Enquanto falta qualificação, há espaço para profissionais experientes empreenderem com cursos digitais

Ao nos depararmos com os dados da falta de qualificação profissional no Brasil, em vez de sentir pena e nos perguntarmos por que isso acontece, é fácil entender porque o termo “Educators”, os “creators” de conteúdo instrutivo, é pouco conhecido por aqui. Sob o ponto de vista de um empreendedor, esse problema representa uma grande oportunidade. Ora, a escassez de mão de obra qualificada impacta diretamente na economia, produtividade e no cotidiano das pessoas no que diz respeito não apenas ao trabalho, mas à forma como você é atendido nos lugares, os processos lentos e tudo o mais o que vemos. O fator é humano. Por outro lado, graças à internet nunca foi tão fácil ter acesso à educação. O número de brasileiros que compram produtos digitais mais que triplicou depois da pandemia, passando de 6,5 milhões para 20,3 milhões – dados do Hotmart. Segundo um levantamento do Google em parceria com a empresa de educação Pearson, 80% dos brasileiros preferem comprar cursos online para qualificação profissional, contra 20% que ainda escolhem os cursos presenciais. Ou seja, o modelo já está testado. Mas, acontece que o meio digital está tomado pelo marketing. Não somos contra o marketing: as narrativas, argumentos de venda e fábulas sedutoras não foram criadas agora. Elas são úteis para gerar valor percebido, para as vendas. Mas, o exagero é nocivo. Nas últimas semanas conversei com 20 profissionais experientes – que têm mais de 40 anos, posições de liderança nas suas atividades, bagagem pessoal e profissional comprovada – e que têm interesse em empreender com cursos digitais, e esse foi um dos fatores de objeção a lançar um curso. Esses “imigrantes”, que vêm de gerações pré-5G e “não-nativos-digitais”, entendem que oferecer conteúdo como forma de instrução para outras pessoas vai além do super marketing de apelo: “ganhe 1 milhão”, “conquiste milhões de clientes em 7 dias”, “fórmula mágica para você emagrecer em 1 mês”. Está em jogo o valor real do conhecimento. Além disso, a transição para o empreendedorismo digital pode ser intimidante para os profissionais com vasta experiência em áreas complexas, principalmente se feita da forma como é mostrada em vídeos de 15 segundos. No entanto, o digital é realidade. Desenvolvemos uma metodologia aqui no Empreendabilidade que estamos testando, justamente para atender a esse público. A jornada envolve: A construção do perfil e comunicação buscando autoridade nas redes (3C: Conhecimento, Conteúdo, Curso) – o aculturamento do empreendedorismo com cursos digitais, curadoria de conhecimento e presença digital;   A didática adequada ao meio virtual (3D: Design da Didática Digital) – design instrucional para transformar conhecimento em conteúdo didático   O trabalho para posicionamento e venda do curso (GTM: Go To Market) – com identificação do público-alvo, narrativa simplificada, definição da entrega final, escolha de formatos (vídeo, texto, atividades, complementos), garantia de aprendizado eficaz etc.   Com isso, resolvemos essas dores e estimulamos o empreendedorismo nos cursos digitais. Se você é um profissional experiente e se encaixa neste perfil, entre em contato que queremos te ajudar nesta jornada.

Digitalks Expo 2023 vai reunir os principais nomes do universo digital

No dinâmico cenário atual, onde a tecnologia e a inovação moldam o futuro dos negócios, estar atento às demandas do mercado e estabelecer conexões sólidas são fatores cruciais para o sucesso empresarial. E nesse contexto, o  Digitalks Expo.23 surge como uma oportunidade única para mergulhar no universo digital, ampliar horizontes e transformar a maneira como empresas e profissionais encaram os desafios contemporâneos. Considerado o principal evento de negócios do Universo Digital do país, o Digitalks Expo está preparado para surpreender e inspirar em sua mais nova edição. Em sintonia com os maiores eventos digitais da Europa, ele não apenas traz o que há de mais atual e relevante no cenário digital, mas também oferece uma experiência envolvente e integrada ao mercado global. Neste ano, será realizado nos dias 23 e 24 de agosto, no renomado São Paulo Expo. Com uma programação intensa, o evento oferecerá uma gama diversificada de atividades que prometem abalar as estruturas do conhecimento convencional. Auditórios repletos de conteúdos valiosos, espaços de negócios ocupados pelas principais empresas do setor e a presença marcante dos maiores formadores de opinião e especialistas – tanto do cenário nacional quanto internacional – garantem uma imersão completa e enriquecedora. O calendário do Digitalks , por sua vez, é meticulosamente elaborado para abranger todas as necessidades e expectativas. No primeiro dia, 23 de agosto, a abertura do credenciamento começa às 7h30, preparando o terreno para um dia repleto de insights e aprendizado. Das 9h às 18h, os auditórios estarão abertos para mergulhar fundo nos tópicos mais urgentes do mundo digital, enquanto a área de negócios convida à exploração de soluções inovadoras e à construção de relações estratégicas. E para finalizar em grande estilo, um happy hour das 18h às 20h proporcionará um ambiente descontraído e propício ao networking dos participantes. Já no segundo dia, 24 de agosto, a programação se repete, com a abertura do credenciamento às 7h30, seguida pela oportunidade de absorver mais conhecimento nos auditórios e interação com os expositores na área de negócios. A noite promete ser marcante com a Cerimônia do Prêmio Profissional Digital ABRADi Digitalks, reconhecendo os destaques da indústria digital. E para encerrar em grande estilo, a aguardada DigiParty, uma festa que já se tornou tradicional no evento, proporcionará uma noite de celebração e descontração. A expectativa é receber um público de mais de 9 mil participantes em uma área de 15 mil metros quadrados. Essa impressionante dimensão reflete a magnitude do evento, que contará com mais de 120 expositores, 370 palestrantes e um total de 16 trilhas de conteúdo, cada uma abordando um aspecto específico e crucial do universo digital. Palestrantes e últimos ingressos disponíveis O time de palestrantes escalado para o evento é uma constelação à parte, tendo estrelas que brilham nos céus do mundo dos negócios. Nomes como Marcelo Claure, chairman da LATAM; Daniela Okuma, diretora-geral de negócios do TikTok no Brasil; Daniel Wakswaser, VP de marketing da Ambev; e Martha Gabriel, escritora de best seller & keynote speaker estarão presentes para compartilhar suas visões, experiências e insights.   Fonte: Com informações do Portal IG

Fire Festival: Hotmart e YOUPIX se unem para acelerar carreira dos creators

A Hotmart e a YouPIX anunciaram hoje uma parceria de longo prazo para acelerar a profissionalização e a carreira dos criadores de conteúdo. As empresas acreditam que existem muitas oportunidades para que os creators possam ampliar a monetização de seu conhecimento, de forma direta para sua audiência por meio da venda de produtos digitais ou físicos, ou fazendo publicidade de marcas. O Brasil conta atualmente com 10.5 milhões de influenciadores digitais, de acordo com a pesquisa da Nielsen de 2022. A parceria entre as empresas começará com um palco exclusivo com curadoria da YOUPIX no FIRE FESTIVAL, promovido pela Hotmart  em Belo Horizonte, de 24 a 26 de agosto deste ano. Estarão presentes influenciadores e especialistas discutindo tendências da Creator Economy, empreendedorismo, modelos de monetização, plataformas, Inteligência Artificial e outras. A YOUPIX também irá incluir um módulo educacional da Hotmart sobre como construir e lançar produtos digitais no Creator Boost, programa de aceleração da YOUPIX que já acelerou mais de 1,3 mil creators desde seu lançamento em 2017. Além disso, o programa Creator Boost passará por uma reformulação neste ano, que entre outras novidades ainda não anunciadas, contará com uma comunidade fechada apenas para aqueles que já passaram pelo programa que estará hospedada na plataforma de comunidades da Hotmart. “Estamos muito felizes com a parceria com a YOUPIX, que nos aproxima ainda mais da comunidade dos influenciadores para levar informação e alternativas para viverem de suas paixões e continuarem impactando positivamente suas audiências”, afirma  Luciano Freitas, Vice-Presidente de Marketing da Hotmart. “A YOUPIX está focada no fomento da Creator Economy, e esse convite para estar ao lado da Hotmart reforça as iniciativas de educação e diversificação dos modelos de monetização desse mercado. A fonte de receita de um influenciador não precisa ser apenas o ‘#publi’ e junto com a Hotmart pretendemos reforçar isso cada vez mais”, diz Rafaela Lotto, CSO e Sócia da YOUPIX.

O que é PLR e como funciona: Entenda a revolução dos infoprodutos no marketing digital

O marketing digital tem crescido exponencialmente nos últimos anos, e com isso, a busca por soluções e estratégias eficientes na criação e venda de infoprodutos também aumentou. Nesse cenário, surge o conceito de PLR (Private Label Rights) ou Direitos de Marca Própria, como uma solução inovadora e revolucionária no mercado de infoprodutos. O que é PLR: Direitos de Marca Própria PLR é a sigla para Private Label Rights, que em português significa Direitos de Marca Própria. Essa é uma licença que permite ao comprador de um infoproduto (como e-books, cursos, vídeos, entre outros) utilizar, modificar e revender o conteúdo como se fosse seu próprio. Diferente de outras licenças de conteúdo, como a Creative Commons, o PLR concede direitos exclusivos de uso e comercialização ao comprador. Isso traz benefícios aos empreendedores digitais, como a possibilidade de expandir seu portfólio de produtos rapidamente e economizar tempo e recursos na criação de novos infoprodutos. Como funciona o mercado de PLR O processo de aquisição de produtos com PLR é relativamente simples. Primeiro, é necessário encontrar um fornecedor de infoprodutos com licença PLR. Em seguida, o empreendedor digital adquire o produto e obtém os direitos de uso e comercialização. Com os direitos em mãos, o comprador pode personalizar e adaptar o infoproduto de acordo com suas necessidades e público-alvo. Isso inclui a possibilidade de alterar o título, a capa, o conteúdo e até mesmo adicionar seu próprio nome como autor. Para revender os produtos com PLR, é importante criar estratégias de marketing e divulgação eficientes. Alguns nichos populares para produtos PLR incluem desenvolvimento pessoal, negócios, saúde e bem-estar, entre outros. O potencial do PLR para o seu negócio digital O uso de produtos com PLR pode trazer diversas vantagens para o seu negócio digital. Entre elas, estão a expansão rápida do portfólio de infoprodutos, a redução de tempo e recursos na criação de conteúdo e a oportunidade de monetização e aumento de receita. Além disso, trabalhar com PLR permite que empreendedores digitais entrem em diferentes nichos de mercado com mais facilidade e rapidez, aumentando as chances de sucesso em suas estratégias de marketing digital. Cuidados ao trabalhar com PLR Antes de adquirir produtos com PLR, é fundamental estar atento à qualidade e relevância do conteúdo. Além disso, é essencial respeitar a legalidade e a ética na utilização de infoprodutos com PLR. Ao escolher fornecedores de produtos PLR, opte por aqueles com boa reputação e que ofereçam suporte ao cliente, garantindo que os direitos de uso e comercialização sejam válidos e legais. Perguntas frequentes (FAQs) O que são as PLR? São licenças que permitem o uso, a modificação ea revenda de infoprodutos, como se fossem de autoria própria do comprador.  Como funciona o mercado PLR? O mercado PLR envolve a aquisição de infoprodutos com direitos de uso e comercialização, a personalização e adaptação desses produtos e a criação de estratégias de marketing para revenda. Quanto custa um produto PLR? O preço de um produto PLR pode variar dependendo do fornecedor, do tipo de infoproduto e dos direitos inclusos. É importante pesquisar e comparar preços antes de fazer a compra. É legal utilizar produtos com PLR? Sim, desde que o comprador respeite as regras estabelecidas pelo fornecedor e as leis de propriedade intelectual vigentes. Quais são os nichos mais populares para produtos PLR? Alguns nichos populares incluem desenvolvimento pessoal, negócios, saúde e bem-estar, entre outros Conclusão Agora que você entende o que é PLR e como funciona no marketing digital, está na hora de explorar esse universo e aproveitar os benefícios que os produtos PLR podem oferecer. Lembre-se de escolher produtos de qualidade, adaptá-los às necessidades do seu público-alvo e utilizar estratégias eficazes de divulgação e venda. Com dedicação e planejamento, você pode construir um negócio de sucesso utilizando produtos PLR.

“Teremos um novo boom de creators”, diz CEO da Hotmart

A creators economy vive uma trajetória de crescimento acelerado, com o aumento da audiência e dos criadores de conteúdo. Estima-se que o setor chegue a US$ 269 bilhões até 2024, de acordo com um estudo realizado pela Technavio. “Estamos prestes a ver um novo boom do mercado de creators”, afirma JP Resende, fundador e CEO da Hotmart, no mais recente episódio do MVP, o podcast do Startups, que está disponível nas principais plataformas. Segundo o executivo, o setor será impulsionado pelo uso da inteligência artificial, novo posicionamento das empresas e o surgimento de outros serviços e formas de monetização. “A inteligência artificial é uma ferramenta de empoderamento do creator, pois permite que ele faça coisas de forma mais fácil, barata e em menos tempo”, diz JP. A creators economy já é um mercado com baixa barreira de entrada e, utilizando novas tecnologias para facilitar a jornada dos profissionais, pessoas que antes tinham dificuldade de criar ou publicar conteúdos têm um incentivo ainda maior e menos fricção para entrar no setor. Mais facilidade, mais creators e… mais competitividade? Não necessariamente. O setor tem como vantagem uma altíssima diferenciação no nível do produto e do indivíduo. “Sigo um creator por sua personalidade, por quem ele é, a vida que compartilha e as coisas que fala. E cada indivíduo é único”, pontua. Com o avanço do setor, ele antecipa que as empresas assumam cada vez mais o papel de influenciadores em suas áreas de atuação. “Elas terão que se tornar creators se quiserem melhorar o custo de aquisição do cliente, criar comunidades e se manter competitivas com audiências engajadas”, analisa. Nesse contexto, a Hotmart se posiciona como um enablement, ou seja, um habilitador da creator econonomy para ajudar o profissional a construir o seu negócio. “Quem usa a Hotmart é o creator que entendeu a importância de converter sua audiência em clientes”, explica JP. Na plataforma, o usuário tem acesso a informações sobre o cliente e uma relação direta com ele, com a possibilidade de manter uma comunidade de fãs e acompanhar o progresso das vendas. “Na monetização, o usuário produz um conteúdo e recebe a partir do número de views ou cliques, mas não sabe quem é o cliente, não tem controle para falar com ele e não sabe se ele vai voltar a ver o que vc produziu. O mercado da Hotmart tende a crescer, pois os creators vão entender cada vez mais que eles têm a oportunidade de vender diretamente para sua audiência, construir uma empresa, ter acesso e controle da comunicação com seu público e construir uma comunidade em ambientes mais estáveis”, afirma JP. Além de avaliar o novo boom dos creators e os potenciais da Hotmart para potencializar o mercado, JP também deu seus pitacos sobre o atual momento do mercado e para onde as coisas devem caminhar. *Com informações do portal Startups

Diretor da Hotmart aponta tendências do mercado de conteúdo digital

Conteúdo é o negócio do século no universo digital. Cada vez mais as pessoas têm buscado por temas e pessoas que gerem identificação e produzam conteúdo com qualidade e, quando encontram, estão dispostas a pagar por isso. Com mais de 60% da população mundial tendo acesso à internet (Global Overview Report), o impacto desse mercado tende a ser ainda maior nos próximos anos. Diante de uma infinidade de potenciais consumidores e a protusão de criadores de conteúdo com as mais variadas temáticas, o lema é: há espaço para todos. Absolutamente todo conteúdo, desde que bem embasado e produzido com qualidade, encontra seu público. “Existe de tudo. Tanto nichos mais específicos quanto grandes nichos, que interessam basicamente a todos, como finanças, saúde, esportes, algo que todos necessitamos, que são os nichos grandes, onde existem criadores que ganham milhões vendendo para suas audiências. Mas, existe oportunidade para todos. Se tem um conhecimento que pode compartilhar com alguém e alguém se interesse por isso, é uma oportunidade de ingressar na ‘creator economy’”. Quem dá o mapa da mina é Leandro Conti, diretor de Comunicação, Marketing e Relações Exteriores da Hotmart, uma das principais plataformas de infoproduto e produção de conteúdo do mundo. Por lá, milhares de produtores são conectados com pessoas interessadas em consumir seus conteúdos. De acordo com Leandro, em entrevista para a Global IT Media, do México, a tendência é que a ligação entre influenciadores e público se fortaleça ainda mais em um futuro próximo, o que gera um mercado forte, que movimenta bilhões anualmente. “Está crescendo muito o que chamamos hoje de ‘creator economy’. É algo que surgiu há alguns anos, quando as redes sociais permitiram que as pessoas pudessem ser seu próprio meio, porque antes tínhamos os meios de comunicação e agora cada um poderia ser seu próprio meio. A partir daí se criaram comunidades ao redor de nichos que antes eram impossíveis de alcançar”, afirma. Na visão de Leandro Conti, a personalização da experiência e criação de identificação com público são os principais fatores para a fidelização. “As pessoas buscam referência de alguém que conheça ou que se identifique, e isso permitiu que se monetizasse muito mais. E as empresas permitiram que para se comunicar com sua audiência precisam contratar influenciadores e as empresas terem os próprios influenciadores, para personalizar a experiência”, explica Vídeo é o queridinho Por dia, mais de 4 bilhões de vídeos são vistos no YouTube, maior plataforma de vídeos do mundo, com mais de 800 milhões de visitantes únicos ao site por mês. Mais de 500 horas de vídeo são carregadas para o YouTube a cada minuto. Números impactantes, que refletem a força da criação de conteúdo e o interesse das pessoas no cotidiano. ‘Filhote da pandemia’, o TikTok se consolidou como a principal plataforma para vídeos curtos. Terceiro aplicativo mais baixado da App Store, já possui mais de 800 milhões de usuários ativos e é febre entre adolescentes e jovens adultos, tendo o Brasil como o terceiro principal mercado. Tais estatísticas reforçam uma tendência forte para a criação de conteúdo digital: vídeos são o principal formato atualmente. O audiovisual é o grande destaque das redes sociais e das plataformas de vendas de conteúdo pago. Para Conti, é uma tendência irreversível. “Vídeo é o principal formato. Primeiro foram os e-books, depois blogs, que, por ser apenas escritos, exigiam menos internet. Depois dos vídeos, não há volta. As pessoas se identificam muito mais com vídeos. O futuro será vídeo e a conexão por vídeo com outras tecnologias é algo que vai crescer bastante”, completa.

Infoempreendedorismo no Brasil vai crescer

Você já ouviu falar dos infoempreendedores? O mercado de infoprodutores cresce sem parar. Em um país como o Brasil, onde a economia é sempre desafiadora e que lidera o uso das redes sociais, é uma das formas de empreendedorismo mais evidentes. A pesquisa Skills Outlook Employee View, da Pearson, divulgada há cerca de um mês, aponta que 80% dos brasileiros já preferem cursos online para qualificação profissional. Estamos falando de e-books, cursos gravados, mentorias, workshops e outros formatos que facilitam aos infoprodutores entregarem seu conhecimento e ajudarem mais pessoas a aprenderem algo – estamos falando aqui daqueles que vendem o que sabem e o que produzem, não dos influenciadores que são bancados por marcas. Segundo a consultoria Thinkimpact, os eBooks e os cursos online são as formas mais populares de infoprodutos, mas, é possível criar outros tipos de conteúdo educacional, desde webinars até consultas individuais. Estima-se que o mercado global de e-learning valerá impressionantes US$ 375 bilhões até 2026 – 43% deste mercado de aprendizado online está nos Estados Unidos, enquanto a Europa representa mais 35%. Apenas nos EUA, o período representou um aumento significativo nas vendas de e-Books, passando de 170 milhões de unidades vendidas em 2019 para 191 milhões em 2020. Os números continuaram a crescer em 2021 e 2022 devido à maior aceitação de livros digitais. A pandemia também tornou os webinars mais socialmente aceitáveis. Os principais criadores têm duas vezes mais probabilidade de usar comunidades online, e 85% dos principais criadores vendem mais de um produto ou serviço, de acordo com o relatório das tendências de eLearning da Thinkimpact. No mundo, o termo para esse negócio é infopreneur, e já vem sendo utilizado para definir o tipo de empreendedor que vende infoprodutos. No Brasil, ainda se usa o pouco o termo INFOEMPREENDEDOR, mas, o seu vizinho pode estar aí, fazendo negócio ou vendendo um curso. Aliás, grandes empresários já atuam neste mercado, como Nathalia Arcuri (Me Poupe!), Erico Rocha (Fórmula de Lançamento) e muitos outros que encontraram algum nicho e vendem o seu, ou algum, conhecimento. Também há diversos infoempreendedores locais que vem fazendo sucesso. Outro aspecto relevante desse mercado em ascensão é que acaba movimentando toda uma cadeia: agências de marketing digital, produtoras de podcast e vídeo, copywritters, meios de pagamento e empresas como a Hotmart e a Kiwify, entre outros prestadores de serviço. Resta agora pesquisar e entender profundamente esse mercado no Brasil. Com certeza gerará muitas oportunidades.

Quer empreender e não sabe em qual negócio? Nós te ajudamos a escolher

Empreender é o sonho de 6 em cada 10 brasileiros, segundo o estudo GEM 2022/2023. No entanto, escolher o tipo de negócio é um dos desafios de quem está começando na jornada empreendedora.   Pensando nisso, o Empreendabilidade analisou os tipos de empreendedorismo e suas características, para facilitar àqueles que querem empreender entender qual modelo se adequa mais ao seu perfil.   Indústria É o empreendedorismo com maior barreira de entrada, seja por demandar mais investimento e recursos financeiros em maquinário, equipamentos e pessoas, seja porque pede conhecimento aprofundado em negócios, gestão e, a depender do setor, até mesmo formações específicas e conhecimento de legislação e regulação, já que alguns segmentos precisam de autorização de órgãos e agências para operar, o que também pode gerar custos adicionais com advogados, documentos e licenças. Porém o desafio é recompensador, visto que o negócio é voltado para a produção de bens. Empresas desse tipo podem produzir desde alimentos até peças automotivas, passando por itens de consumo doméstico ou até mesmo voltados para outras empresas, chamados de B2B (Business to Business). É um negócio que exige muita disciplina e organização para manter a qualidade e a produtividade, além do que o retorno geralmente acontece apenas no longo prazo, pedindo um capital mais “paciente”. Outra opção é buscar abrir negócios que atendam demandas de setores industriais específicos, o que acaba movimentando mais renda para algumas regiões. Por exemplo, quando uma indústria cimenteira abre uma nova fábrica, move uma cadeia produtiva que acaba abrindo fábricas de produtos advindos daquela produção, como por exemplo peças cerâmicas, de cimento ou material de construção. Com o advento da indústria 4.0, que utiliza mais tecnologia, também há novas oportunidades para quem quer atuar no setor industrial.   Comércio O comércio é um dos tipos de negócio mais tradicionais do mundo, e pode ser dividido em varejo e atacado. No varejo, o empreendedor vende diretamente para o consumidor final, como lojas de roupas e acessórios. No atacado, a venda é realizada em grandes quantidades, geralmente para outras empresas. É necessário ter habilidade em negociação e boa gestão de estoque e de fornecedores, além de conhecimento em marketing. Quer saber como montar sua loja de calçados? Veja aqui este material gratuito do Sebrae Serviços É o tipo de empreendedorismo mais comum no Brasil. É neste modelo que estão os salões de beleza, oficinas mecânicas, bares e  restaurantes e até consultorias e assessorias. O investimento inicial costuma ser menor do que nos outros tipos de negócio, mas é importante ter habilidades técnicas na área de atuação, além de conhecimentos em gestão empresarial. Sebrae – abra seu restaurante Franquias Quem dispõe de algum recurso e quer ter um negócio para fazê-lo multiplicar As franquias nasceram como modelo de expansão e ficaram famosas por marcas como KFC e McDonald’s. são modelos de negócio já comprovados, que oferecem o suporte necessário para a abertura de uma nova unidade. É uma boa opção para quem deseja empreender com mais segurança, já que o empreendedor conta com o apoio da marca e de um modelo de gestão já testado. É importante fazer uma pesquisa detalhada sobre a franquia antes de investir e já existem redes estruturadas que reúnem diversas opções para quem quer investir e empreender neste modelo. Para saber mais, a Associação Brasileira de Franquias (ABF) tem esse material bastante detalhado   Startup As startups são, por conceito, empresas que buscam resolver um problema de forma inovadora, usando tecnologia e entregando uma solução escalável. O investimento inicial pode ser baixo, visando escala, mas o empreendedor precisa ter habilidades em tecnologia e inovação, além de saber buscar investidores e parceiros estratégicos. Há diversos cursos voltados a esse mercado, oferecido principalmente pelos hubs e aceleradoras, que apoiam a montagem do negócio e o ecossistema de educação empreendedora. Para mais informações, o portal Startups.com é uma fonte bastante confiável.   E-commerce O e-commerce é a evolução das lojas online e um modelo de negócio voltado para os negócios digitais. É uma boa opção para quem deseja empreender com baixo investimento inicial, já que não é necessário ter um espaço físico. É essencial buscar conhecimentos em marketing digital e logística. Na pandemia, as lojas online cresceram bastante e o modelo de negócio veio para ficar. Quer saber como abrir um e-commerce? O Sebrae tem um curso bastante prático   Empreendedorismo Social Os negócios sociais têm como objetivo gerar impacto positivo na sociedade, além de obter lucro. São uma boa opção para empreendedores que desejam aliar seus valores pessoais ao seu negócio e, no Brasil, com toda a agenda de sustentabilidade e inclusão, têm atraído muitos investimentos. Exigem desenvolver habilidades em gestão empresarial e conhecimentos sobre as causas sociais, além de bons relacionamentos. Leia mais sobre os negócios de impacto social.   Infoprodutos Os infoprodutos são produtos digitais que podem ir desde e-books até cursos, mentorias e capacitação. Esse modelo de negócio ganhou espaço em todo o mundo e vem, inclusive, substituindo os cursos formais de preparação para o mercado de trabalho. Esse modelo de negócio é uma boa opção para empreendedores que possuem conhecimento em alguma área específica e desejam compartilhar seus conhecimentos com outras pessoas. Há muitos cursos de marketing digital, produção de conteúdo e estratégia de lançamento disponíveis no mercado. Uma das plataformas mais famosas é a Hotmart, que tem bastante conteúdo a respeito.   Esses são os tipos de empreendedorismo mais comuns no Brasil e há possibilidade para todos que querem ter seu negócio, independentemente da disponibilidade financeira ou do conhecimento de negócio. Se você tem dúvidas sobre que em que negócio pode empreender ou qual o modelo ideal para você, entre em contato.

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