“Soluções digitais estão ajudando a combater o desperdício de alimentos”, diz B4waste

O desperdício é um dos principais vilões da rotina mundial de mercado no ramo de alimentos. Desde o agronegócio até grandes redes de supermercados, em cada uma das etapas, parte dos elementos se perde, do início ao final da cadeia de produção. Um levantamento da ONU mostra que o Brasil desperdiça por ano cerca de 27 milhões de toneladas de alimentos, número impactante e que se agrava diante da estimativa de 80% desse desperdício acontecer durante o manuseio, transporte e centrais de abastecimento. Do outro lado, milhares de pessoas passam fome. Foi buscando resolver este gargalo que a B4Waste foi fundada. O marketplace oferece produtos próximos do vencimento por preços atrativos, buscando evitar que esses alimentos sejam descartados. Na prática, conecta empresas que estão ofertando os produtos próximos à validade com possíveis clientes – pessoas ou outros estabelecimentos – dando vazão aos produtos com um bom preço. “As soluções digitais estão ajudando a resolver problemas que existiam e que não sabíamos como enfrentar, como o desperdício de alimentos. Fazemos parte de uma geração de soluções disruptivas digitais que permitem atacar esse problema em uma escala maior”, afirma Luciano Kleiman, fundador da B4Waste. Kleiman enxerga a startup como um agente dentro de uma cadeia que faz a engrenagem funcionar. “Do ponto de vista do varejista, a criação de valor se encerra no fundo da loja, onde o produto próximo ao vencimento será destruído, descartado ou, em alguns casos, retornará para a indústria. Ali é o nosso campo de jogo, onde geramos um novo valor para o que seria jogado fora”, explica. Além do desperdício, a B4Waste contribui com um grande problema mundial, que é a fome. Cerca de 34% da produção mundial de alimentos é desperdiçada ao ano, que seriam suficientes para alimentar 2 bilhões de pessoas passando fome no mundo. Só no Brasil, são cerca de 8,7 milhões de toneladas de alimentos desperdiçados. “Os alimentos que transitam pela B4Waste são comercializados novamente com cerca de 50% de desconto no valor. Tem gente que só pode comprar o alimento por conta desse preço”, afirma Kleiman. Negociar alimentos próximos à data de vencimento só foi possível graças a algumas mudanças na legislação brasileira, que é extremamente exigente quanto aos produtos alimentares. A B4Waste, no entanto, enxerga que esse é um processo contínuo. “É uma evolução, nunca vai chegar o momento de dizermos que acabou. As tecnologias, indústrias e hábitos estão sempre mudando e as pessoas vão se adaptando”. Além da B4Waste, outras tecnologias voltadas a evitar desperdício têm surgido, como sistema de monitoramento da validade. “Tem toda uma rede, gente que conversa com os produtores e tenta intermediar do campo ao varejo como isso chega. É muito bonito de ver essas soluções florescendo”, destaca.

Sebrae e Amazon se unem para apoiar empresários de pequenos negócios no mundo digital

Entre os anos de 2019 e 2022, procura por conteúdos sobre mercado digital cresceu 220% no portal do Sebrae   Os empresários de pequenos negócios perceberam na prática que precisam entrar no mundo virtual para ganhar mercado. A corrida por um espaço no marketplace foi impulsionada pela Covid-19 e se consolidou como uma realidade. Apenas para se ter uma ideia, o consumo de conteúdos sobre mercado digital cresceu 220% no portal do Sebrae, somando 8 milhões de acessos entre 2019 e 2022. As ações do Sebrae realizada nos últimos anos para potencializar a transformação digital dos pequenos negócios beneficiou 601 mil clientes. Em um médio prazo, a meta prevê a presença digital de 1 milhão de negócios. Isso significa a atuação em muitas frentes, sendo uma delas com a Amazon cuja parceria terá como uma das entregas quatro lives sobre os temas casa e construção, artesanato, alimentos e bebidas e internacionalização. A Academia Amazon Sebrae tem o propósito de ampliar o acesso ao mercado digital para pequenos negócios. No ano passado, foram realizadas ações voltadas para o mercado de moda e beleza. Conforme explica, Ivan Tonet, coordenador de mercados e transformação digital, o trabalho é focado em permitir com que os pequenos negócios estejam aptos a utilizar os canais digitais (redes sociais, marketplaces, lojas virtuais entre outros). “Este esforço da estratégia de Mercado Digital busca facilitar o acesso dos pequenos negócios às diversas ferramentas e plataformas digitais disponíveis”, afirma. Apesar das lives possuírem temas específicos, Tonet explica que algumas dicas são uteis para qualquer negócio, pois são informações próprias do ambiente digital. Veja abaixo a programação das lives: Live – Casa e construção (27/04) “Venda materiais de construção na internet” será destinado aos pequenos negócios do setor de casa e construção. O evento on-line terá o objetivo captar inscrição para o workshop ao vivo e mais aprofundado promovido pela academia Amazon Sebrae. Live – Artesanato (01/06) Em junho, mês em que o Sebrae celebra a sustentabilidade e meio ambiente, será realizada a live de lançamento “Como vender artesanato na internet?”. O evento será destinado às unidades de produção artesanais vender seus produtos no marketplace. A ideia de usar o mês do meio ambiente se coaduna com o fato de que muitos trabalhos artesanais são feitos de materiais reciclados, que seriam descartados no meio ambiente ou usam materiais naturais sem gerar lixo como plástico e outros vilões da sustentabilidade. Live – Alimentos e Bebidas (27/7) Live – Internacionalização (24/9)   Saiba mais sobre a parceria Sebrae e Amazon aqui.   Fonte: Agência Sebrae

Crise nas Americanas muda vida de empresário 50+ mineiro, relata BBC

*Fonte: Com informações da BBC Brasil O impacto da crise das Lojas Americanas em fornecedores e lojas que utilizam o marketplace era inevitável, mas, a situação já dava sinais de ruptura antes mesmo de o rombo vir a público. A notícia da entrada em recuperação judicial da Americanas na quinta-feira (19/1) foi recebida com pesar num sítio em Bonfim, cidade mineira a cerca de duas horas de Belo Horizonte. Em meio à polêmica situação da gigante varejista, a BBC contou a história de Moacir de Almeida Reis, de 62 anos, casado e pai de três filhos, morador da cidade. Moacir mudou para o sítio por não conseguir mais se manter em Belo Horizonte. Ele atualmente dirige um carro emprestado do filho, vende queijos e leite que compra dos sítios vizinhos e tenta administrar com a esposa uma pequena lanchonete na capital mineira. No local, não há funcionários, pois não há dinheiro para contratar ninguém. Para fechar as contas do mês, Moacir e sua esposa contam com a ajuda dos filhos. Mas nem sempre a vida de Moacir foi assim. Até 2021, ele era o dono, com outros dois sócios, da Forte Minas Logística e Transporte, empresa responsável pelas entregas da Americanas no interior de Minas Gerais. Diversas vezes no topo do ranking de excelência da Direct — braço logístico da Americanas, adquirida em 2014 da Tegma Gestão e Logística —, a Forte Minas chegou a ter 29 filiais em Minas Gerais e expandiu sua atuação também para o Espírito Santo. No auge, a empresa faturava cerca de R$ 50 milhões por ano, segundo os sócios, e empregava diretamente 350 funcionários em Minas e outros 200 no Estado vizinho, contando ainda com uma rede de 700 a 800 “agregados”, como eram chamados na companhia os trabalhadores terceirizados proprietários dos veículos e prestadores do serviço de entrega. Moacir e seus sócios João Wanderlay de Oliveira Júnior e Carlos Henrique de Souza viram tudo isso ruir de um dia para o outro, após, de acordo com eles, a Americanas romper repentinamente o contrato com a Forte Minas. Segundo os sócios, o rompimento foi feito de forma unilateral e sem aviso prévio pela Americanas, embora o contrato entre as empresas — ao qual a BBC News Brasil teve acesso — estabelecesse um prazo de 30 dias de aviso. Com 85% de sua receita então dependente do grupo Americanas e, segundo o relato dos sócios, R$ 7 milhões em serviços prestados e não pagos pela empresa de Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira, a Forte Minas entrou numa espiral de dívidas que já chegam a R$ 18 milhões, de acordo com os empresários. A Americanas nega dívida com a transportadora Forte Minas. Sem dinheiro sequer para pagar os direitos trabalhistas dos ex-funcionários ou processar a Americanas pelos valores aos quais avaliam ter direito, os sócios se veem atualmente afundados em cobranças e processos judiciais. Perderam o sustento de suas famílias, bens pessoais e a saúde — Moacir sofreu um infarto, Carlos enfrenta uma depressão severa. Agora, com a entrada da Americanas em recuperação judicial após a revelação de uma inconsistência de R$ 20 bilhões no balanço da empresa, eles temem talvez nunca reaver o dinheiro que acreditam que a varejista lhes deve. As famílias de Moacir, João e Carlos são três de milhares de famílias brasileiras afetadas pelo colapso financeiro da rede de lojas e e-commerce. Criada em 1929 como uma lojinha de rua, a Americanas hoje emprega 44 mil funcionários e vende produtos de 150 mil lojistas em seu market place virtual, contando com uma rede de milhares de fornecedores, como foi um dia a Forte Minas. Questionada pela BBC News Brasil, a Americanas afirma que se considera um credor do Grupo Forte Minas/Forte Vix, e não devedor, como alegado. “A companhia instaurou, em 2021, processo para cobrar os valores que entende devidos pela empresa de transporte”, informou a Americanas em nota. A Americanas optou ainda por não comentar a alegação de que teria desrespeitado o contrato com a Forte Minas, ao supostamente rompê-lo de forma unilateral e sem o aviso prévio de 30 dias estabelecido em cláusula contratual. ‘Acabou’ “Eu lembro no dia que ele me contou da falência. A gente estava junto e ele falou: ‘Acabou’ e começou a chorar”, lembra Bernardo Garcia, de 31 anos e filho de Moacir. “Eu não entendi na hora como que do nada [uma empresa acaba] — no dia anterior estava tudo bem.” Bernardo lembra que seu pai ficou muito abatido nos meses posteriores à falência, perdeu 30 quilos e infartou cerca de 3 ou 4 meses depois desse dia fatídico, durante uma viagem de trabalho para fechar uma das filiais, após a ruína financeira da empresa. “O susto foi muito grande. Na UTI, com ele muito fragilizado mentalmente e o sócio dele em condição ainda pior, com crises de pânico, eu dizia para o meu pai: ‘Pai, a gente vai fazer alguma coisa, vamos conseguir alguma justiça para isso’”, lembra Bernardo. Mas, por dois anos, Bernardo ouviu do pai que era melhor deixar para lá, que tentar tomar alguma ação contra a Americanas seria “mexer com cachorro grande” e não daria em nada. “Para você ter uma noção da gravidade da situação da nossa família e como aquilo me doía, teve um dia que minha mãe comprou um amendoim de R$ 6 e ela chorou porque naquele dia ela teve dinheiro para comprar isso”, afirma. “Mas o ponto de virada para mim foi que meus pais já não tinham carro próprio, nem casa própria, e eles usavam uma picapezinha que era da empresa para fazer o caminho entre a roça e BH, trajeto que ele faz agora vendendo leite e queijo. E aí nesse trajeto, o carro parou na blitz e foi apreendido, por conta de processo trabalhista. Eles ficaram na estrada, chorando muito e se sentindo completamente humilhados”, relata o filho do casal. “Minha mãe pegou o telefone, chorando, e falou para mim: ‘Olha onde a gente está, olha o que

Americanas: o que muda para fornecedores com recuperação judicial

Empresa entrou com pedido em caráter de urgência nesta quinta-feira (19/1) Pouco mais de uma semana depois do estouro da crise da Americanas, que revelou um rombo de R$ 20 bilhões e culminou na saída do ex-CEO, Sergio Rial, a varejista entrou com o pedido de recuperação judicial, em caráter de urgência, na 4ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro, no valor de R$ 43 bilhões. A princípio, a empresa teria trinta dias para avaliar a decisão, que foi antecipada após o cerco que a varejista enfrentou de seus principais bancos credores. De acordo com comunicado enviado pela empresa, a Americanas continuará operando “normalmente dentro das novas regas da recuperação judicial, cujo um dos objetivos principais é a própria manutenção de empregos, pagamento de impostos e a boa relação com seus fornecedores e credores e investidores de forma geral.” A Americanas ainda diz que conseguiu negociar com acionistas para manter a liquidez, de forma a assegurar esses compromissos, e pede por “engajamento” de todos os colaboradores, e “principalmente dos fornecedores com quem temos relações históricas”. O pedido ainda deve ser submetido à assembleia-geral da companhia, em data a ser anunciada. O que muda? Na prática, os administradores e controladores continuam à frente da Americanas, no entanto, algumas reestruturações podem ocorrer. “Pode haver corte de postos de trabalho, fechamento de lojas e até mudanças em sua estrutura societária”, explica o advogado Filipe Denki, sócio do Lara Martins Advogados e diretor da comissão de Recuperação de Empresas e Falência do Conselho Federal da OAB. Até a homologação do pedido de recuperação judicial, os débitos anteriores não devem ser quitados. De acordo com o advogado Fernando Brandariz, advogado especializado em recuperação judicial e presidente da comissão de Direito Empresarial da OAB Pinheiros, no plano apresentado pela empresa devem constar a data e os débitos existentes com todos os credores. “Após o pedido de recuperação judicial e sua aprovação, todos os pagamentos deverão ser honrados em suas datas”, diz. Fornecedores vão deixar de receber? Denki explica que os empreendedores fornecedores precisarão fazer uma separação sobre o que é sujeito à recuperação judicial e o que não é sujeito. “Todas as dívidas anteriores à data do pedido de recuperação judicial vão ser submetidas, com algumas exceções previstas na lei, e nesse caso os fornecedores receberão conforme o plano de recuperação judicial apresentado pelo grupo Americanas. Já os fornecedores que continuarem fornecendo, após o pedido de recuperação judicial, receberão as obrigações normalmente e terão tratamento prioritário em caso de falência”, explica. Em fato relevante publicado nesta quinta-feira (19/1), a empresa assegura a manutenção de pagamentos a fornecedores. “A Companhia manterá seu esforço na busca por uma solução com os seus credores, para manter seu compromisso como geradora de milhares de empregos diretos e indiretos, amplo impacto social, fonte produtora e de estímulo à atividade econômica, além de ser uma relevante pagadora de tributos.” Vendedores do marketplace serão prejudicados? Brandariz diz que os vendedores de markeplace passaram a ser credores, diante da crise, e podem sofrer as consequências. “Mas tudo vai depender essencialmente do plano de recuperação judicial que será apresentado. É possível que no plano conste que esses vendedores serão pagos em dia”, pondera. Os funcionários do grupo, entretanto, devem receber os pagamentos em dia. “Os eventuais débitos trabalhistas deverão ser pagos no prazo máximo de um ano, podendo ser estendido em até dois anos desde que atendidos alguns requisitos legais, como apresentação de garantias julgadas suficientes pelo juiz e a aprovação pelos credores desses créditos”, afirma Brandariz.   Franquias como Imaginarium, Puket e Americanas Delivery podem ter modificações? O plano de recuperação judicial aprovado pode prever a venda de empresas que tenham sido adquiridas pelo grupo nos últimos anos, como o Grupo Uni.co, dono da Imaginarium e Puket, bem como ativos imobiliários do grupo, com o objetivo de pagar os credores. “Pode, inclusive, acontecer de o valor arrecadado com possíveis vendas ir direto para os credores, a fim de garantir pagamentos”, explica Brandariz.  Fonte: PEGN – Pequenas Empresas Grandes Negócios /reportagem: Paulo Gratão

11 ferramentas para vendas online que ajudarão as PMEs a competirem com as grandes marcas em 2023

Tecnologias inovadoras facilitam a vida de quem trabalha na internet e impulsionam as vendas dos pequenos negócios digitais   Sabemos que a pandemia foi o grande fator que tornou a digitalização dos serviços uma realidade. Enquanto as grandes empresas já estavam de olho no potencial da internet, as pequenas e médias ainda relutavam. Com as restrições de isolamento, elas não viram escolha e tiveram que se adaptar rapidamente ao novo mundo. Segundo um estudo produzido pela Microsoft e Edelman, 93% das PMEs brasileiras aceleraram seu processo de transformação digital durante a pandemia. Isso porque, ao mesmo tempo em que as marcas estavam se transformando, novas tecnologias foram  surgindo e se adaptando, tornando ainda mais fácil e otimizado para as empresas que não são gigantes acessarem o universo online.   Com isso, o período garantiu aos empreendedores clientes mais exigentes e educados, que não pretendem deixar o digital para trás. Felizmente, não foi só a cobrança do público que aumentou, mas também as possibilidades de ferramentas úteis e inovadoras, que ajudam a impulsionar os negócios. De olho nas PMEs, separamos algumas dessas tecnologias que facilitam as vendas online e ajudam na competição com as grandes marcas. Confira:   Melhor Envio – Plataforma que oferece fretes mais acessíveis  O frete é um dos principais fatores que definem a decisão de compra dos clientes. Entretanto, empresas menores, que não possuem contrato com transportadoras, acabam pagando a mais pela entrega, o que as prejudica na competição com as grandes marcas. O Melhor Envio é uma plataforma de intermediação logística que possui contrato com transportadoras e divide esse desconto com os lojistas. A plataforma, integrada com as principais transportadoras do país, oferece valores mais econômicos, além de serviços que facilitam a vida do empreendedor como o rastreio de encomendas, centros de distribuição e programas de vantagem. “Nosso objetivo é trazer agilidade, conforto e competitividade para os lojistas. Sabemos a importância que uma simples ferramenta pode ter quando falamos em otimização, seja de tempo ou financeira. O que fazemos, nada mais é do que usar a tecnologia que desenvolvemos para dar esse respiro aos empreendedores, seja ele micro, pequeno, médio ou grande, oferecendo todo o suporte na logística da loja online”, explica Éder Medeiros, CEO do Melhor Envio.   Bling – Sistema de gestão que proporciona soluções para micro, pequenas e médias empresas Além de ter como objetivo facilitar a vida de empreendedores dos mais variados segmentos, o Bling se destaca por proporcionar integração com as plataformas de e-commerce, social commerce e marketplaces de maior relevância do mercado. Além disso, o Bling oferece aos clientes vários serviços essenciais para a gestão de uma empresa, como a emissão de notas fiscais, o controle de estoque, conta digital, integração com os Correios, frente de caixa, aquisição de certificado digital e ordem de produção e muitos outros. Desta forma, empreendedores, sejam eles micros, pequenos ou grandes, podem centralizar todas as operações administrativas e financeiras em um único sistema robusto, seguro e que possibilita a melhoria na gestão de desempenho e econômico do negócio. Devido a quantidade de canais de informações disponíveis hoje, Marcelo Navarini, Diretor do Bling, destaca que o consumidor está cada vez mais exigente, já que possui mais ferramentas tecnológicas para fazer comparações de produtos e serviços das mais variadas marcas: “Entendemos que empreendedores que contam com um sistema de gestão eficiente já larga na frente na hora de conquistar e fidelizar o cliente, já que a ferramenta é capaz de reunir as informações e os dados de todas as áreas das empresas no mesmo sistema. Por isso, buscamos oferecer um serviço sem burocracia, afinal, desde o início, nosso principal objetivo é simplificar os processos de empreendedores para que estes possam direcionar seus esforços para o desenvolvimento e a entrega de seus produtos e serviços”.   Ewally – Embedded Finance e Split de Pagamentos ampliam opções a lojista e consumidor Instituição de pagamento especializada em Embedded Finance, a Ewally permite que qualquer varejista se torne um banco digital. Com sua tecnologia para Banking as a Service, a empresa desenvolve sistemas completos para transformar qualquer loja em um banco digital de infraestrutura completa, que inclui depósitos, saques, cartões, transferências por TED e DOC, pagamentos por QRCode, boletos, além de envio e recebimento de Pix. O lojista também pode oferecer ao consumidor diversas opções de parcelamento das compras, além de cashback e programa de pontos. Aos marketplaces, a fintech também disponibiliza o Split de Pagamentos, tecnologia responsável por dividir o valor imediatamente após a compra, destinando o equivalente a cada parte (fornecedor, distribuidor e plataforma de vendas). O objetivo da ferramenta é ampliar a segurança e garantir o pagamento de recebíveis a todos, disponibilizado em contas white label estruturadas pela Ewally. Além de ágil, a estratégia evita múltiplas tributações.   TrafficGuard – empresa que evita fraudes em campanhas digitais Com atuação global, a TrafficGuard conta com tecnologia própria de inteligência artificial para mensuração e verificação da jornada do anúncio (desde impressões e cliques a conversões), evitando o desperdício de investimentos. Com a utilização de inovação e machine learning, previne, em tempo real, perdas por fraude e tráfego inválido em anúncios digitais antes que esses problemas afetem a performance das campanhas em diferentes canais de mídia, como Google Ads, Facebook Ads, redes mobile e afiliados. Para testar a TrafficGuard por 30 dias gratuitamente e driblar os cliques fraudulentos de campanhas digitais, basta acessar o site e realizar o cadastro.   KingHost – empresa que oferece criação e hospedagem de site e e-mail profissional A KingHost é uma empresa que investe na diversificação do portfólio para simplificar a relação com a tecnologia de pessoas com ou sem conhecimento técnico. Oferece serviços que incluem hospedagem e criação de sites, e-mail profissional e registro de domínio. A marca oferece as principais soluções digitais para que os empreendedores alavanquem os resultados de suas empresas.   MadeinWeb – Inteligência Artificial (IA) voltada para negócios A MadeinWeb é uma provedora de serviços de TI, com mais de 20 anos de atuação no setor de tecnologia. Como parceira das empresas, possui a capacidade de entregar projetos sob medida para os

Quase 30% dos pequenos negócios brasileiros ainda não vendem por meios digitais

Que as compras virtuais foram incorporadas na rotina dos brasileiros todo mundo já sabe. Mas como funcionará o e-commerce do futuro? Quais são as principais tendências de consumo digital? O Brasil comporta hoje mais de 215 milhões de habitantes, com 77% dessas pessoas tendo acesso à internet e podendo ser convertidas em potenciais consumidores. Apesar dessa constatação, levantamentos feitos pelo Sebrae mostram que ainda há uma parcela significativa dos pequenos negócios que ainda não digitalizaram o seu modelo de negócio. Dados de pesquisas feitas pela instituição, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), apontam que das 19,5 milhões das micro e pequenas empresas brasileiras aproximadamente 27% (5,3 milhões), ainda não entraram para o mercado digital, não usam redes sociais, sites ou aplicativos para vendas. De acordo com o coordenador de Mercados e Transformação Digital do Sebrae, Ivan Tonet, antes de falar em tendência é preciso entregar o básico. “Fazendo o arroz com feijão bem-feito já é possível obter bons resultados. Como está a sua loja virtual? Você tem um site, uma página nas redes sociais bem atrativa?”, questiona. Tonet destaca ainda a importância de se valorizar a experiência de compras pelo celular. Segundo ele, o comportamento do consumidor mudou e as pessoas compram com seus smartphones de onde estiverem. “O mobile representa 53% das vendas digitais nacionais, gerando receita de R$ 95,5 bilhões, no ano passado”, indica. Outra tendência é que os consumidores usem cada vez mais os aplicativos das lojas. “60% das compras foram feitas diretos em apps, ou seja, o consumidor quando quer um produto já está indo direto na loja de sua preferência, sem fazer buscas no Google”, acrescenta. Explorar as redes sociais como forma de atração e vendas com menos fricção é fator decisivo para performar bem nas vendas digitais. Micro e pequenos negócios nas áreas de moda, beleza, decoração, saúde e eletrônicos podem investir em boas imagens para montar sua vitrine virtual. “Tem jovens buscando looks do dia no Instagram ou restaurantes para almoçar no Tik Tok. Todas as vezes que percebemos essas mudanças de comportamentos temos que enxergar também as possibilidades de produzir conteúdo para vender”, afirma o coordenador. Para quem ainda não entrou no universo das vendas digitais, Tonet recomenda buscar a orientação do Sebrae. “Temos, por exemplo, o Sebraetec, onde o empreendedor pode fazer sua loja virtual com condições facilitadas. E disponibilizamos uma série de conteúdos e estratégias voltados aos marketplaces com os quais o Sebrae tem parceria como Magalu, Amazon e Mercado Livre”, exemplifica. Por fim, Ivan Tonet revela quais são os fatores de decisão dos consumidores mais frequentes no momento da compra nessas grandes redes. “Não é só preço, ele também observa a avaliação da loja parceira, tempo de entrega e números de pedidos. Sem falar que o fato de você colocar seu produto para vender em redes gigantes como essas plataformas já se torna um facilitador para sua venda”, diz.   Fonte: Agência Sebrae

Black Friday, Copa, Natal e ano-novo devem gerar 50% das receitas do ano para PMEs

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima R$ 1,48 bilhão em vendas relacionadas somente ao campeonato de futebol. O valor é 7,9% acima do registrado na competição de 2018 (R$ 1,37 bilhões). Já o estudo Holiday Season, encomendado pela Meta e realizado pela Toluna em agosto de 2022, mostra que os consumidores terão preferências específicas. Enquanto o evento esportivo, Natal e ano-novo podem ter mais buscas por vestuário e alimentação, Black Friday e Cyber Monday tendem a ser melhores para eletrônicos. Dos mil brasileiros entrevistados, 83% planejam alguma comemoração nessa grande temporada e 65% pretendem antecipar as compras natalinas. Identificar esse cenário permite que os empreendedores também se planejem com antecedência. “Nem todo mundo tem um planejamento de marketing e verba alocada por trimestre. Cada evento é uma oportunidade de captar essa audiência que está consumindo conteúdo nas redes sociais. São clientes que têm de ser aproveitados para gerar vendas”, avalia Carolina Piber, diretora de negócios da Meta para pequenas empresas na América Latina. Outra pesquisa global feita pela companhia em julho com pequenos e médios empreendimentos indica que 29% das empresas brasileiras esperam faturar mais da metade da receita anual no último trimestre do ano. Para a executiva, 2022 traz um ambiente ainda mais positivo, porque é o primeiro desde o início da pandemia com abertura total do comércio físico e canal online mais sofisticado. “Estamos com muito otimismo.” Nesse levantamento, 50% das PMEs tiveram vendas maiores nos 30 dias anteriores do que no mesmo período do ano passado. Por outro lado, a pandemia impactou os negócios: 20% tiveram de reduzir a força de trabalho nos seis meses anteriores e, no mesmo período, 57% dizem ter aumentado os preços dos produtos e serviços em mais de 20%. Carolina avalia que, embora o panorama seja desafiador, as pequenas empresas conseguiram mais eficiência de gerar demanda, aumentar receita e girar a economia. Para atravessar esse momento, vale otimizar o orçamento, usar as ferramentas de análise das plataformas para entender onde o dinheiro dá mais retorno e fazer testes. Investimento em redes sociais O estudo Holiday Season sugere que investir nas redes sociais para vender é uma importante estratégia: 64% dos brasileiros afirmam que já encomendaram produtos e serviços pelo WhatsApp e 60% já compraram após ver um anúncio personalizado no Facebook ou no Instagram. As plataformas também ajudaram os consumidores a encontrar e decidir por uma compra. Além de ser o mais assertivo possível com a audiência que deseja alcançar, o empreendedor pode investir em formatos que vêm crescendo, como vídeos curtos em reels e stories. Carolina reforça a abordagem eficiente das mensagens de texto. “Hoje, temos empresas em que o serviço ocorre 100% no WhatsApp, desde a descoberta do produto, a conversa prévia até a venda e pós-venda. Ter comunicação direta é crítico”, diz. Desde que começou a empreender com a Quituteria Culinária Artesanal, em 2017, a designer Daniella Antunes sabia que precisava investir nas redes sociais do negócio. O empreendimento foi lançado com site e Instagram, sendo que este era usado para vender e divulgar os eventos dos quais ela participava com as granolas que produz. Com o tempo, ela integrou o WhatsApp à jornada de venda, mas administrar a crescente demanda, principalmente na pandemia, fez com que ela investisse mais no site, onde as pessoas poderiam finalizar as compras sozinhas. Mas as redes não ficaram de lado. “Eu faço as fotos, faço vídeos com uma produtora e quando comecei com os vídeos, teve um boom no Instagram”, comenta a empreendedora. Com estratégia, Daniella conseguiu aumentar as interações, os seguidores e, consequentemente, as vendas da Quituteria Foto: Renan Viana (reprodução: Estadão) O número de interações, seguidores e vendas aumentou, e Daniella fidelizou mais clientes. Além disso, com esse recurso, ela afirma ter conseguido apresentar melhor o produto dela, que costuma ser segmentado. Com a personagem Quitéria, interpretada por ela, os conteúdos ensinam receitas e mostram como usar o alimento em todas as refeições. A empreendedora conta que apostar nos stories é um trunfo importante para o negócio. “Às vezes, fico sem aparecer, mas quando me mostro, as vendas entram.” Para ela, criatividade, anúncios segmentados, enquetes e, no caso dela, ter produtos temáticos para o fim do ano são uma boa forma de atingir novas pessoas e produzir conteúdo de qualidade. Fonte: O Estado de S. Paulo (https://www.estadao.com.br/pme/black-friday-copa-do-mundo-vendas-pme/)

O Globo: Mesbla.com fecha contrato com 40 novas PMEs

 Mesbla ganha novas PMEs em seu marketplace (foto: Pixabay) O Globo   Meta é crescer 20% neste ano, com mais de 13 mil itens no marketplace Por Bruno Rosa   Dois meses após seu retorno e estreia no ambiente digital, a Mesbla.com assinou contrato com 40 pequenas e médias empresas da área de moda e vestuário para reforçar o marketplace. Além disso, a marca, que já foi uma das mais tradicionais do varejo brasileiro, tem parceria com a plataforma Conecta-Lá, que reúne mais de 2.500 revendedores. Assim, a Mesbla.com já soma mais de 13 mil novos itens, aumento de 5% na quantidade de produtos desde sua estreia no ambiente digital. Até dezembro, a expectativa é de um crescimento superior a 20% em relação aos números atuais, afirma Ricardo Viana, sócio da empresa. Um dos novos contratos é com o Espaço Rubro Negro, loja oficial do Flamengo, com cerca de 600 produtos da marca. Na lista há outras como Concept Lingerie, Lojas SOB, Venore e Allmaria. Especializado em direito de propriedade intelectual, o advogado Luis Fernando Matos Jr., sócio fundador do escritório Matos & Associados, observa que casos como a Mesbla são exemplos de como marcas, mesmo permanecendo inativas por anos, conseguem estabelecer uma relação de longo prazo com seus consumidores. “Isso é um importante ativo econômico. São marcas que se tornaram símbolos de suas épocas. A Mesbla, como outras tantas, são marcas que foram referência em suas áreas de atuação e permanecem vivas até hoje. E isso garante um valor econômico que atravessa décadas”, destaca o advogado.

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