorno: a partir de 24 meses 2. Best Gourmet Atuando em 24 cidades no Brasil, a franquia de aplicativo de assinatura do clube de descontos em restaurantes, Best Gourmet conquista cada vez mais franqueados. O modelo de negócio permite o trabalho remoto, mas é preciso fazer visitas periódicas aos clientes. Quem optar pelo modelo de negócio irá prospectar novos clientes, sejam empresas ou usuários. Investimento: A partir de R$15 mil Faturamento médio mensal: R$31,8 mil Prazo do investimento: 12 a 14 meses 3. 4Charge A 4Charge é uma rede de franquias de totens e carregadores. Com 54 unidades atualmente, a marca foi fundada em 2019 e atua com publicidade nos terminais de recarga, que também exibem propagandas. O franqueado trabalha em modelo home based com visitas periódicas a clientes e parceiros. Além disso, a marca oferece suporte permanente aos franqueados. Valor de investimento: a partir de 14,9 mil Faturamento médio mensal: R$ 4 mil Prazo do investimento: até 6 meses 4. 2Clean Com investimento a partir de R$ 18,4 mil, a 2Clean é uma rede que se especializou em limpeza de todas as plataformas e ambientes. Além de prospectar clientes e executar o serviço, o franqueado poderá atuar na limpeza de um simples tapete e sofá até carros, aviões e barcos. Investimento: a partir de R$18,4 mil Faturamento médio mensal: a partir de R$ 7 mil Prazo do investimento: 6 a 12 meses 5. PremiaPão Com 100 franquias pelo Brasil, a PremiaPão é uma rede especializada em publicidade em sacos de pães. Os modelos de negócio partem de R$ 8 mil. Também existem outras três modalidades. Além disso, a PremiaPão acredita em um relacionamento produtivo e próximo com os clientes. Investimento: a partir de R$8 mil Faturamento médio mensal: a partir de R$8 mil Prazo do investimento: 3 meses 6. TFlow A TFlow é uma rede de franquias que comercializa roupas e acessórios para crianças, jovens e adultos do gênero masculino. Administrada pelo Grupo ZNTT, uma das maiores holdings de franquias do Brasil, a empresa conta com mais de 150 lojas espalhadas pelo Brasil. São diversas opções para quem deseja empreender, de modelo home based até lojas físicas. Assim como outras empresas, a TFlow oferece opção de trabalho sozinho até pontos comerciais dentro de shoppings. Investimento: a partir de R$20 mil Faturamento médio mensal: a partir de R$10 mil/mês Prazo do investimento: 2 a 3 meses (variável) 7. Spa Nature A Spa Nature é uma rede de franquias de estética com foco em todas as faixas de renda. A empresa nasceu em 2020 e, no ano de 2022, abriu a expansão para franquias. Com a missão de democratizar a beleza, a rede oferece serviços que vão de massagens modeladoras para bumbum ou em regiões localizadas, drenagem linfática, detox com argila até hemoterapia com ozônio, tratamentos com enzima e outros. Valor de investimento: a partir de R$80 mil Faturamento médio mensal: a partir de R$45 mil Prazo do investimento: 8 a 14 meses 8. Bem Seguros e Créditos Com modelos home based e lojas, a Bem Seguros e Créditos oferece ao franqueado uma rede de com os mais diversos produtos como consórcios, seguros, empréstimos e vários outros tipos de soluções financeiras.O investimento é a partir de R$ 20 mil. Investimento: a partir de R$20 mil Faturamento médio mensal: a partir de R$10 mil/mês Prazo do investimento: 3 a 5 meses (pode variar) 9. Mordidela Food Especializada em comida rápida, a Mordidela Food é uma rede de franquias que oferece refeições que vão do café da manhã até o jantar. O negócio oferece o suporte de um dos maiores grupos de franquias do Brasil, o ZNTT. Os franqueados atuam com a gestão, divulgação e atendimento. Valor de investimento: a partir de R$109,9 mil Faturamento médio mensal: R$60 mil Prazo do investimento: 12 meses 10. Vida Leve Os interessados em uma franquia de healthy foods devem ficar de olho na Vida Leve. A marca está presente em várias localidades do Brasil e conta com produtos naturais para quem busca uma vida mais saudável. Com investimento a partir de R$ 9,9 mil, os franqueados irão trabalhar com venda, divulgação e administração do negócio. O faturamento é a partir de R$ 10 mil por mês. Investimento: a partir de R$9,9 mil Faturamento médio mensal: a partir de R$10 mil/mês Prazo do investimento: 3 a 5 meses (variável) 11. Vox2you A Vox2you é a maior rede de escolas de oratória da América Latina. Já transformamos
Das flores aos milhões: conheça a história de Clóvis Souza, CEO da Giuliana Flores

Marca atende mais de 800 mil pedidos por ano e consagra-se como a maior floricultura on-line do país De vendedor de flores em um cemitério da Zona Leste de São Paulo para dono do próprio negócio. A história de Clóvis Souza, o nome por trás da Giuliana Flores, é uma aula de empreendedorismo, amor à profissão, atenção ao mercado e às oportunidades que surgem pelo caminho. Hoje a marca, que surgiu lá em 2000, enfrentando o “boom da internet”, é reconhecida como o maior e-commerce do ramo de floricultura, além de figurar como um dos maiores cases de sucesso. Não à toa, o empresário líder do segmento, há anos coleciona números que impressionam. São mais de 800 mil entregas ao ano, 700 mil visitantes únicos/mês e mais de 5 mil cidades atendidas. As parcerias de peso com marcas renomadas no mercado, como Kopenhagen, Ferrero Rocher, Nestlé, Heineken, Milka, Natura, Havanna, Lindt, Chandon, Rommanel, Vivedas e Uatt? Localizado em São Caetano do Sul (SP), o centro de distribuição da marca conta com 2,7 metros quadrados e uma infraestrutura capaz de atender 85% das solicitações em até uma hora. A empresa ainda possui uma loja na mesma cidade de 600 metros quadrados. Além disso, inaugurou este ano uma nova loja física, em Santo André (SP), em uma área de 300 metros quadrados. Quando questionado se imaginava aonde chegaria, Clóvis Souza é enfático ao dizer que não. Mas fato é que seu amor pelas flores e sua habilidade para os negócios formaram a ponte entre o garoto vendedor de 10 anos de uma pequena floricultura e o empreendedor de destaque da atualidade. “Acredito que o sucesso se deve não apenas à qualidade dos nossos serviços como também à capacidade de inovar e ‘correr atrás’ de ideias para agradar ao público”, relata o empresário. A própria expansão da floricultura nasceu dessa observação. No início, as opções de compras eram itens que normalmente acompanham flores, como chocolates e pelúcias. Até o empreendedor se dar conta de que não havia motivos para se limitar. Assim, incluiu no portfólio da marca perfumes, livros, semijoias, objetos decorativos, brinquedos, mimos diferenciados e demais produtos. No entanto, como nem tudo são flores, houve também muitas dificuldades no início. Clóvis conta que a principal foi em relação às transportadoras. “Elas não estavam acostumadas a entregar produtos sensíveis, frágeis como alguns itens do nosso e-commerce. Hoje, porém, esse processo é um dos maiores bens da Giuliana Flores. Conseguimos enviar com segurança e qualidade nossos itens em quase todo o Brasil. E ainda em tempo recorde de três horas para a grande São Paulo”, informa. Atualmente, para o empresário, o desafio é conquistar cada vez mais novos compradores e manter os clientes atuais satisfeitos. “Por isso, buscamos o que há de melhor no mercado para oferecermos aos nossos consumidores. Pesquisamos tendênciais, melhorias nos nossos serviços e estamos sempre à procura de opções de presentes que transmitam todo o afeto e carinho que também sentimos nesse ramo”, pontua.
Confira franquias que apostam no exterior para expandir a marca

Redes miram em outros países para levar seus negócios e conquistar franqueados A ideia de morar em outro país sempre foi um sonho para muitos brasileiros, seja em busca de oportunidades, no sentido financeiro, ou para ter mais qualidade de vida. Aos que já alcançaram a meta, mas gostariam de levar um pouco da própria cultura para o exterior, e aos que buscam alternativas para enfrentar essa mudança de maneira segura, podem contar com a opção de investir em franquias que estão internacionalizando suas marcas. Assim, o benefício pende para os dois lados: por um, do franqueado, que embarca com uma garantia maior de rentabilidade, e do outro a franqueadora, que pode levar seus serviços e produtos. De acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF), existem cerca de 183 franquias nacionais operando em 114 países. Os EUA são o principal destino, com 69 marcas, seguido de Portugal e Paraguai, com 51 e 44 respectivamente. Algumas oferecem vantagens competitivas e estão conquistando espaços internacionais, como o Emagrecentro, que encontrou no exterior um caminho para a expansão. Entre a decisão e a inauguração da primeira unidade, foram dois anos de muito estudo e uma mudança de nome para facilitar a pronúncia em inglês. Com a bandeira “Best Shape”, a franquia hoje conta com três unidades nos Estados Unidos e uma na Espanha, e valoriza o país de origem para atrair clientes. “A beleza brasileira chama atenção tanto nos EUA, quanto na Europa. Pretendemos expandir ainda mais nesses locais até o final de 2023”, explica o CEO, Edson Ramuth. Já a CleanNew, uma das maiores franquias de higienização e blindagem de estofados do Brasil, possui sete unidades no exterior, sendo duas nos Estados Unidos, duas na Argentina, uma na Colômbia e duas na Espanha. Com atuação em formato home based, ou seja, o profissional especializado vai até o cliente com uma mala repleta de equipamentos com a mais alta tecnologia para realizar os serviços em sofás, colchões, poltronas, entre outros itens da casa, a rede tem planos de seguir em expansão para mais países. “Nosso objetivo é estar em todos os continentes e cada operação concretizada reforça a qualidade dos serviços que oferecemos e a razão de sermos referência não só no Brasil, mas agora em outros países”, reforça o CEO, Fritz Paixão, completando que para este ano a previsão é de novas operações em Luanda, Dubai, Abu Dhabi, Arábia Saudita, Angola, África do Sul, França e Espanha. Para a Mr. Fit, rede pioneira em fast-food de alimentação saudável no Brasil, o trabalho de internacionalização começou há pouco mais de um ano, em Lisboa, capital de Portugal, oferecendo sanduíches e refeições saudáveis, como estrogonofe de biomassa de banana verde e sucos funcionais, além de um cardápio low carb. A unidade da rede faz parte do plano da empreendedora Camila Miglhorini, que formatou a franquia já com o propósito de expandir seu negócio para o exterior. “A Mr. Fit nasceu com esse olhar plural para o Brasil e para o mundo. Por isso, trabalhamos com a internacionalização da nossa operação, que atende por distribuição de comida congelada, delivery à lojas físicas, em shoppings centers e ruas”, compartilha a executiva, que planeja se consolidar no país europeu com o modelo de loja e viabilizar outras unidades nos próximos anos. Fundada no Paraná em 1990, a Anjos Colchões &Sofás começou suas atividades com produção de estofados e apenas quatro funcionários. Em 2001 incorporou mais dois braços de negócios e estruturou um complexo que atende hoje padrões e normas internacionais de qualidade e segurança, gerando mais de 500 empregos diretos e 1800 indiretos. Atualmente conta com mais de 270 lojas e está presente em 21 estados brasileiros e cinco unidades no Paraguai. “O sucesso da expansão é resultado do nosso trabalho em oferecer os melhores produtos aos clientes e investidores. Temos franqueados com mais de uma operação e eles mesmo indicam o negócio para outros investidores. Isso torna a nossa projeção de crescimento mais positiva e acelerada”, conta Leonardo dos Anjos, diretor de expansão da rede.
Cinco dicas para escolher bem uma franquia

Investidores devem estar atentos a detalhes importantes antes de investir neste modelo de negócio O número de empreendedores no Brasil cresce a cada ano, atraindo cada vez mais pessoas que buscam mudanças em suas vidas profissionais e que desejam ser donos do próprio negócio. Segundo dados do Ranking Global de Empreendedorismo de 2022, são cerca de 14 milhões de pessoas (9,9% da população), entre 18 e 64 anos, que têm consolidado um negócio de 3,5 anos. Entre os negócios que mais despontam, o modelo de franquias tem se tornado uma opção de negócio para o empreendedor brasileiro. Segundo o CEO do market4u, Eduardo Córdova, a escolha do franchising como forma de empreender é uma opção segura, que atende, principalmente, os empreendedores mais conservadores, que buscam um modelo consolidado e com apoio da franqueadora. Porém, mesmo se tratando de um negócio seguro, é importante que os empreendedores estejam atentos a alguns detalhes na hora de escolher o modelo de franquia desejado. “Assim como em qualquer tipo de investimento, existem riscos e alternativas não tão confiáveis, com promessas tentadoras sobre o retorno do investimento, por isso é importante pesquisar muito sobre o setor e sobre a franquia desejada antes de investir”, explica. Para garantir uma maior segurança aos empreendedores que buscam por franquias, a Associação Brasileira de Franchising (ABF), que há mais de 35 anos representa o sistema de franquias no Brasil, lançou o Manifesto por um Franchising Íntegro, que busca promover uma atuação ética, empática e íntegra, além de frisar que a competição faz parte do negócio, mas que a colaboração é a força motriz do setor. “O Manifesto vem de encontro a tudo aquilo que acreditamos como sendo as melhores práticas do setor, uma vez que a relação entre franqueador e franqueado é uma parceria, pois são duas empresas trabalhando em conjunto, em prol de algo maior. O franqueado deve ser visto com um investidor, alguém que entrou para somar, que deve ser ouvido e respeitado sempre. Da mesma forma que o franqueado deve ver a franqueadora como um apoiador, um conselheiro, com um vasto conhecimento sobre o negócio e que está ali para dar o suporte necessário”, afirma Córdova, que já atuou como franqueado e hoje é franqueador. Segundo Córdova, essa relação de transparência e confiança é indispensável para o sucesso de qualquer negócio, principalmente no ramo de franquias. “Eu já estive dos dois lados e sei o quanto é importante ter uma comunicação eficaz para que os negócios funcionem, por isso no market4u temos a comunicação com um dos princípios e realizamos encontros presenciais com a rede bimestralmente, onde franqueados de todo o Brasil são convidados a conhecerem a matriz da companhia em Curitiba. Fora os encontros presenciais, é mensalmente realizada uma live com os franqueados que estão se destacando, para que eles compartilhem com os demais as suas ações de sucesso. Hoje somos a 4.ª maior microfranquia do Brasil pela ABF”, explica o CEO. Cinco dicas para escolher uma franquia Saber escolher uma franquia é algo que exige cuidados que devem ser tomados antes de realizar qualquer investimento, aumentando assim as chances de sucesso. Algumas dicas para escolher uma franquia confiável são: 1 – Avalie o capital para investir Pode parecer óbvio, mas é importante avaliar com cuidado se o valor que você tem disponível para o investimento é o suficiente para fazer o negócio funcionar no período de maturação. 2 – Pesquise sobre o modelo de negócio Pesquisar com minúcia e atenção a todos os detalhes é fundamental. O franqueado não precisa entender tudo, mas certamente precisa conhecer muito sobre o nicho que irá entrar, não olhando só para as vantagens, mas, principalmente, para os desafios. 3 – Ouça outros franqueados Tão importante quanto pesquisar, é entender a satisfação de quem já está nesse modelo. Empresas estruturadas, por exemplo, realizam ações com franqueados para troca de informações. 4 – Conheça quem está por trás do negócio Pesquise quem são as pessoas que iniciaram a empresa matriz, quais são os seus valores, qual o envolvimento delas no sucesso da empresa e verifique se há identificação entre os seus valores e os da companhia. 5 – Entenda os papéis É importante entender sobre o que a franqueadora oferece, desde tecnologia, treinamentos, assistências e quais são as demandas do dia a dia do franqueado.
Maria Brasileira, de limpeza, expande para todo o país

Comemorando 10 anos no franchising, a maior rede de limpeza residencial do país prevê faturamento de R$130 milhões até dezembro Presente em todos os estados do país e com previsão de fechar 2023 com 500 unidades, a Maria Brasileira, maior rede de limpeza residencial e empresarial do país, pretende faturar R$130 milhões até dezembro. A rede, com sede em São José do Rio Preto, interior de São Paulo, e pioneira em multisserviços, completa 10 anos de franchising em 2023 e já ultrapassou mais de um milhão de atendimentos, uma média de 80 mil por mês. Com investimento constante, cerca de R$1 milhão por ano em tecnologia, o objetivo da rede é simplificar cada vez mais o acesso do cliente aos serviços de limpeza e passadeira. “Nosso lema é facilitar a vida das pessoas. Para isso temos um sistema próprio de vendas e agendamento totalmente on-line. O consumidor pode contratar serviços a qualquer hora e de qualquer lugar, de forma prática, rápida e segura. Hoje atendemos milhares de brasileiros e brasileiras todos os dias e nos consolidamos como a maior rede de franquias de limpeza residencial da América Latina”, destaca o CEO da marca, Felipe Buranello. Atualmente a Maria Brasileira conta com 458 operações e uma base de aproximadamente 9 mil facilitadoras. A rede, que assim como o setor de serviços segue em exponencial expansão, aposta na internet como principal canal para contato com seus clientes. “É constante o aumento de consumidores que buscam de forma on-line por companhias que garantem a qualidade e principalmente a segurança ao realizar o serviço, já que o trabalho é prestado dentro da casa ou empresa do contratante, e as redes sociais, que durante a pandemia ganharam mais protagonismo, foram fundamentais para esse processo. Cerca de 94% dos nossos clientes afirmam usar mídias sociais em sua rotina e isso é ótimo, pois, além de facilitar a contratação, nos permite ficar mais próximos e ouvir as preferências e as dores desses consumidores”, completa o CEO. Sobre a Maria Brasileira Criada em 2012, a Maria Brasileira é a maior rede de franquias de limpeza residencial e empresarial do país. Com mais de 70 mil atendimentos por mês, está presente em todos os estados do Brasil com mais de 450 unidades, oferecendo serviços de limpeza residencial, limpeza empresarial, passadeira, limpeza pós-obra e sanitização. Saiba mais aqui.
21 franquias para empreender com saúde, beleza e bem-estar a partir de R$ 40 mil

Faturamento do segmento cresceu 21,5% no 4º trimestre de 2022 O segmento de saúde, beleza e bem-estar foi um dos que se destacaram nas franquias em 2022, com crescimento de 21,5% no faturamento do 4º trimestre comparado com o mesmo período de 2021, de acordo com dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF). O aumento representa uma alta demanda e, com isso, muitos investidores, sejam eles mais experientes ou interessados em abrir seu primeiro negócio, veem no segmento uma boa oportunidade para empreender. Confira a seguir opções de negócios com investimento inicial a partir de R$ 40 mil: SPA Express De origem paraibana, a microfranquia home-based de saúde, beleza e bem-estar em domicílio se tornou uma das maiores do país com mais de 50 operações. O SPA Express foi criado em 2011 pela jovem empreendedora Luciana Piquet e passou a se expandir pelo franchising em 2014. Em 2022, a rede faturou R$ 8,3 milhões com previsão de alcançar R$10 milhões em 2023. Investimento: a partir de R$ 39,9 mil Faturamento médio mensal: R$ 15 mil Prazo de retorno do investimento: 10 a 14 meses Home Angels Pioneira no segmento, rapidamente se tornou referência como a maior rede de cuidadores de idosos da América Latina. As unidades prestam serviço de excelência em assistência física e emocional, tendo sempre um atendimento supervisionado e personalizado aos assistidos e suas famílias. Investimento: a partir de R$40 mil no modelo Light e a partir de R$70 mil no modelo Premium Faturamento médio mensal: entre R$65 e R$110 mil no modelo Light e a partir de R$ 130 mil no modelo Premium Prazo de retorno do investimento: 12 a 18 meses Emagrecentro Referência nas áreas de emagrecimento e estética corporal, a rede é a única franquia de emagrecimento no mundo com metodologia aprovada por trabalho científico e que oferece um método patenteado e certificado, desenvolvido pelo Dr. Edson Ramuth. A companhia fechou 2022 com 320 operações, sendo três nos Estados Unidos e uma na Espanha com a bandeira de Best Shape. Investimento: a partir de R$ 121,5 mil Faturamento médio mensal: R$ 83 mil Prazo de retorno do investimento: 6 a 12 meses Pello Menos A rede está no mercado de franchising há mais de 20 anos e já possui mais de 45 unidades nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, além do Distrito Federal. A marca tem um e-commerce próprio para a venda de serviços avulsos e clube de assinatura. Investimento: a partir de R$ 320 mil Faturamento médio mensal: R$80 mil Prazo de retorno do investimento: 24 a 36 meses OdontoCompany Maior rede de clínicas odontológicas do mundo, a franquia está entre as 10 maiores do Brasil no ranking da ABF 2022. Com mais de 2000 unidades comercializadas, a rede forma um grupo que integra em seu portfólio as marcas Oral Sin e Orthodontic que, juntas, possuem mais de 2800 clínicas. Investimento: R$ 300 mil Faturamento médio mensal: R$ 190 mil Prazo de retorno do investimento: 16 a 20 meses Red Fitness A rede de academias fundada em 2013 pelo casal Ellen Fernandes e Ronaldo Godoi oferece, além das modalidades triviais, a micro gym Red Burn – modelo patenteado de treino. Atualmente com quatro operações em funcionamento e duas em implantação no estado de São Paulo, está em franca expansão das unidades. Investimento: a partir de R$ 3,1 milhões Faturamento médio mensal: R$ 322 mil Prazo de retorno do investimento: 23 meses Yes! Cosmetics Há 23 anos no mercado, a rede atua comercializando itens de perfumaria, cuidados corporais e faciais, maquiagem e acessórios. Em 2016, entrou no franchising e concluiu 2022 com 114 unidades e crescimento de 41% em relação ao ano anterior. Investimento: a partir de R$ 221 mil Faturamento médio mensal: R$ 70 mil Prazo de retorno do investimento: 24 a 36 meses Botocenter A franquia de estética especializada na aplicação de toxina botulínica nasceu em 2019 na cidade de Recife com a proposta de oferecer um serviço de qualidade com custo-benefício para os públicos das classes B e C. Investimento: a partir de R$ 200 mil Faturamento médio mensal: projeção de R$ 500 mil no primeiro ano de operação Prazo de retorno do investimento: 12 a 24 meses Oral Sin Fundada em 2004, no Paraná, a Oral Sin é a maior rede de franquias de implantes dentários do País com mais de 500 unidades em operação, com quatro tipos de modelos de negócios, distribuídas por todas as regiões brasileiras. Pioneira na adoção de tecnologias digitais ligadas à odontologia, foi eleita pela ABF umas das 50 maiores franquias do Brasil, apresentando um crescimento acima da média nacional, com uma expansão de 24,5% no número de suas operações e um crescimento de 36% na sua receita de 2022 em comparação com o ano anterior, com um faturamento total de mais de R$ 1 bilhão. Investimento: a partir de R$ 452 mil Faturamento médio mensal: de R$115 a R$340 mil Prazo de retorno do investimento: 18 a 36 meses Doutor Hérnia Hoje com mais de 100 unidades instaladas em todo o Brasil, com plano de expansão para 170 até o final de 2023, já realizou mais de 280 mil atendimentos, capacitando totalmente 95,7% dos casos atendidos, ou seja, sem cirurgia. Atualmente, possui unidades em 20 estados e no Distrito Federal. É no estado do Paraná que a rede possui o seu maior número de unidades, totalizando 27. O objetivo é expandir em estados com grande potencial, como por exemplo São Paulo, que hoje conta com 17 unidades, tendo como estimativa, dobrar este número em 2023. As expectativas para 2023 é chegar a 170 unidades e R$ 70 milhões em faturamento. Investimento total aproximado: R$ 105 mil Faturamento médio por unidade: R$ 30 mil Prazo de retorno de investimento: 6 a 9 meses Farmelhor Fundada em Minas Gerais e hoje com escritório também em São Paulo, a FarMelhor é uma rede de franquias do setor farmacêutico com mais de 250 unidades em operação distribuídas pelo país. Investimento inicial: R$ 150 mil (lojas de
Franquia baiana Oriente Fast tem plano de expansão para outros estados; Investimento começa em R$ 149 mil

Com 10 anos de atuação em Salvador, Bahia, a rede Oriente Fast entrou em 2023 com um forte projeto de expansão. Com lojas em praças de alimentação, serviço de delivery e restaurante, a marca passou a oferecer três modelos de franquia em todo o Brasil a partir deste mês. O investimento mínimo é de R$ 149 mil, no modelo de Delivery, com sistema de entrega, sem atendimento presencial e no formato de Dark Kitchen. O modelo de Loja de Shopping demandará investimentos a partir de R$ 350 mil, para ocupar espaços em shopping centers, com atendimento de buffet a quilo. Já a Loja de Rua, em ruas ou centros comerciais, oferece atendimento presencial com serviço à la carte e rodízio, além do serviço de entrega. O investimento mínimo é no mesmo valor. “É natural que, depois da solidificação de uma marca, nós mesmos, enquanto fundadores, e outros empresários enxerguem a oportunidade de levar, de forma segura e controlada, sua reputação e qualidade para outras cidades e estados. Era um desejo que vinha sendo construído com calma e que agora é realizado”, celebra o empresário Roberto Simon, fundador e sócio, que conta com a Faz Futuro e 300 Franchising como parceiros no modelo de negócio.
Faturamento de franquias cresce 14,3%

Com o resultado, o setor superou o faturamento de 2019, período anterior à pandemia de covid-19 O setor de franquias fechou o último trimestre de 2022 com faturamento de R$ 63,8 bilhões, 12,6% superior ao registrado no mesmo período de 2021. Os dados são da Associação Brasileira de Franchising (ABF). A associação destacou, ainda, que o setor superou o nível que mantinha antes da pandemia de covid-19, em termos de faturamento. Em 2019, quando a crise sanitária ainda não havia eclodido, o segmento faturou R$ 186,7 bilhões. No ano passado, a receita foi de R$ 211,4 bilhões, 14,3% acima do valor atingido em 2021, de R$ 185 bilhões. Pelos cálculos da associação, cada unidade de franquia gera, em média, nove empregos diretos. O setor gerou 1.589.276 postos de trabalho em 2022, um aumento de 12,6%, na comparação com 2021 (1.411.319 vagas). Mesmo em relação a 2019, houve um salto, de 17%. Naquele ano, as franquias responderam por 1.358.139 vagas de emprego formal. Para o professor de economia Mauro Sayar, a expansão das franquias durante a pandemia tem ligação com a busca dos brasileiros por soluções, ao se deparar com a queda na renda e o desemprego. “Um tanto desse crescimento do franchising talvez esteja relacionado, primeiro, a essa perspectiva de tentar buscar alternativas em um contexto tão adverso. E segundo, a repensar a própria carreira, a própria dinâmica”, afirmou o docente da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Para este ano, a expectativa é de que o faturamento cresça entre 9,5% e 12%. Quanto à empregabilidade do setor, espera-se também um crescimento de 10%, mesmo patamar estimado para as operações.
Beatriz Machnick: “faturamento não é garantia de lucro”

Especialista mapeia desafios, expectativas e tendências para mercado de franquias em 2023 “Momentos de crise são oportunidades para se reinventar”. Foi com este plano e propósito que a BM Finance Group norteou o período mais conturbado para os empreendedores donos de franquias: a pandemia. “Quem tem uma loja dentro de shopping, a última coisa que imaginou na vida é que teria problemas com movimento e demanda”, explica Beatriz Machnick, consultora especialista no setor de franquias. O ano de 2022 foi marcante para inúmeros setores da sociedade, diante de tantas mudanças no panorama político, econômico e a situação da Covid-19 no Brasil. Com o avanço da vacinação e a retomada definitiva da rotina, diversos mercados apresentaram resultados satisfatórios e um dos protagonistas foi o setor de franquias. Primeira opção de muitos empreendedores brasileiros, o cenário de franquias apresentou números animadores e promete evolução em 2023, tornando-se atrativo para novos negócios. Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), o mercado de franquias registrou um crescimento acelerado no terceiro trimestre de 2022 em comparação com o mesmo período de 2021. O faturamento do setor saltou de R$ 47,3 bilhões para R$ 56,2 bilhões no período Com um faturamento 18,7% maior, o setor demonstra que, de fato, a pandemia está ficando para trás. No apanhado do ano inteiro, o crescimento da receita chegou a 15%, o maior já registrado. Os números são animadores e projetam o mercado de franquias como um dos ‘queridinhos’ para 2023. “Hoje, quando se olha os ramos de franquia, estamos falando em uma margem de lucro de 10% a 12%, alguns segmentos falam em 14%. Todo o incentivo tributário e padronização de estrutura e procedimento é bem-vindo, para que se consiga atingir essa margem”, detalha Beatriz. Retomada pós-pandemia Após o período de crise, estabelecido pela pandemia, o setor de franquias já começa a vislumbrar um horizonte de recuperação e crescimento. Com o fechamento de comércios e, principalmente dos shoppings, onde está alocada grande parte das franquias, o momento enfrentado pelos franqueados foi desafiador. Beatriz Machnick pontua que algumas adequações no atendimento foram cruciais para a sobrevivência de muitos negócios. “Aluguel de franquia dentro de shopping é muito caro e as negociações foram pouco flexíveis. Em função disso, as lojas que conseguiram sobreviver foram as que fizeram venda online. Ao invés de o cliente ir à loja, o motoboy entregava. Quem não foi para o digital, teve problemas. Mesmo quem foi, ficou no limite, com as linhas de crédito do governo ajudando bastante”, afirma. A atuação do governo, com incentivo e linhas de crédito para empreendedores do comércio também foi determinante. “As linhas do governo auxiliaram muito, tanto que, grande parte das linhas que o governo disponibilizou no momento de pandemia foi principalmente para quem atuava no comércio e para redes de franquias dentro de shoppings”, explica Beatriz, ressaltando ainda que as próprias redes ajustaram valores de royalties no período mais crítico do isolamento. Tecnologia como protagonista A projeção para 2023 aponta para a implementação de novas plataformas e recursos de tecnologia na operação de franquias. É importante olhar para os novos padrões de consumo. Um estudo da Central do Franqueado apontou as principais tendências para o setor de franquias com base no comportamento dos consumidores. Vale dizer que são tendências tanto para negócios que já existem e que devem acompanhar as transformações, quanto para novos negócios que encontrem oportunidade para prosperar. De acordo com o levantamento, as principais tendências para o setor de franquias são: Pagamentos digitais: PIX e carteiras digitais que viabilizam pagamentos através do celular facilitam as compras; Delivery: os aplicativos de delivery, como a Delivery Much, trazem mais visibilidade aos estabelecimentos, facilitando a captação de novos clientes; Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD): é preciso atenção redobrada com os dados pessoais dos clientes; Franquias home based: com o advento e consolidação do home-office, o setor também evoluiu. No formato de franquias home-based, a operação é feita remotamente, sem necessidade de local físico; Tecnologia: automatizar processos otimiza a gestão. Por isso, o uso de plataformas online é um aliado para o crescimento do negócio. Grande marca x Franquia nova Quando se fala em mercado de franchising, alguns cases veem à mente quase que de maneira automática, marcas gigantes que dominam uma fatia significativa dos números de faturamento. Uma das primeiras decisões que um empreendedor deve tomar ao decidir investir numa franquia é, justamente, se a aposta será em uma marca já consolidada ou em um projeto novo, sem grande apelo popular. Dentre as franquias com melhor avaliação, se destacam empresas já estabelecidas como líderes de mercado e conhecidas entre os consumidores, como Mc’Donalds, O Boticário e Cacau Show. As três estão entre as 81 empresas avaliadas como “Franquias 5 estrelas” no Prêmio Melhores Franquias, organizado pela revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios (PEGN). Para quem planeja ser um franqueado de uma grande marca, Beatriz aconselha. “Um conselho que eu daria para quem quer investir em franquia: não tome nenhuma decisão sem conversar com quem já é franqueado. Temos exemplos de grandes redes que o suporte durante a pandemia foi vergonhoso. Não dá para escolher o modelo de franquia para investir apenas pelo viés de quem está vendendo”, explica. Entre as vantagens de apostar em uma marca consolidada é a padronização nos processos cotidianos e dos produtos vendidos, para que a qualidade e as características se mantenham, independentemente da localização da franquia. “Para quem não sabe para onde ir, qualquer caminho serve. Por isso, planejamento e foco são fundamentais. Trabalho duro e alegria de fazer a diferença na vida das pessoas, ajudara traçar voos mais altos, só nos fortalece”, finaliza a especialista. Veja a entrevista completa com Beatriz Machnick no nosso canal do Youtube.
FranchiseB2B chega a 33 cidades, Santos é 1a

O calendário 2023 da FranchiseB2B já está definido e com a primeira parada marcada. A feira, que tem o objetivo de expandir negócios por todas as regiões do país e permite aos interessados terem contato exclusivo com as redes de franquias nas quais gostariam de investir, fará sua 1ª edição 2023 em Santos, dia 4 de fevereiro, no Parque Balneário Hotel, avenida Ana Costa, 555, Gonzaga. Com formato inovador, a feira assume o pioneirismo ao levar o franchising para cidades menores do Brasil. Ao todo, são 33 edições programadas para o próximo ano, começando por Santos (SP), no dia 4 de fevereiro; e encerrando em Salvador (BA), em 14 de dezembro. O calendário, que conta com as principais capitais dos estados, trouxe outras cidades para o roteiro, baseado no índice de Cidades Empreendedoras 2022 (ICE), garantindo, assim, maior assertividade para as marcas expositoras e mais conforto para quem deseja investir em uma franquia fora das grandes cidades. Confira todas as datas no site da FranchiseB2B. O modelo diferenciado da feira é assertivo para quem deseja investir em uma franquia e abrir o próprio negócio. O evento reúne diversas marcas e grandes nomes do franchising brasileiro para palestras sobre o tema, discutir e tirar dúvidas sobre como funciona o investimento em uma unidade. As inscrições podem ser feitas pelo site www.franchiseb2b.com.br. A rota de empreendedorismo traçada pela FranchisB2B em 2022 mostra o sucesso do formato e o crescimento do setor de franquias no Brasil. Com 16 edições realizadas, foram mais de 20 mil reuniões exclusivas, mais de 500 negócios fechados e um total de R$ 4 milhões em vendas de unidades, gerando cerca de 5 mil empregos diretos e indiretos. Os interessados agendam um horário com as marcas nas quais desejam investir e podem sanar todas as dúvidas em uma conversa individual. Além disso, o atendimento é personalizado e feito direto pelos representantes das marcas. “A FranchiseB2B é uma oportunidade do investidor para ter uma experiência com as marcas nas quais deseja investir, conhecendo o processo da rede, bem como a equipe que irá auxiliá-lo no dia a dia da unidade”, explica Ricardo Branco, CEO da FranchiseB2B. O projeto Aprender para Empreender conta com palestras realizadas durante dia do evento, sempre com nomes relevantes do setor. Os participantes que assistem a todas elas, recebem um Certificado de Imersão no Franchising e concorrem, durante todo o dia, a diversos sorteios. Em 2022, foi criada a campanha Ilumine um Coração, que busca angariar alimentos não perecíveis para serem doados à uma ONG local, ao final de cada edição. Para isso, cada visitante, para participar da feira, que tem entrada gratuita, é encorajado a levar um quilo de alimento. No total, todas as edições do ano arrecadaram mais de três toneladas de alimentos. O franchising movimenta bilhões por ano no Brasil. Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), o crescimento esperado para o setor em 2022 é de 9%. A Pesquisa Trimestral de Desempenho apontou que as redes de franquias cresceram 8,8% em faturamento no 1º trimestre frente a igual período do ano passado, com uma receita que passou de R$ 39,881 bilhões para R$ 43,380 bilhões. Calendário de 2023 Santos (SP) – 4/02; Belo Horizonte (MG) – 9/02; Uberlândia (MG) – 11/02; Natal (RN) – 28/03; Fortaleza (CE) – 30/03; Porto Alegre (RS) – 13/04; Santa Maria (RS) – 15/04; Osasco (SP) – 2/05; São Paulo (SP) – 4/05; São José dos Campos (SP) – 6/05; Belém (PA) – 23/05; Manaus (AM) – 25/05; Rio de Janeiro (RJ) – 13/06; Niterói (RJ) – 15/06; Florianópolis (SC) – 4/07; Blumenau (SC) – 6/07; Joinville (SC) – 8/07; Ribeirão Preto (SP) – 18/07; São José do Rio Preto (SP) – 20/07; Campinas (SP) – 8/08; Curitiba (PR) – 22/08; Londrina (PR) – 24/08; Maringá (PR) – 26/08; Goiânia (GO) – 19/09; Brasília (DF) – 21/09; Vitória (ES) – 3/10; Recife (PE) – 24/10; Maceió (AL) – 26/10; Cuiabá (MT) – 7/11; Guarulhos (SP) – 21/11; São Paulo (SP) – 30/11; Santo André (SP) – 7/12; Salvador (BA) – 14/12.
Levar franquia brasileira para os Estados Unidos: Vantagens e cuidados que devem ser considerados

A primeira assinatura de contrato no modelo de franquia aconteceu em 1850, nos Estados Unidos. A fabricante de máquinas de costura Singer estendeu a venda dos seus produtos em todo o solo nacional, expandindo sua marca com um baixo investimento. Com o movimento, outras empresas passaram a adotar esse sistema, como as gigantes Coca-Cola e McDonalds’s. O formato é um dos mais seguros, otimizados e efetivos para empreendimentos. Com isso, muitas pessoas consideram a hipótese de levar suas marcas para o exterior e, de acordo com a Associação Brasileira de Franquias, os Estados Unidos é o principal destino dessas franquias. De acordo com Daniel Toledo, advogado que atua na área do Direito Internacional, fundador da Toledo e Associados e sócio do LeeToledo PLLC, escritório de advocacia internacional com unidades no Brasil e nos Estados Unidos, o ponto mais importante ao levar uma franquia para os EUA é analisar com cautela a escolha de onde esse empreendimento será aberto. “Cada estado tem uma característica e sua população tem costumes que podem decidir o sucesso ou fracasso de um negócio. Abrir uma franquia de um restaurante brasileiro, por exemplo, em um estado que não conta com uma população do Brasil, será mais difícil de estruturar e solidificar o negócio se comparado a um estado que conta com uma grande comunidade brasileira”, pontua. Ele acredita que a escolha do nicho de atuação também é de grande importância na hora de levar uma franquia para os EUA. “Seguindo o exemplo de um restaurante, a comida brasileira, normalmente, está muito distante da realidade do dinamismo encontrado nos Estados Unidos. Muitas pessoas costumam comer rápido, porque os pagamentos são efetuados por horas trabalhadas. Ir a uma churrascaria ou comer uma feijoada não é algo feito diariamente por aqui e isto pode ser um problema para o negócio nesse segmento. É importante estudar e entender o público americano na hora de escolher que tipo de franquia será levada ao país”. Para o advogado, trazer um negócio para os Estados Unidos aumenta as chances de lucro e expansão. Algumas franquias brasileiras foram para os Estados Unidos, porém não alcançaram o mesmo sucesso que possuem em solo nacional. “A falta de planejamento e altos investimentos sem orientação especializada fizeram com que grandes redes, como Coco Bambu e Girafas, cessassem suas operações nos EUA”, explica. “Mas, além de ser uma excelente possibilidade para a aprovação de um visto, pode ser uma boa opção para aumentar os ganhos e dolarizar o próprio patrimônio”, lembra o especialista De acordo com Toledo, o melhor caminho é apresentar um plano de negócios a um advogado para, assim, encontrar as alternativas mais eficientes. “Escolher a franquia certa para levar aos Estados Unidos é algo crucial, e um profissional poderá indicar os melhores perfis de franqueadoras para apresentar à população americana”.
Empreendedor abre lavanderia autônoma que planta uma árvore a cada dez lavagens
Com o nascimento do seu filho, o cineasta Mario Zugair, 46 anos, sentiu a necessidade de realizar uma transformação em sua vida. Ele queria criar um negócio que se encaixasse com as tendências de comportamento de consumo e, ao mesmo tempo, ajudasse a regenerar o meio ambiente, com uma filosofia de “devolver para o planeta”. Assim, fundou, em 2021, a Leafy Eco, rede de lavanderias autônomas, que funciona sem a necessidade de funcionários. Faz pouco mais de nove meses que a primeira unidade foi aberta na região de Higienópolis, em São Paulo. De lá para cá, a marca ganhou mais duas unidades de rua, e uma está instalada dentro de um condomínio. Ainda no primeiro trimestre de 2023, outra deve ser aberta na região da Vila Madalena, também na capital paulista. A proposta da rede é a seguinte: a cada dez ciclos de lavagem e secagem, uma muda de árvore nativa da mata atlântica é doada. “Tínhamos o objetivo de doar 300 mudas em 2022, e chegamos a mais de 700”, diz o empreendedor. A meta, de acordo com ele, é chegar a 1,2 mil árvores plantadas em 2023. A ação ocorre em parceria com o Sítio Árvores Gerais, em Florestal (MG). A Leafy doa as mudas e fornece orientações para o plantio no entorno de nascentes, margens de rios ou ainda na formação de sistemas agroflorestais. O público beneficiado diretamente é formado por pequenos agricultores e ONGs. A rede documenta os plantios em suas redes sociais. Leia também Franquias de lavanderias da Omo passam a higienizar sofás e estofados Franquia de lavanderia econômica oferece serviços a partir de R$ 2 Cada uma das lavanderias de rua demandou um investimento médio de R$ 120 mil, e a que está dentro de condomínio custou cerca de R$ 70 mil. “O faturamento está em torno de R$ 20 mil a R$ 25 mil por loja.” Ele explica que os espaços das lavanderias são pensados para promover a interação entre os clientes, transformando o ambiente em um potencial local de socialização. O valor dos serviços é de R$ 29,90 para cada dez quilos de roupa. “O tempo total de utilização é de aproximadamente uma hora entre lavagem e secagem. Considerando um ciclo completo, o usuário pode lavar até 10 kg de roupas, o que daria por volta de 25 peças, em média”, diz. Zugair acredita que o negócio vai conseguir decolar amparado nos anseios das novas gerações, que “se preocupam com o planeta e são mais desapegadas de bens materiais”. Apesar disso, ele diz que o público tem sido bem heterogêneo, de diversas idades e perfis. “Temos donas de casa que têm aderido ao serviço, com alta frequência.” Zugair sabe que o mercado já apresenta fortes concorrentes, como as redes de franquias Lavô, eLav, Maria Lavadeira e a OMO Lavanderia, ligada à Unilever. Ele aposta que a pegada sustentável da Leafy Eco será o grande chamariz. “É um segmento que oferece otimização de tempo, principalmente nas grandes metrópoles do país. Agora, chegou o momento desta praticidade se tornar uma aliada do meio ambiente” diz. Neste momento, o empreendedor está formatando a empresa para crescer com franquias e está em negociação com uma aceleradora especializada no segmento. “Estamos estudando para não crescermos desenfreadamente e perdermos o viés sustentável, que é realmente o foco do nosso negócio, mais do que o monetário.” Fonte: PEGN | reportagem de Paulo Gratão
Dia dos irmãos (05): conheça franquias de sucesso que surgiram de ideias em família

Nesta segunda-feira (05) comemora-se o Dia do Irmão no Brasil. Na data, celebra-se a amizade, o companheirismo e o amor fraterno. Mas o relacionamento entre irmãos não existe apenas no aspecto pessoal. Na hora de empreender e dividir responsabilidades de tocar o negócio próprio, ter ao lado alguém em quem se pode de fato confiar propende ser um facilitador do processo e, por isso, muitos irmãos acabam fazendo sucesso no mundo dos negócios. Flávio Thenório e Giovanna Domiciano, em uma viagem de férias para os EUA, tiveram a ideia de abrir seu próprio negócio no setor infantil, após observarem as “Garages Sales”, uma tradição bastante conhecida nos EUA (trata-se de uma feira de garagem onde os moradores selecionam os produtos seminovos ou novos que não utilizam mais e os vendem por valores mais baixos que os de mercado). Quando os dois retornaram ao Brasil, ficaram pensando em como aplicar e colocar em ação a ideia. Foi então que decidiram inovar e abrir uma loja no estilo ganha-ganha com produtos infantis de diversos estilos, desde roupas até carrinhos de bebê. A inovação seria que no mesmo espaço fossem vendidos produtos pouco usados e novos de fábrica. Com o auxílio essencial da mãe da dupla, surgiu a Arena Baby, a marca traz uma concepção onde os clientes levam produtos que não são mais utilizados por seus filhos ou parentes e geram valor com eles, podendo receber em dinheiro ou em crédito para utilizar na compra de outros produtos novos ou seminovos da loja. Sendo eles 80% mais baratos do que os mesmos itens novos em uma loja convencional. A rede fatura em média R$6,7 milhões por ano, com as vinte e seis unidades. “Acredito que depois que começamos a empreender juntos, harmonia e admiração só aumentaram. Sabemos que precisamos um do outro para que tudo funcione bem, então, partimos de um princípio fundamental que é o respeito e comprometimento com os negócios, fazemos as coisas darem certo. E isso não significa que não tenhamos conflitos. Eles são necessários para o negócio andar, pois concordar o tempo todo não é saudável”, comenta Flávio. No caso dos irmãos Zanon, a união ajudou salvar a empresa da família. Quando Reinaldo e Luis Gustavo Zanon assumiram a Seguralta, a empresa operava em um déficit de R$ 300 mil reais e a sucessão foi feita no momento exato, pois hoje a rede faz parte de uma holding – Grupo Zanon, que fatura mais de R$ 400 milhões por ano, e que detém as marcas: Seguralta, Los Mex, SegCredi, Fast Bronze, Semblànt, Zr Contabilidade, MapCell, Segenergy, Zanon Expand e Zanon Digital. “Nem sempre herdar uma empresa é fácil, tem que saber se adaptar e inovar para continuar em pleno crescimento. Entrar para o franchising nos rendeu novos ares e fez a empresa expandir”, relata Reinaldo Zanon. Os números da Seguralta não negam como a entrada para o setor de franquias deu certo. A marca, que conta com mais de 1.700 unidades no Brasil, é hoje uma das maiores corretoras de seguros do país e pioneira em seguros no franchising. É a maior rede de franquias de Seguros no Brasil e a 9º maior franquia brasileira conforme ranking da Associação Brasileira de Franchising – ABF. Hoje pais de família e herdeiros de um império que fatura milhões, os irmãos Zanon provam que receber um legado por si só não é garantia de sucesso. “Tudo isso que temos hoje é resultado da soma de experiências, inovação, confiança entre colaboradores, empenho, dedicação e principalmente da consciência de que é necessário saber conquistar o seu espaço com competência”, finaliza Reinaldo. As sócias e irmãs Sarah Lazaretti e Julinha Lazaretti são co-fundadoras da Alergoshop. No começo da década de 90, Sarah que além de empreendedora, é enfermeira obstétrica passou grandes dificuldades com sua filha Marina, que na época tinha apenas três anos de idade e sofria de diversas alergias. Alimentos com corantes artificiais (balas, ketchup, sucos prontos etc.), areia, lycra, medicamentos com Ácido Acetil Salicílico e níquel, desencadeavam reações alérgicas em forma de dermatite atópica e alergias respiratórias. Diante da tal situação, Sarah se viu obrigada a comprar produtos hipoalergênicos – livres de diversos compostos alérgenos, presentes em itens convencionais – para que a filha pudesse ter uma vida saudável. A tarefa não foi nada fácil, já que a dificuldade em encontrar estes produtos no Brasil era enorme, muitas vezes precisavam ser importados. Foi então que, em 1993, Sarah – em sociedade com sua irmã – a bióloga Julinha, fundou a Alergoshop – primeira empresa do Brasil totalmente voltada a produtos hipoalergênicos. Desde então, a marca foi expandindo e virou referência entre os alérgicos e até mesmo aqueles que não sofrem com alergias, mas optam por soluções mais saudáveis no dia a dia. A marca oferece cerca de 280 itens, a maioria fabricação própria, mas também em parceria com outras empresas, conta com 10 lojas próprias e seis unidades franqueadas, distribuídas entre os estados de São Paulo, Paraná, Tocantins, Rio de Janeiro, Mato Grosso e Espírito Santo.
Mercado cresce mais de 8% no 1o tri de 2022

A segurança do negócio e os bons índices do mercado colocam a franquia como uma opção de investimento muito segura, mas alguns cuidados são necessários na escolha desta modalidade de negócio. O universo da franquia é uma das opções mais seguras de investimento para profissionais que desejam entrar para o mundo do empreendedorismo. Segundo relatório de desempenho do 1º Trimestre de 2022 da ABF (Associação Brasileira de Franchising), o resultado do faturamento das franquias neste período foi R$ 188.568 MI, com uma taxa de crescimento de 8,8% em relação ao mesmo período de 2021. Tal resultado é apontado pela ABF como um cenário de recuperação, uma vez que o resultado de 2021 foi negativo. Já o crescimento em relação a 2020 foi de 4,4%. Os setores que tiveram maior crescimento nas operações de franquia, foram os segmentos de Serviços, que sozinho acumulou o resultado positivo de 12,8%, seguido pelo ramo de Moda com o valor de 11,4% e Saúde, Beleza e Bem-Estar com o resultado de 8,7%. O único segmento que ainda operou negativo no período da pesquisa foi Hotelaria e Turismo, com resultado negativo de 3,3% A modalidade de franquia que mais cresceu em 2022 foi a chamada “Home Based“, que tem como premissa, uma atuação profissional baseada em casa e não num escritório específico ou em uma loja. Trata-se de um modelo bem conhecido nos Estados Unidos e que, aos poucos, vem ganhando espaço no mercado brasileiro e crescendo no segmento de franchising, como mostram os números. “A pandemia mudou os padrões de consumo. As pessoas se acostumaram a ficar perto da família, com boa qualidade e vida e por isso não querem voltar para uma rotina tóxica, por isso a opção de investir em um negócio seguro e que proporcione esse bem-estar de estar em casa, torna-se prioridade nas opções de escolha dos profissionais”, explica Daniela Albuquerque, Head de Expansão da Templum Franchising. Cuidados na escolha de uma franquia Segundo dados do Sebrae, 50% das empresas fecham no primeiro ano de vida e 26% encerram as suas atividades em cinco anos. Essa estatística justifica a procura pelo modelo de franquia, uma vez que neste caso a empresa já passou desta fase de risco e tem o negócio validado. Mas ainda assim alguns cuidados devem ser analisados para garantir que o investimento valha a pena. Nesse sentido, Daniela Albuquerque indica que um dos pontos críticos que devem ser analisados para essa escolha é o de investigar o status da empresa no mercado com clientes e funcionários para entender o tipo de atenção que a empresa dá para cliente interno e externo. “Sites como Reclame Aqui, Glassdor, reputação do Google e redes sociais são bons canais para esta essa análise. Além da rentabilidade do negócio e retorno do investimento, outras análises são relevantes, tais como periodicidade da taxa de franquia, custos diretos e indiretos, tecnologia, trabalho em rede, plano de segurança de dados, compliance e transparência, canais de comunicação e relacionamento entre franqueado e franqueadora”. A operação de franquia é regida pela Lei de Franquia Empresarial (Lei nº 13.996, de 26/12/2019) e a Circular de Oferta de Franquia é um documento obrigatório que deve detalhar todas as informações do negócio. A ABF divulga os dados do setor e dos seus associados trimestralmente e deve ser o canal oficial de consulta dos dados do setor.