Empreendedores buscam cooperativas para melhores condições de financiamento

Levantamento do Sebrae aponta que os pequenos negócios responderam por mais da metade do volume contratado no primeiro trimestre do ano As cooperativas de crédito estão em alta entre os pequenos negócios. Levantamento do Sebrae revela que dos R$ 149,2 bilhões contratados por pessoa jurídica, no primeiro trimestre de 2023, 52% foram destinados para micro e pequenas empresas, o que corresponde a R$ 78,26 bilhões. A mudança nesse perfil do empreendedor, que está deixando os bancos tradicionais em busca das cooperativas, pode ser explicada devido a fatores como as melhores condições de preços (juros e tarifas) das cooperativas de crédito; uma taxa superior de aprovação na busca do crédito pelo empreendedor quando comparado com outros agentes do mercado; e a qualificação do portfólio de ofertas para os pequenos negócios. É o que argumenta o diretor de Coordenação Sistêmica e Relações Institucionais do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob), Enio Meinen. Meinen acredita que o bom momento deve continuar, apesar dos sinais de instabilidade do mercado. “Embora a indústria bancária, no geral, sinalize uma involução na oferta do crédito – em parte associada aos alertas de inadimplência –, as cooperativas não irão desamparar os seus cooperados empreendedores. Nem podem fazê-lo, pois o associado é o dono da entidade”, assegura. O diretor do Sicoob avalia que as cooperativas costumam ter participação decisiva em cenário de adversidades. “É o momento em que o cooperativismo costuma assumir papel anti ou contracíclico, o que, aliás, tem permitido ao segmento ganhar participação mais expressiva de mercado.” O Sebrae orienta que a tomada de crédito esteja associada a novos investimentos ou à manutenção do negócio e que, antes de buscar financiamento, o empreendedor tente alternativas, como fazer uma liquidação para zerar o estoque e negociar novas condições com os fornecedores, por exemplo. “Tornar-se associado de uma cooperativa de crédito é uma decisão que deve levar em conta não somente a tomada de empréstimo, mas a participação em uma instituição financeira que pode disponibilizar produtos e serviços em melhores condições. Na hora de escolher uma cooperativa, é necessário analisar a sustentabilidade da instituição, quem são os gestores e sua área de atuação”, orienta Adalberto Luiz, coordenador do Núcleo de Garantias da Unidade de Capitalização e Serviços Financeiros do Sebrae Nacional. Como funcionam as cooperativas de crédito? As cooperativas de crédito são instituições financeiras formadas pela associação de pessoas para prestar serviços financeiros exclusivamente para os seus associados. Ou seja, os cooperados são ao mesmo tempo donos e usuários da cooperativa, participando de sua gestão e usufruindo de seus produtos e serviços. E, assim como outros agentes financeiros, as cooperativas de crédito são autorizadas e supervisionadas pelo Banco Central. Todos os principais serviços disponíveis em bancos tradicionais também estão presentes nas cooperativas, como conta-corrente, aplicações financeiras, cartão de crédito, empréstimos e financiamentos. O site da Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédito (Confebrás) contém mais informações e lista as cooperativas que atuam em cada cidade brasileira. Leia abaixo as dicas do diretor do Sicoob para a contratação de financiamento em uma cooperativa de crédito: •           Preste atenção em condições relacionadas à precificação: juros, tarifas e prazos. •          Há linhas de crédito com características mais atrativas, inclusive envolvendo funding subsidiado ou garantido. •          Nas cooperativas, em caso de empréstimos com recursos próprios, o custo é menor na arrancada, dada a ausência de lucro nessas entidades; e, no final do exercício, os valores excedentes são devolvidos aos próprios cooperados, proporcionalmente aos juros pagos na contratação. •          É possível também escolher entre três grupos de cooperativas para a sua empresa: as que atuam com o comércio varejista em geral; as voltadas mais para atividades específicas, como clínicas, consultórios e prestadores de serviços; e as instituições com foco no pequeno e médio empreendedor rural (agroindústria).

Governo federal anuncia R$ 71,6 bilhões em crédito rural para pequenos produtores

Público beneficiado pelo Plano Safra da Agricultura Familiar também é prioritário para o Sebrae em programas como Agronordeste e Produzir Brasil O governo federal lançou, nesta quarta-feira (28), o novo Plano Safra para a Agricultura Familiar 2023/2024 e vai disponibilizar mais de R$ 71,6 bilhões em crédito rural para que estes trabalhadores possam investir na produção de alimentos. O objetivo é apoiar os agricultores familiares, especialmente aqueles que investem na produção de alimentos como arroz, feijão, mandioca, tomate, leite, ovos, entre outros. “Estamos retomando algo que não deveria ter acabado. Estamos voltando agora mais calejados, mais preparados, mais maduros, mais responsáveis e com muito mais obrigações com a sociedade brasileira. Temos que fazer mais e melhor e com a participação da sociedade civil. Quero que vocês produzam o máximo que puderem de alimentos. A grande arma que precisamos neste país é ter o povo de barriga cheia, sem nenhuma criança passando fome ou alguém ir dormir sem ter o que comer”, destacou o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante a cerimônia de lançamento no Palácio do Planalto. Os agricultores familiares são um dos públicos prioritários do Sebrae. Nos últimos quatro anos, o serviço atendeu mais de 177 mil pequenos produtores rurais, nas atividades econômicas agropecuária, produção florestal, pesca e aquicultura. O atendimento é realizado por meio de orientações às cooperativas e associações em aspectos como organizar o segmento, ter acesso a mercado e melhorar a renda; capacitação de grupos produtivos; gestão do negócio; organização da cadeia produtiva e gestão nas agroindústrias com intervenções de processos. Programa Agronordeste eleva produtividade e melhorias às atividades agrícolas e pecuárias no RN (Foto: Fred Veras). Especialmente nas regiões em que os agricultores familiares estão em maior vulnerabilidade social, o Sebrae atua com o programa Agronordeste, nos nove estados do Nordeste, e em áreas de assentamento na região da Amazônia legal, por meio do Produzir Brasil. As iniciativas possibilitam apoio, capacitação e ampliação da eficiência produtiva e o desenvolvimento comercial dos pequenos produtores. Outra ação que garante aos agricultores familiares o acesso a mercados é o Brasil à Mesa – vitrine para divulgação de alimentos e bebidas diferenciados como produtos artesanais, típicos e regionais, com Indicação Geográfica, selo de Identificação Artesanal (ARTE) e orgânicos. Além disso, foram investidos aproximadamente R$ 600 milhões em ações para este público por meio de parcerias com diversos atores do setor nos últimos anos. “A agricultura familiar, além de sustentar as famílias dos próprios agricultores também é a grande responsável pela produção de alimentos de qualidade e saudáveis para o consumo da população brasileira, gerando renda e propiciando a sustentabilidade no campo”, comenta o presidente do Sebrae, Décio Lima. “Tenho certeza de que juntos vamos ajudar o Brasil a sair do Mapa da Fome e apoiar o país a retomar o caminho do crescimento econômico”, acrescenta o dirigente do Sebrae. Agricultura Familiar Do total de estabelecimentos agropecuários do país, 77% estão classificados como agricultores familiares, sendo responsáveis por 23% da área de todos os estabelecimentos rurais do país. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2017, a agricultura familiar ocupava mais de 10 milhões de pessoas nos estabelecimentos agropecuários. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anuncia o Plano Safra da Agricultura Familiar 2023/2024 Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil. Plano Safra da Agricultura Familiar 2023/2024 R$ 71,6 bilhões para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) Redução dos juros para produção de alimentos de 5% para 4% ao ano Redução de 50% nas alíquotas do Proagro Mais para a produção de alimentos Nova faixa no Pronaf Custeio para produtos da sociobiodiversidade, orgânicos e agroecológicos (ou em transição agroecológica) com juros de 3% ao ano Mulheres rurais ganharão uma linha específica, uma nova faixa na linha Pronaf Mulher. O Plano Safra também passa a incluir povos e comunidades tradicionais e indígenas como beneficiários do Pronaf

Nestlé lança desafios de inovação e convida startups para colaborar

A Nestlé está lançando uma chamada para startups dispostas a colaborar com seus principais desafios de negócio. O propósito é encontrar empresas com soluções inovadoras e capazes de ajudar a multinacional de alimentos a ser mais eficiente e ligada à tecnologia. Quais são os desafios A iniciativa vai selecionar soluções inovadoras desenvolvidas por startups, institutos de ciência e tecnologia, empresas e universidades de todo o Brasil em três principais desafios: transporte de máquinas profissionais para os operadores de serviços, com foco na criação de um carrinho elevatório; Automação do processo de limpeza a seco dos silos da fábrica de cereais, a CPW (Cereal Partners Worldwide); Análise da documentação dos materiais que serão utilizados nas embalagens dos produtos para verificar requisitos e normas. Os desafios são realizados em parceria com o Centro de Inovação e Tecnologia da Nestlé, uma estrutura de 100 metros quadrados localizada no Parque Tecnológico de São José dos Campos, em São Paulo, e que abriga pesquisa e desenvolvimento de inovações industriais. “Participar e ser selecionado no Desafio de Inovação Aberta da Nestlé é uma grande oportunidade, em especial, para startups que buscam escalar suas soluções de maneira significativa no mercado”, diz Gustavo Moura, gerente do Programa de Transformação Digital para Operações da Nestlé. “Temos um ambiente de implementação dentro de um grande parque tecnológico e um time de pesquisadores com expertise para ajudar a desenvolver os projetos da melhor forma possível”. Como participar Empresas podem se inscrever em um dos três desafios até o dia 31 de maio  pela plataforma AEVO Connect. Após o final do período de inscrições, a Nestlé vai realizar a pré-seleção dos interessados e, em seguida, promoverá um encontro para detalhar cada desafio e o que é esperado para cada um deles. Posteriormente, a empresa irá promover um Pitch Day, no qual os participantes irão apresentar seus projetos e uma proposta formal para a prova conceito (POC), além de definir o plano de trabalho para colocar a prova em prática em uma das 14 fábricas da empresa pelo país e também  aportes financeiros necessários para o desenvolvimento. *Com informações do portal Exame.

BNDES anuncia linha exclusiva para empresários de pequenos negócios

Intenção do Sebrae e do Banco é que em julho a linha esteja em pleno funcionamento Em reunião realiza esta semana, o presidente do BNDES, Aloizio Mercante, e o presidente do Sebrae, Décio Lima, acertaram que até julho deste ano anunciarão uma linha de crédito exclusiva destinada aos empresários de pequenos negócios. As linhas e os valores que serão disponibilizados ainda estão em estudo, mas a ideia é que seja uma parceria que vá além do crédito. Décio Lima estuda formas de desenvolver junto ao banco políticas de concessão que irão abarcar assistência aos empresários que precisarem, incluindo capacitação e orientação. “Nesta parceria iremos desenvolver todo um processo e um conjunto de novas ações que já temos disponíveis e que precisamos do BNDES para que possamos alcançar os empresários na condução das empresas de forma sustentável”, afirma o presidente do Sebrae. Tanto para o BNDES quanto para o Sebrae será um novo momento. Mercadante afirma que prevê um banco voltado para o atual momento da sociedade e para as suas necessidades atuais. “Queremos dobrar o tamanho do BNDES nos próximos três anos, dobrar olhando coisas novas, para uma sociedade menos desigual, com uma economia verde, transformando a sociedade e diminuindo suas desigualdades”, destacou.

Conheça ‘search funds’, tendência de empreendedorismo nos próximos anos

O desafio de empreender começa com a dúvida sobre qual setor investir. Construir um negócio do zero ou adquirir uma empresa que já está inserida no mercado? De acordo com um estudo recente da FGV, a segunda opção é uma forte tendência entre empreendedores em toda a América Latina. ‘Search funds’ é o nome pelo qual são conhecidos os empreendedores que preferem investir na aquisição de uma startup ou empresa de pequeno/médio porte já existente e que já conte com apoio de investidores ou aceleradores. O chamado empreendedorismo por aquisição está se consolidando como tendência e devem crescer até 56% até 2026, de acordo com um estudo realizado pelo Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGVcenn) em parceria com a IE University e a Grant Thornton. A modalidade, já consolidada nos EUA e Canadá, vem movimentando valores bastante expressivos: Entre 2020 e 2021, os investimentos em search funds na região atingiram um recorde de US$ 776 milhões e existe a estimativa de que esses fundos gerem quase US$ 10 bilhões para os investidores. Segundo a pesquisa divulgada pelo FGVcenn, os search funds começaram a se formar na América Latina há cerca 20 anos e vem experimentando um crescimento mais expressivo desde 2016. O Brasil aparece em segundo com mais representantes na região: são 211 movimentos do gênero estabelecidos mundialmente (fora dos Estados Unidos e Canadá), sendo 82 na América Latina (39%). Dentre esses, são 37 no México, 24 no Brasil e outros 21 espalhados por Colômbia, Chile, República Dominicana, Argentina, Guatemala, Peru e Paraguai. Desafios e oportunidades A pesquisa aponta também que os principais responsáveis por frear o avanço do empreendedorismo por aquisição na América Latina são “burocracia”, “falta de acesso a capital local para aquisições” e “volatilidade da taxa de câmbio”. Em contrapartida, “crescimento de mercado no longo prazo”, “espaço para aumento de produtividade” e “espaço para cópia de soluções de mercados desenvolvidos” foram as três principais oportunidades mais citadas. Perfil maduro e Brasil em destaque Até o final do ano passado, a maior parte (90%) dos empreendedores por aquisição e seus investidores na América Latina eram homens. A idade média é dos empresários é 36 anos, e a dos investidores, 44. Juntos, mexicanos e brasileiros representam 75% do total de empreendedores, enquanto americanos, brasileiros e mexicanos são 65% dos investidores. Veja outros insights sobre empreendedores e investidores latino-americanos citados no estudo: 88% dos empreendedores por aquisição na América Latina tinham MBA ou mestrado; 85% dos investidores tinham MBA, mestrado ou doutorado; 74% dos empreendedores tinham experiência profissional em Private Equity (16%), Empreendedorismo (15%), Investment Banking ou Finanças (15%), Administração Geral (14%) ou Consultoria de Gestão (14%); Entre os investidores, o Private Equity representou 23% do total de antecedentes profissionais da amostra, seguido por Investment Banking ou Finanças (15%) e Empreendedorismo (14%); Para a amostra estudada, a média de idade dos empreendedores bem-sucedidos foi de 37 anos, enquanto para os malsucedidos foi de 35 anos.

Programa da Coca-Cola para incentivar mulheres a empreender tem novo edital

Depois de contribuir para a capacitação de mais de mil mulheres em 2022, quando foi lançado, Sebrae e Coca-Cola Brasil anunciam nova fase do edital do projeto “Empreenda como uma mulher”, com a abertura de mais seis mil vagas que serão distribuídas pelos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Amazonas, Minas Gerais e Pernambuco. A iniciativa de impacto social, que tem o objetivo de capacitar, apoiar e inspirar empreendedoras com negócios formalizados, informais ou em fase de formalização, faz parte da plataforma “Coca-Cola dá um gás no seu negócio”, voltado para a capacitação de pequenos empreendedores do varejo alimentício. “O apoio do Sebrae às empresárias de pequenos negócios corresponde a uma política de atuação da instituição, que corresponde essencialmente na gestão dessas empresas. Além disso, é uma oportunidade para a ampliação de contatos e networking, trocas de experiências. O foco principal está na capacitação com conteúdos de gestão de empreendedorismo, para impulsionar os negócios”, comenta Adriana Menegaz, analista de Competitividade do Sebrae. Menegaz afirma ainda que os dados relativos ao empreendedorismo feminino chamam a atenção pelo baixo percentual de mulheres que empreendem, mas também pelo impacto positivo causado pela decisão de abrir o próprio negócio. “A ação está alinhada aos objetivos do Sebrae e da Coca-Cola, na medida em que apoia e promove o empreendedorismo feminino, trazendo soluções e mostrando estratégias para ampliar as possibilidades nos negócios das mulheres e impactando nos aspectos sociais”, finaliza. “Acreditamos no potencial das empreendedoras brasileiras, por isso queremos fazer a diferença em seus negócios e, como consequência, nas comunidades em que atuamos. As mulheres sempre foram figuras relevantes para o desenvolvimento econômico, social e sustentável da sociedade, e continuarão sendo peça-chave para estimular o crescimento global, desempenhando um papel ainda mais transformador para a próxima década”, destaca Silmara Olivio, diretora de Relações Corporativas Cone Sul na Coca-Cola América Latina. Para celebrar esta nova fase, o Sebrae e o Sistema Coca-Cola Brasil realizarão, junto com seus parceiros locais – engarrafadores e governos –, uma série de eventos nas capitais dos estados para engajar essas empreendedoras e São Paulo será a primeira capital a fazer o anúncio, junto à Coca-Cola FEMSA Brasil. “Um dos nossos compromissos é promover a equidade de gênero dentro e fora da companhia. Nossa intenção, na formação dessas parcerias e realização dessas capacitações, é trabalhar em ações concretas para melhorar as condições socioeconômicas das mulheres que vivem nas regiões em que atuamos. Tivemos muito sucesso com a implementação do programa ano passado, em três cidades da Região Sul, e agora temos a grande satisfação de oferecer essa oportunidade para mulheres empreendedoras de São Paulo e Minas Gerais”, comemora Camila Amaral, VP Jurídica e de Assuntos Corporativos da Coca-Cola FEMSA Brasil. Em uma data mais que especial – 8 de março, Dia Internacional da Mulher–, o evento da capital paulista contará com a presença da embaixadora do “Coca-Cola dá um gás no seu negócio”, a chef pernambucana Dona Carmem Virgínia, que vai compartilhar um pouco da sua história durante o encontro com outras empreendedoras beneficiadas. O mês escolhido para iniciar essa agenda é simbólico, por ser reconhecidamente um período de homenagem às mulheres. Somente em São Paulo serão abertas 4 mil novas vagas para o programa que, além de capacitar, impulsionará uma parcela das participantes acelerando seu negócio, por meio de outros benefícios, como equipamentos e facilidade de acesso ao crédito. Conteúdo no ponto Na nova fase do “Empreenda como uma mulher”, as participantes terão a oportunidade de acelerar seus negócios a partir de uma metodologia que reúne aulas teóricas e práticas com conteúdo sobre estratégias de liderança e gestão, autoconhecimento, aspectos comportamentais, além de uma análise individual do negócio para avaliar pontos como aspectos de maturidade, pontos fortes e deficiências, governança e impacto na sociedade. O conteúdo foi reformulado a partir dos aprendizados observados com as primeiras turmas, para que atenda às necessidades das empreendedoras e possa alavancar, cada vez mais, seus empreendimentos. Entre os aprendizados, estão um formato que privilegia mais os encontros presenciais, a formação de uma rede de apoio para que as participantes façam novas conexões e compartilhem conhecimentos e experiências com outras mulheres, assim como a democratização de ferramentas que tragam soluções práticas para as empreendedoras no dia a dia, como o desenvolvimento de cardápios digitais. O programa terá duração de até seis meses e os módulos estão divididos em três níveis: básico, médio e avançado. Todas as informações serão publicadas no site oficial www.cocacoladaumgasnoseunegocio.com, onde as interessadas poderão de cadastrar. “Nosso objetivo é desenvolver mulheres como líderes de seus negócios para que possam ver seus empreendimentos prosperarem, tendo a Coca-Cola como o melhor parceiro de negócios. No primeiro ciclo do programa, conhecemos histórias de mulheres incríveis pudemos ver a força da rede feminina – quando elas se unem e se articulam, crescem juntas e se fortalecem. Agora é hora de consolidar o impacto positivo do “Empreenda como uma mulher” nos negócios e nas comunidades e criarmos conexões duradouras, capazes de transformar a vida das participantes”, afirma Katielle Haffner, gerente sênior de Relações Corporativas e ESG da Coca-Cola Brasil. Importância da capacitação no empreendedorismo feminino Segundo o Ministério da Economia, mais de 1,3 milhão de empresas foram criadas no país no primeiro quadrimestre de 2022. De acordo com o órgão, as micro e pequenas empresas (MPEs) representam 99% do total das empresas brasileiras, são responsáveis por 62% dos empregos e por 27% do Produto Interno Bruto (PIB), sendo que mais de 40% dos microempreendedores individuais (MEI) são mulheres empreendedoras. De acordo com os dados do LinkedIn publicados no Global Gender Gap Report 2022, do Fórum Econômico Mundial, a participação de mulheres no empreendedorismo cresceu globalmente durante a pandemia. No Brasil, a porcentagem aumentou para 41% para elas, em comparação com 22% para os homens em 2020, em relação a 2019. Outra pesquisa realizada em 2021 pela Aliança Empreendedora mostra que as mulheres foram mais as prejudicadas nos negócios durante a pandemia e, consequentemente, estão mais vulneráveis. Ou seja, conhecer e ter experiência na área de atuação do negócio é

Norma da Receita Federal que restringe alcance do Perse é ilegal, decide juiz

Decisão considerou que lei não limitou benefício ao resultado direto de atividades relacionadas a eventos O juiz Marcelo Barbi Gonçalves, 6ª Vara Federal do Rio de Janeiro, reconheceu o direito de uma locadora de aparelhos de refrigeração e eletrônicos ao benefício fiscal do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse). A decisão de mérito, proferida em 15 de fevereiro, aprofunda o debate sobre o escopo do incentivo. O magistrado considerou ilegal a restrição criada pela Instrução Normativa 2.114/2022, da Receita Federal, que limitou a concessão do benefício a entidades cujos resultados estão diretamente vinculados a eventos e hotelaria. Segundo Gonçalves, não cabe ao Fisco fazer essa distinção. A Lei 14.148/2021, que instituiu o Perse, prevê medidas de amparo a alguns dos setores mais castigados pela pandemia de Covid-19. Entre elas, o texto estabeleceu a redução a zero, pelo prazo de 60 meses, das alíquotas de IRPJ, CSLL, Contribuição PIS/Pasep e Cofins. A previsão dos setores a serem contemplados ficou a cargo do Ministério da Economia, que a trouxe na Portaria 7.163/2021. Um rol de atividades econômicas foi enquadrado, incluindo o “aluguel de móveis, utensílios e aparelhos de uso doméstico e pessoal; instrumentos musicais”. Mas, no fim do ano passado, a Receita tentou limitar esse número via ato normativo, com a Portaria 11.266. Além de restringir o benefício fiscal a resultados diretamente ligados a eventos, hotelaria, turismo e cinema, ela definiu que ele não se aplicaria a receitas financeiras ou receitas e resultados não operacionais. A norma atingiu uma empresa que trabalha na locação de aparelhos de refrigeração e eletrônicos para os setores de eventos e hotelaria, que entrou com um mandado de segurança na Justiça para reaver os valores recolhidos. Para o juiz Marcelo Barbi Gonçalves, ficou patente a violação à lei, “bem como a usurpação de ato da competência do Ministro da Economia”. “Se o intuito da lei era mitigar os efeitos devastadores da Covid-19 para as empresas atuantes direta ou indiretamente no setor de eventos, não caberia ao secretário especial da Receita Federal fazer tal restrição, senão observar a listagem feita pelo Ministro da Economia por delegação da lei.” No mesmo sentido, o magistrado considerou que a lei estabeleceu a redução das alíquotas sobre o resultado das entidades do setor de eventos, conforme ato do Ministro da Economia, sem restringir o benefício ao “resultado direto” das atividades relacionadas ao segmento, como tentou fazer a Receita. De acordo com Thiago de Mattos, sócio do Bichara Advogados, escritório que atuou no caso, a decisão é relevante porque contesta a “narrativa” da Receita Federal acerca do Perse. “A lei começou com o setor de eventos, mas isso foi só o embrião. Ainda no trâmite legislativo, já se verificou que o setor de eventos não estava sozinho. Hotel não é de eventos. Cinema não é eventos, nem turismo. Criou-se uma narrativa da Receita Federal de que essa lei seria para eventos e serviços turísticos. Não é verdade. Ela começou assim, mas durante o trâmite legislativo isso mudou e percebeu-se que outras atividades foram tanto ou até mais impactadas pelas medidas de combate à pandemia.” O advogado também ressaltou o fato de ser uma decisão de mérito. “É uma sentença. Não estamos falando de uma liminar que pode ser eventualmente derrubada a qualquer momento. Estamos falando propriamente de uma decisão de mérito, uma decisão realmente muito boa.” Liminar inclui Abrafesta entre os beneficiários No 18 de janeiro 2023 a Abrafesta (Associação Brasileira de Eventos) entrou na justiça com um pedido de medida liminar na ação de mandado de segurança coletivo que impetrou com o objetivo de revogar as mudanças promovidas pelo Ministério da Economia no PERSE  em defesa de seus associados e dos profissionais do mercado de eventos. A Abrafesta foi a primeira entidade a judicializar a questão da redução pela metade do número de atividades empresariais beneficiadas pelo PERSE. A Abrafesta entrou com a ação em prol de setores como buffet e tradução, que necessitam da dos benefícios fiscais previstos no PERSE para compensar os efeitos da pandemia. A Associação Nacional de Restaurantes, entre outras, também já se posicionaram sobre a Portaria. Na última sexta-feira (03) a liminar solicitada pela entidade no mandado de segurança coletivo foi deferida pela Desembargadora Federal Mônica Nobre, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região. De acordo a Abrafesta, a decisão passa a beneficiar somente os associados da entidade, já que por enquanto foi a única a ajuizar processo para revogar mudanças no PERSE. “É um assunto técnico e complicado. O setor de eventos sofreu demais, e ainda sofre, com os efeitos da pandemia. Mas se conseguindo manter essa liminar de pé, podemos ajudar essas empresas a se reconstruirem”, revela Ricardo Dias, presidente da Abrafesta. Entenda mais sobre o PERSE Em resposta aos efeitos da pandemia na indústria de eventos, o Governo Federal criou o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (PERSE) em maio de 2021. O programa, estabelecido pela Lei 14.148/21, tem como objetivo ajudar o setor de eventos a se recuperar ao oferecer isenção de impostos como IRPJ, CSLL, PIS e COFINS por 60 meses. No entanto, em 29 de dezembro de 2022, o Ministério da Economia emitiu uma portaria que restringiu os códigos CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) de várias atividades econômicas que estavam anteriormente incluídas na Lei nº 14.148. Isso afetou muitas empresas que fazem parte do hub de 52 serviços que compõem o segmento de eventos de cultura e entretenimento, que foi duramente atingido pela pandemia. Algumas das atividades econômicas impactadas pela Portaria Nº 11.266, publicada no Diário Oficial da União em 2 de janeiro, incluem serviços de alimentação para eventos e recepções, segurança privada e estabelecimentos especializados em servir bebidas com entretenimento. Essa decisão representa um obstáculo para a recuperação desses setores e pode tem gerado impacto negativo na indústria de eventos em geral. Analisando o cenário atual do setor, Ricardo Dias revela que muito profissionais deixaram o mercado, principalmente os setores que foram desfavorecidos pela retirada do PERSE. “A situação é bem preocupante, mais de 30% dos profissionais que trabalhavam na área de eventos migraram para outras profissões e muitos deles são freelances e não tem diretos garantidos pela lei”. *Com informações dos Portais JOTA e Eventos

Em 2022, Fampe viabilizou mais de R$ 4,3 bi em 74 mil operações de crédito

Valor avalizado no ano passado representa 14% do total concedido pelo Fundo garantidor nos últimos 25 anos Balanço realizado pelo Sebrae aponta que o Fundo de Aval da Micro e Pequena Empresa (Fampe) viabilizou, somente em 2022, aproximadamente 74 mil operações de crédito para pequenos negócios, superando a marca de R$ 4,3 bilhões – o valor representa 14% do montante total concedido pelo Fundo ao longo de seus mais de 25 anos de história. No período de 2020 a 2022, o Fampe registrou um salto de mais de 240% na carteira de crédito garantido pelo fundo, contribuindo para que 211 mil clientes obtivessem financiamento para manter sua atividade e sua sustentabilidade. Para 2023, a expectativa do mercado de crédito, segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), é um aumento na oferta de 8,3% sobre os valores do ano passado. No entanto, mesmo com a tendência de alta, o número é menor do que os 14% contabilizados na comparação de 2022 com 2021. Ainda assim, Adalberto Luiz, coordenador do Núcleo de Garantias da Unidade de Capitalização e Serviços Financeiros do Sebrae Nacional, considera que a situação pode melhorar. “Esse cenário pode mudar de acordo com as estratégias que o governo federal e os bancos públicos vierem a adotar no segmento de pequenos negócios”, analisa. Garantias para os pequenos O Fampe é o fundo garantidor do Sebrae, que atua como avalista das operações de crédito para os pequenos negócios, desempenhando o importante papel de fornecer às instituições financeiras as garantias solicitadas, que muitas vezes esses empreendedores não dispõem. Criado em 1995, atualmente o Fampe conta com 22 instituições financeiras conveniadas, entre bancos comerciais, agências de fomento, cooperativas de crédito e fintechs. “Historicamente, a falta de garantias é um dos maiores empecilhos para que os pequenos negócios obtenham crédito. Então, o uso do Fampe permite que o empreendedor consiga o crédito de que ele precisa para dar continuidade ao seu negócio, mas o crédito consciente, uma vez que o Sebrae disponibiliza orientação e capacitação aos clientes que obtém crédito com a garantia do fundo, minimizando, inclusive o risco da inadimplência”, explica Adalberto Luiz.

BNDES prevê dobrar crédito para “reindustrializar” país

Apoio à inovação buscará parcerias e lançará mão de fontes de recursos não reembolsáveis ou com juros diferenciados para dar forma a linhas específicas. A nova gestão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) tem como uma das prioridades trabalhar pela “reindustrialização” da economia nacional. Ação já foi colocada pelo presidente da instituição de fomento, Aloizio Mercadante, mas a estratégia não passará, como no passado, por oferecer crédito a juros menores em larga escala, garante José Luís Gordon, escalado na equipe de Mercadante como diretor de Desenvolvimento Produtivo, Inovação e Comércio Exterior. Economista especializado em políticas de fomento à inovação, Gordon diz que o foco do apoio à “reindustrialização” será a modernização tecnológica e os negócios nascentes. O objetivo é dobrar o apoio do BNDES à inovação, do atual 1% da carteira de crédito, cerca de R$ 4,6 bilhões, para 2%. De acordo com o diretor do BNDES, a carteira de crédito do banco já chegou a ter 5,5% destinados à inovação empresarial. “O BNDES saiu da agenda de inovação. Como é que eu vou ter uma indústria competitiva internacionalmente? Não dá para ficar com o País fechado. Então temos que abrir o País, mas tem que ter um País competitivo. Como é que eu vou competir se eu não tenho capacidade inovativa nas indústrias brasileiras? Como um banco de desenvolvimento não apoia a inovação?”, aponta o diretor. O apoio à inovação buscará parcerias e lançará mão de fontes de recursos não reembolsáveis ou com juros diferenciados para dar forma a linhas específicas. Essas fontes têm recursos limitados e, portanto, as condições mais vantajosas não serão oferecidas em todas as linhas do BNDES. Desidratação industrial Além disso, a expansão do BNDES entre meados dos anos 2000 e meados dos anos 2010 não interrompeu a tendência de desidratação da indústria no Brasil. Ao longo de toda a década de 1970, a indústria da transformação respondeu por entre 20% e 21% da economia nacional. A partir de 1980, essa participação na economia começou a cair. Em 2021, ficou em 11,9%, conforme dados compilados pelo Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi). Ainda que a perda quantitativa de peso na economia seja um movimento estrutural do processo de desenvolvimento, uma tendência global, que passa pelo aumento do peso do setor de serviços, no caso do Brasil, houve também perda de qualidade, na avaliação do economista-chefe do Iedi, Rafael Cagnin. Segundo o especialista, os ramos de alta intensidade tecnológica foram os que mais perderam espaço. “A indústria é muito mais do que simplesmente só a indústria. A economia está migrando para serviços, mas quais os serviços queremos na economia? Os serviços da economia alemã são de alta complexidade tecnológica. Quem puxa esse serviço de alta complexidade tecnológica é a indústria. Se temos uma indústria fraca, incapaz de demandar, não conseguimos ter o serviço de alta competitividade, que gera os bons empregos, melhor remunerados”, disse Gordon. Com frequência, economistas citam uma série de fatores para explicar a desidratação da indústria nacional, para além das tendências globais de aumento do peso dos serviços. São eles: Inflação e juros elevados; Câmbio desfavorável; Desequilíbrios nas contas do governo; Incertezas políticas; Gargalos de infraestrutura; Complexo sistema tributário; Falta de mão de obra qualificada; Elevado custo de energia; Forma como foi feita a abertura comercial nos anos 1990. A Federação das Indústrias do Rio (Firjan), tradicionalmente, defende ações transversais, que afetem a todas as empresas industriais. A política de oferecer juros mais baixos no crédito do BNDES afetaria apenas um dos diversos problemas da indústria e, mesmo assim, não atingiria a todas as empresas. Para o gerente de Estudos Econômicos da Firjan, Jonathas Goulart, no quadro atual, facilitar um pouco o crédito para pequenas e médias empresas teria um efeito relativamente pequeno na economia. Por isso, mais eficaz seria avançar em reformas que melhorem o “equilíbrio macroeconômico” no longo prazo. “Batemos muito na tecla da reforma tributária, porque sabemos da importância dela para o equilíbrio de longo prazo da economia”, afirmou Goulart. Propostas Em documento com 62 propostas para elevar a produtividade, lançado no ano passado, a Firjan destaca o reforço da atuação via fundos de garantia como principal papel do BNDES no momento. A referência é o Peac, principal ação do banco de fomento para mitigar a crise econômica causada pela pandemia da Covid-19, em 2020. Com um aporte de R$ 20 bilhões do Tesouro Nacional, o programa temporário avalizou em torno de R$ 92 bilhões em empréstimos concedidos por bancos comerciais. Embora esse tipo de instrumento não ofereça como resultado principal juros mais baixos, facilita o acesso ao crédito para empresas que, normalmente, têm seus pedidos negados. Segundo Gordon, a repetição desse tipo de medida está no radar da nova diretoria do BNDES, mas a iniciativa ficará a cargo do conjunto de ações para as pequenas e médias empresas. No caso da indústria, as linhas estratégicas em gestação poderiam lançar mão de fundos garantidores direcionados para ampliar o leque de instrumentos oferecidos. Cagnin, do Iedi, também defende uma atuação estratégica do BNDES em vez de voltar a oferecer juros mais baixos para toda a indústria. Um dos destaques deveria ser uma linha de crédito focada, especificamente, na modernização de maquinário. “É para trocar o maquinário, mas por qual maquinário? Um maquinário mais próximo da fronteira tecnológica. Não é para comprar uma máquina nova num padrão tecnológico obsoleto. Isso é um processo transversal de modernização produtiva”, disse Cagnin. O financiamento à compra de bens de capital, tanto máquinas e equipamentos quanto veículos, é um dos principais instrumentos oferecidos pelo BNDES à indústria. A Finame, linha de crédito específica para bens de capital, é quase toda operada de forma indireta, o BNDES repassa os recursos para a rede de bancos comerciais credenciados, que firmam os empréstimos com os clientes finais. Além disso, segue regras de conteúdo local, apenas o maquinário produzido no País, com um percentual mínimo de insumos nacionais, é credenciado para ser comprado com empréstimos da Finame. O desenho das políticas industriais do Brasil é um

Startup Nordeste acelerou mais de 900 negócios inovadores

Fonte: Agência Sebrae O programa está em operação oferecendo jornadas de capacitação e apoio, com mentorias, bolsa de estímulo à inovação e relacionamento com investidores Com mais de 900 negócios acelerados, o Startup Nordeste celebra sua primeira edição de chamadas públicas para projetos inovadores com números animadores. A iniciativa, criada para posicionar o Nordeste no mapa global de inovação, em sua frente de desenvolvimento e fomento de iniciativas de tecnologia e inovação da região, teve mais de 2,2 mil inscritos e, desse universo, cerca de 1,6 mil projetos foram pré-acelerados. O programa é estruturado para formar uma rede de capacitação e apoio aos negócios inovadores, estejam eles em qualquer fase de maturação. A analista de inovação do Sebrae, Fernanda Zambon, explica que os eixos norteadores da iniciativa são governança junto às comunidades, fomento a startups, impacto nos ecossistemas de inovação, cultura de inovação, branding, matchmaking com investidores e qualificação. “Acompanhamos cada empresa participante da fase de fomento de acordo com suas necessidades. Entre as principais ações para as 318 startups participantes desta fase estão rodadas de negócios, relacionamento com investidores, participação em eventos para ampliação de networking, mentorias, acesso às comunidades e, para as que estão sendo aceleradas atualmente, são concedidas até duas bolsas de R$ 6,5 mil por mês”, afirma Fernanda. A voz de quem participa Alexandre Motta ainda era apenas um estudante de engenharia – com muitas ideias de negócios – quando ouviu falar do Startup Nordeste. Hoje, é fundador da @Cloudincontrol, startup de automação focada na rede hoteleira, emprega cinco pessoas e continua estudando. Segundo ele, o Startup Nordeste foi decisivo para tirar o negócio do papel. “O programa literalmente nos pegou pelo braço e ensinou o caminho para empreender, como montar a empresa, para onde ir, o que fazer, como fazer. Com todos os recursos oferecidos, enxerguei perspectivas reais de crescimento”, relembra. De fato, a Cloudincontrol está em evolução. Sediada em Recife, a startup tem como principal produto a automatização de quartos de hotel. Com celular na mão, o hóspede pode acender luzes, ar-condicionado, televisão, sistema de som. Tudo facilitado através de apenas um link. “O cliente não precisa baixar aplicativo, nem passar por muitas telas. Chega no quarto, acessa e tem as comodidades que o sistema desenvolvido oferece”, explica Motta. Para o empreendedor, o ponto alto em participar do Startup Nordeste é a amplitude e o empoderamento que o programa traz. “Me tornei um promotor do Sebrae na universidade. Recomendo a todos os colegas, me ajudou muito. Além de ser gratuito, você recebe uma bolsa para participar. Tenho muitos colegas com excelentes ideias, mas não sabem por onde começar, eu indico que procurem o Sebrae”, diz. Com perspectivas de contratar pelo menos outras duas pessoas para sua equipe, Motta relata que o programa despertou nele o gosto pelo empreendedorismo. “Infelizmente a cultura empreendedora não faz parte das disciplinas que aprendemos na sala de aula. Eu soube do Startup Nordeste por um colega e agora não quero parar”, comenta o jovem, ao pontuar que está desenvolvendo um aparelho para ajudar no diagnóstico de doenças respiratórias. “Estudo engenharia e me conectei com a turma da inovação, vou a eventos, integro grupos ligados a área e pretendo ter cada vez mais clientes”, completa.

Sebrae e Governo do Maranhão planejam maior ação de fomento ao empreendedorismo

Após primeiro ciclo da parceria no Programa Cidade Empreendedora, governador Carlos Brandão e lideranças do Sebrae estudam ações integradas para continuidade do programa no MA Por Samme Ribeiro “O programa Cidade Empreendedora trouxe para Morros a Sala do Empreendedor, onde eu pude tirar meu negócio do papel e me ver como empreendedor, alguém que produz, cresce e pode ajudar sua comunidade, seu município e seu estado a crescer também”. A declaração é do comerciante de hortaliças e legumes e fabricante de sucos de frutas concentrado da região do Munim, José Domingos Amaral, que conseguiu dar um salto no seu negócio e crescer depois de ter se formalizado como Microempreendedor Individual (MEI).   Para multiplicar por todo o estado histórias como essa do Sr. José Domingos, Sebrae e o Governo do Estado do Maranhão iniciaram, esta semana, a construção da maior ação de fomento ao empreendedorismo já realizada nos municípios maranhenses, unindo esforços para garantir grandes resultados.   De acordo com o governador Carlos Brandão, a ideia é levantar e cruzar o plano de governo e atividades previstas em cada secretaria de estado com ações e soluções do portfólio Sebrae que possam ser executadas em conjunto, com o apoio das prefeituras, a fim de potencializá-las e, sobretudo, otimizar os resultados para melhorar o ambiente legal e as condições de competitividade para os pequenos negócios já instalados ou que venham a se instalar ou formalizar nos próximos meses no estado.   “Discutimos grandes parcerias para fomentar o desenvolvimento do Maranhão, como o programa Cidade Empreendedora, que iremos estender para todos os municípios do nosso estado. Além disso, queremos a continuidade das capacitações aos donos de micro e pequenas empresas da área do Itaqui-Bacanga que prestam serviço à região portuária, assim como as ações de fortalecimento do nosso agronegócio e agricultura familiar, dando todo o suporte técnico necessário aos nossos produtores e estimulando os arranjos produtivos locais. Com certeza, no nosso governo, o Sebrae será um grande parceiro de nossos programas e ações, contribuindo com seu portfólio, seu apoio técnico e capilaridade”, sinalizou o governador Carlos Brandão.   As articulações para a construção desse plano conjunto foram iniciadas essa semana, em reunião no Palácio dos Leões, com a presença do Governador Carlos Brandão, o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae estadual, Celso Gonçalo, os diretores executivos da empresa – Albertino Leal (superintendente), Mauro Borralho (diretor técnico) e Edila Neves (diretora de Administração e Finanças) e demais técnicos, além do secretário de Estado de Indústria e Comércio, Cassiano Pereira e equipe.   “O diálogo foi importante para estreitarmos ainda mais essa parceria com o Governo do Maranhão e alinharmos as expectativas a partir deste ano. Aproveitamos o momento para apresentarmos outras soluções do portfólio Sebrae que foram, inclusive, bem aceitas pelo governador Carlos Brandão que, novamente, deposita sua confiança no trabalho e atuação do Sebrae, em um diálogo aberto e a favor do desenvolvimento do estado. Estamos bem esperançosos em continuar contribuindo para que o nosso Maranhão cresça e gere riqueza e renda para os maranhenses”, destacou o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae Estadual, Celso Gonçalo.   Para o secretário de Estado de Indústria e Comércio, Cassiano Pereira, o Sebrae pode contribuir para as novas ações e atividades idealizadas pelo Governo do Estado. “O suporte técnico do Sebrae, que vem com toda a expertise da instituição para executar algumas dessas novas atividades, será fundamental para obtermos melhores resultados no avanço do empreendedorismo. Com a continuidade do programa Cidade Empreendedora, teremos, também, gestões públicas mais capacitadas para gerar mais emprego e renda aos munícipes, fomentando a economia local e ajudando o Maranhão a crescer”, apontou.   Em Barra do Corda, mais de 3 mil alunos receberam conteúdos em educação empreendedora por meio do programa Jovens Empreendedores Primeiros Passos – JEPP Cidade Empreendedora Iniciada em 2021, a parceria do Sebrae e Governo do Estado por meio do Programa Cidade Empreendedora beneficiou 53 municípios com ações de fomento ao empreendedorismo, tendo repercussão direta no ambiente legal voltado ao apoio dos pequenos negócios, melhoria da gestão desses empreendimentos, capacitação de empreendedores, participação das micro e pequenas empresas nas compras públicas e, também, favorecendo mudanças na gestão municipal com o uso das ferramentas e estudos disponibilizados às prefeituras.   Em 18 meses de trabalho, a parceria nos 53 municípios gerou resultados que já apontam para um cenário de transformação na economia local, envolvendo uma população de 2,6 milhões de pessoas – o correspondente a 37% da população do Estado e mais de 50,4 mil pequenos negócios, sendo cerca de 37 mil microempreendedores individuais, 11 mil microempresas e 1,8 mil empresas de pequeno porte. Em 93% dos 53 municípios atendidos pelo programa nessa parceria com o Governo do Estado, o saldo de empregos nos pequenos negócios foi positivo, com 4,5 mil empregos formais em Balsas (1º lugar), 2,7 mil em Açailândia (2º lugar) e 1,8 mil em Timon (3º lugar) e 1,4 mil em São José de Ribamar (4º lugar).   De acordo com o Prefeito de Parnarama, Raimundo Silveira, a cidade tem tradição empreendedora, com capacidade de estruturação de políticas públicas e o Programa Cidade Empreendedora incentivou a população a empreender mais ainda. “Com a parceria do governo do Estado e do Sebrae conseguimos dar andamento ao grande desafio que tivemos de fazer a retomada da economia, do emprego e contribuir para que nossos empreendedores conseguissem desenvolver os seus negócios”, comentou. Na Semana do Empreendedor Ribamarense, empreendedores receberam capacitação para melhorar seus negócios Para o prefeito de São José de Ribamar, Dr. Julinho, o programa contribuiu com a gestão pública satisfatoriamente. “Implantamos políticas públicas voltadas para o desenvolvimento local, por meio de programas, principalmente aqueles que incentivam o empreendedorismo em nossa cidade. Trabalhamos nos eixos Desburocratização e Compras Públicas, com o objetivo de atrair mais emprego e renda aos ribamarenses”, afirmou o prefeito.   Maranhão Mais Empreendedor Além do Programa Cidade Empreendedora, o governador Carlos Brandão sinalizou que o governo vai ampliar também a parceria que une o Sebrae e a EMAP em ações de capacitação e inovação

O que dizem os candidatos à presidência sobre empreendedorismo?

Em ano eleitoral, ao mesmo tempo em que o empreendedorismo vem crescendo de forma acelerada no Brasil com um recorde de 1,2 milhão de CNPJs abertos no primeiro semestre e quando cada vez mais se discute a importância de novas empresas para a geração de empregos e incentivo ao desenvolvimento, é essencial compreender como os candidatos à presidência encaram o assunto.   Para ajudar os eleitores empreendedores, o Empreendabilidade avaliou os Programas de Governo dos 12 candidatos listados pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e resumiu abaixo: Os Antagonistas   LEO PÉRICLES (UP): Nada consta no plano de governo do candidato do partido Unidade Popular pelo Socialismo. SOFIA MANZANO (PCB): A candidata do Partido Comunista Brasileiro (PCB) e professora da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) afirma que o empreendedorismo é uma campanha dissimulatória e que desestimula a sindicalização, sendo uma medida que impede o financiamento de entidades do movimento sindical. VERA LÚCIA (PSTU): Sindicalista, ex-diretora da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e da Federação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Têxtil, a pernambucana Vera Lúcia Salgado foi candidata por diversas vezes à prefeitura de Aracaju-SE e ao cargo de deputada federal sem ter vencido uma eleição na vida. Ela aponta que o empreendedorismo é uma alternativa “realista” e uma saída individual para jovens e trabalhadores diante dos desafios econômicos impostos pela pandemia e pela crise. No entanto, lembra que está comprovado que a maioria das pequenas empresas está indo à falência, trazendo mais miséria e desemprego.   Os Superficialistas   EYMAEL (DC): José Maria Eymael, do partido Democracia Cristã (DC), foi um dos constituintes da Constituição Brasileira de 1988. O ex-deputado veterano está em sua sexta campanha presidencial. Seu Programa de Governo apresenta como proposta, sem grandes detalhes, a criação da “Política Oficial de apoio ao empreendedorismo e incentivo para a criação e desenvolvimento de micro, pequenas e médias empresas”. Ainda, cita que irá trabalhar em uma medida macroeconômica para diminuir o custo de crédito para o setor produtivo.   ROBERTO JEFFERSON (PTB): Outro político veterano, Bob Jef, como vem sendo chamado, afirma no Programa de Governo que o trabalho é a base do progresso econômico e que o Partido defende um modelo econômico que viabilize a criação de empregos, o salário real crescente e a justa remuneração de quem gera empregos.   SIMONE TEBET (MDB): Senadora pelo estado de Mato Grosso do Sul, Simone Tebet tem repetido no palanque o apoio ao empreendedorismo feminino. Seu programa de governo inclui ampliar o microcrédito produtivo e unificar programas com foco em inclusão produtiva, com atenção especial a mulheres empreendedoras e reforçar o papel do BNDES no apoio a PMEs e empresas de tecnologia. Ainda, fala de melhorar o ambiente de negócios, restaurar confiança de investidores, atrair investimentos e abrir espaço para a participação da iniciativa privada na economia.   LULA (PT): O Programa de Governo da chapa do ex-presidente fala das necessidades, mas é escasso em soluções para desenvolver o empreendedorismo. O documento diz que é necessário estabelecer um ambiente em que empreendedores individuais, sociais e o cooperativismo contem com um “mosaico de oportunidades” que assegure crédito facilitado, assistência técnica e, em gestão, acesso à tecnologia, prioridades em compras públicas e superação de burocracia. Também afirma que vai estimular a economia solidária, criativa e o empreendedorismo social, mas sem dizer como. Menciona a construção de políticas de fomento e fortalecimento de redes e cadeias produtivas e outras iniciativas de cooperativismo, de facilitação do acesso a mercados e ao crédito e de estímulo à inovação, mas para por aí.   CIRO GOMES (PDT): se concentra em falar da necessidade de se recuperar a disposição de empreendedores para inovar e criar novos negócios e que isso demanda políticas estruturantes, dentro de um Projeto Nacional de Desenvolvimento. O plano do político cearense inclui destinar recursos públicos para desenvolvimento de tecnologias em ações conjuntas com empresas e para maturação de startups. Chega a citar o papel importante do BNDES no financiamento ao desenvolvimento. Apesar de tratar do empreendedorismo de forma rasa, é um dos poucos que comenta a criação de políticas afirmativas em relação às compras públicas de empresas de empreendedores negros, bem como linhas de crédito especificas para esse público, com fomento via Lei Rouanet.   Estratégias estruturantes   SORAYA THRONICKE (UNIÃO): A proposta da senadora do Mato Grosso do Sul e candidata do partido União Brasil é de incentivar a formação de empreendedores desde a juventude, a partir de parcerias com instituições para auxiliar na formação e capacitação de jovens. Além disso, sugere a inclusão da educação empreendedora ao longo de toda a vida escolar, como o desenvolvimento de competências empreendedoras na educação básica e a implantação de ações no ensino médio para construção de caminhos positivos. Além de comentar possíveis parcerias com universidades e outras instâncias visando desenvolver novas tecnologias, novos produtos e gerar empregos e renda. Ao longo de todo o documento, a criação de novas empresas é mencionada como uma medida importante para ajudar a desenvolver setores relevantes, como de energia, recursos hídricos e saneamento e esportes. O plano ainda menciona a estruturação e implementação de uma Política de Apoio e Desenvolvimento de Microempreendedores Individuais e Micro e Pequenas Empresas alicerçada em instrumentos e mecanismos de acesso ao crédito orientado, acesso ao mercado, à inovação e tecnologia e ao apoio e orientação continuada. Soraya ainda propõe a desburocratização de acesso às linhas de crédito para pequenos empreendedores, além de sugerir que se interrompa a cobrança de impostos e um recálculo para pequenas empresas que não estiverem em condições de pagar.   FELIPE DÁVILA (NOVO): O candidato do Novo é o mais próximo do mercado financeiro e dos empresários, pela natureza do próprio partido. A proposta parte da premissa de que se deve assegurar a previsibilidade regulatória e promover um ambiente de negócios mais favorável ao empreendedorismo. O empreendedorismo deve ser considerado uma estratégia de superação da condição de pobreza, para que “indivíduos e famílias atendidas por programas sociais tenham condições de buscar melhores condições fora do ambiente assistencial, principalmente tomando consciência de suas potencialidades e desenvolvendo capacidades que as

Coca-Cola celebra 80 anos no Brasil com programas focados no pequeno varejo

Em 2022, a Coca-Cola completa 80 anos de atuação no Brasil. Para reforçar o DNA socialmente responsável da marca, a Coca-Cola decidiu que a comemoração deste marco seria coletiva e pelo bem maior e anuncia seu plano de apoio ao varejo. A proposta é fornecer as ferramentas necessárias para que os pequenos empreendedores alcem voos cada vez mais altos. Para impulsionar pequenas empresas do varejo alimentício, um dos ramos mais impactados economicamente nos últimos dois anos, a companhia apresenta a nova etapa do “Coca-Cola dá um gás no seu negócio”. Por meio de capacitação, a plataforma visa acelerar uma grande parcela de seus clientes e tem objetivo de impactar mais de 300 mil negócios apenas neste primeiro ano. Com treinamentos, além de materiais exclusivos desenvolvidos pelo Sebrae e pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), a plataforma pretende ser um hub de capacitação profissional por meio de conteúdo que traz uma abordagem simples e fácil de aplicar, até para temáticas mais complexas como economia circular, digitalização, entre outras. “Entendemos a capacitação como um caminho sem volta, pois transforma a mentalidade de quem investe nesse processo. Independente da motivação que impulsiona o empreendedor a abrir um negócio, buscar aprimoramento aumenta suas chances de sucesso. Ser movido apenas pela paixão ou pela experiência muitas vezes não é suficiente”, comenta o gerente adjunto de Competitividade do Sebrae, Carlos Eduardo Pinto Santiago. “Nosso papel é estimular o empreendedorismo brasileiro e, ao contar com o apoio da iniciativa privada, como o da Coca-Cola, conseguimos ampliar os resultados e alcançar ainda mais pessoas”, finaliza. “Nossa trajetória no Brasil mostra que não recuamos diante de desafios. Acreditamos no potencial dos empreendedores brasileiros e queremos, junto com eles, fazer a diferença hoje, amanhã e nos próximos 80 anos. Essa iniciativa chega para inspirar e apoiar o crescimento nos locais onde atuamos para a retomada da pandemia, posicionando a Coca-Cola como o melhor parceiro de negócio”, explica Silmara Olívio, diretora de Relações Corporativas Cone Sul na Coca-Cola América Latina. Visando capacitar e empoderar as mulheres que já são empreendedoras ou tem o desejo de empreender, a plataforma “Coca-Cola dá um gás no seu negócio” conta com dois projetos voltados para elas. Ao todo, serão mais de 4.150 mulheres beneficiadas pelo programa ao longo de 12 meses. O intuito é impactar a parcela da população que ficou ainda mais vulnerável durante a pandemia e que está diretamente ligada ao cerne do projeto – segundo estudo do Nubank em parceria com o BID e o Sebrae, um em cada três negócios do Brasil são geridos por mulheres. Em parceria com o Sebrae e Coca-Cola FEMSA, o “Empreenda como uma mulher” realiza um programa de mentoria para desenvolver negócios liderados por mulheres pelo país. Já o “Meu negócio é meu país” acontecerá em Salvador (BA), em parceria com SOLAR Coca-Cola e a marca Kuat, a fim de fortalecer o empreendedorismo por meio de uma plataforma voltada para comidas regionais. “Acreditamos que as mulheres desempenharão um papel transformador na formação da economia global na próxima década. Elas são pilares fundamentais tanto para as comunidades quanto para os seus negócios e são peças-chave para estimular o crescimento econômico e o desenvolvimento sustentável”, destaca Silmara. Embaixadores Carmem Virgínia é a grande embaixadora do programa “Coca-Cola dá um gás no seu negócio”, e representará o projeto para o grande público. Pesquisadora e influenciadora digital, a chef pernambucana também é e jurada dos reality shows “Cozinheiros em ação” e “FFF Brasil”, além de proprietária do premiado Altar Cozinha Ancestral (Recife) e Yayá (Rio de Janeiro). Outros dois nomes de peso da gastronomia brasileira serão apoiadores do projeto: João Batista, cozinheiro há 38 anos e apresentador do reality show “Mestre do Sabor”; e Katia Barbosa, chef jurada do mesmo programa. Atores fundamentais para que todas as iniciativas e mensagens da companhia sejam amplamente difundidas para o público geral, sem perder de vista a identificação e a aproximação com o público-alvo, os embaixadores têm como papel também inspirar e passar ensinamentos à medida que compartilham suas experiências e vivências enquanto empreendedores do setor de bares e restaurantes. Por Agência Sebrae  

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