Líderes de pequenas empresas nos EUA veem disrupção com IA

Um estudo da Clutch, consultoria americana de análise de dados para tomada de decisão, divulgado recentemente, mostra que 82% dos líderes de pequenas empresas acreditam que a IA provocará disrupção nos seus negócios nos próximos 5 anos. O hype provocado pelo ChatGPT no início do ano foi apenas a primeira faísca de uma grande explosão na transformação tecnológica. Em apenas dois meses, a ferramenta da empresa OpenAI atingiu 100 milhões de usuários/mês, quebrando o recorde de crescimento mais rápido de qualquer outro aplicativo – para se ter ideia, o “aplicativo vizinho”, o TikTok das dancinhas, demorou 9 meses para atingir o mesmo número (dados da Vert.se) Os sentimentos dos empresários em relação à Inteligência Artificial são de empolgação, otimismo e motivação, e o entusiasmo provoca a adoção massiva de ferramentas e até mesmo novos investimentos em terceirização visando escalar junto com novas tecnologias. A pesquisa foi feita com 502 líderes de pequenas empresas dos EUA para saber mais sobre como as empresas estão se adaptando à IA, os problemas que estão resolvendo com soluções generativas e suas expectativas para o futuro. Insights: Maioria enxerga mudança – 82% dos líderes de pequenas empresas acreditam que a IA provocará disrupção nos seus negócios nos próximos 5 anos Não é um problema – Por outro lado, menos de 10% dos entrevistados disseram que se sentiam sobrecarregados, assustados ou preocupados com a tecnologia de IA generativa Uso prático – as pequenas empresas acreditam que a IA é mais adequada para responder a clientes com chatbots, criar apresentações de negócios e escrever materiais de marketing Aumento de eficiência – as pequenas empresas descobrem que o aumento da eficiência é o maior benefício da IA Falta de personalização – a falta de personalização e recursos para detectar conteúdo gerado por IA são as limitações mais significativas da IA ​​para os negócios Áreas mais impactadas – as pequenas empresas esperam que a IA aumente sua necessidade de serviços terceirizados em todos os departamentos: Engenharia (83%), Vendas e Experiência do Cliente (78%), Marketing (77%) e muito mais   Marketing e códigos de programação: como as pequenas empresas estão usando ferramentas de IA Desde simplificar o atendimento ao cliente até automatizar tarefas mundanas, a IA já está mudando a forma como se trabalha. 84% das pequenas empresas que atualmente usam IA planejam manter seu uso no futuro. Para muitos líderes empresariais, a IA produz resultados inegáveis de produtividade. Além do trabalho mais produtivo, o uso de Inteligência Artificial promove o aprendizado contínuo. As entrevistas entre os pequenos empresários indicam que tarefas que costumavam levar semanas e envolver vários membros da equipe agora podem ser concluídas em uma única manhã. Ao contrário do que se acredita, de que as IAs atrapalham o aprendizado e a criatividade , seu uso aumenta o acesso a novas informações e facilita o aprendizado. As áreas mais comuns de implementação do uso da IA são de TI e marketing.  Isso não é uma surpresa, especialmente após o aumento na popularidade ​​das ferramentas causado pelo ChatGPT, que facilitou a chegada a códigos de programação e mudou a forma de se elaborar materiais de marketing – as “copys” e redação em geral mudaram com o surgimento do sistema. A adoção em tempo recorde do ChatGPT apresentou muitas pessoas às ferramentas de IA generativas pela primeira vez, por isso é natural que esses casos de uso tenham sido adotados primeiro e o uso em massa. Embora novos casos de uso ainda estejam em desenvolvimento, as pequenas empresas estão começando a reconhecer alguns dos diversos recursos da IA. Entre as áreas em que eles consideram a IA particularmente eficaz, estão: Chatbots: a IA automatiza as interações com os clientes, lida com consultas e fornece respostas instantâneas, o que cria suporte ao cliente eficiente e personalizado em sites comerciais, por e-mail ou por telefone. Apresentações: a IA gera apresentações visualmente atraentes e com aparência profissional, automatizando o design de slides, a criação de conteúdo e a visualização de dados. Conteúdos de marketing: a IA cria conteúdo para materiais de marketing, como postagens em mídias sociais, blogs, e-mails, boletins informativos e muito mais. Algumas ferramentas também podem analisar dados e identificar tendências para melhorar o conteúdo. Em todos esses casos, a IA ajuda as empresas a realizar o trabalho mais rapidamente. A eficiência das ferramentas de IA é o benefício mais popular entre os entrevistados pela Clutch.   IA não substitui seres humanos As limitações da IA ​​tornam as ferramentas um recurso, não um substituto para as pessoas. Embora a eficiência seja o principal impulsionador do interesse das pequenas empresas na IA, as empresas estão divididas quanto à sua limitação. A maioria das empresas está preocupada principalmente com a falta de personalização nas respostas generativas de IA ou com as respostas sendo detectadas como não humanas. Esses desafios estão enraizados na imaturidade dos modelos de aprendizado, que estão em desenvolvimento, o que pode fazer com que o conteúdo gerado por IA seja muito fácil de identificar como não humano sem instruções e orientações completas para treinar suas respostas. A facilidade de identificação do conteúdo gerado por IA pode ser um grande problema para as empresas que pretendem usá-lo para trabalhos altamente criativos ou personalizados. Para alguns dos empresários, a IA nunca entenderá um negócio melhor do que sua equipe, por isso é difícil se confiar demais na tecnologia, que deve ser vista como um recurso e não uma substituição. Por fim, os entrevistados dizem que é fundamental ter em mente as vantagens e desvantagens dos processos baseados em IA antes de tomar decisões finais sobre como e onde a nova tecnologia deve ser implementada.   Crescimento De toda forma, as pequenas empresas dizem estar prontas para aproveitar a IA para transformar as operações e impulsionar o crescimento. Elas não apenas planejam escalar terceirizando, mas também estão interessadas em desenvolver suas próprias soluções baseadas em IA. A demanda por serviços de IA na própria consultoria cresceu 514% em relação ao ano anterior no primeiro trimestre de 2023. Com isso, também deve crescer a contratação de empresas

Alta taxa de juros afeta confiança dos donos de pequenos negócios

Sondagem Econômica mostra que índice de confiança de abril teve ligeira baixa Após dois meses de aumento, em abril, o Índice de Confiança das Micro e Pequenas Empresas (IC-MPE) apresentou um ligeiro recuo de 0,8 ponto, caindo de 88,5 para 87,7 pontos, segundo da Sondagem Econômica da MPE, realizada mensalmente pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV). Dos três setores analisados, apenas os pequenos negócios do Serviços apresentaram um aumento de 0,3 ponto. Indústria da Transformação e Comércio tiveram, respectivamente, quedas de 1,6 e 3,8 pontos. O resultado de abril reflete um arrefecimento nos setores de Comércio e da Indústria de Transformação e de uma estabilidade do setor de Serviços. O presidente do Sebrae, Décio Lima, destaca que os pequenos negócios estão em compasso de espera por uma melhora, que poderia vir, por exemplo, com uma redução das taxas de juros. “A taxa Selic a 13,75% é extremamente agressiva aos pequenos negócios, à economia brasileira e à soberania nacional. Os pequenos negócios são os principais geradores de novos empregos no Brasil. Os juros praticados atualmente prejudicam o segmento e dificultam o acesso a crédito. É natural que os empreendedores se sintam inseguros em relação ao futuro”, observa Lima. Comércio Após duas altas consecutivas, a confiança das micro e pequenas empresas do setor de Comércio (MPE-Comércio) caiu 3,8 pontos em abril para 83,3 pontos, o menor nível desde janeiro de 2023 (81,8 pontos). Analisando os segmentos, o varejo restrito foi o responsável pela maior contribuição da queda do índice esse mês. Na contramão do setor, os segmentos de material para construção e veículos, motos e peças (lojas de autopeças e pequenas revendedoras). Por região, três das quatro pesquisadas acompanharam o setor, com destaque, para o Sudeste, que teve queda de 5,3 pontos. Essa foi seguida por Norte/Centro-Oeste e Sul, com recuos de 4,4 pontos e 3,7 pontos, respectivamente. E contrapartida, Nordeste teve alta de 2,9 pontos. Serviços Após dois meses de alta, a confiança das micro e pequenas empresas do setor de Serviços (MPE-Serviços) ficou relativamente estável em abril ao variar 0,3 ponto, para 89,7 pontos, maior nível desde outubro de 2022 (99,4 pontos). “Essa resiliência do MPE-Serviços acaba sendo influenciada pelos serviços prestados às famílias, mas a sustentabilidade desse resultado positivo acaba sendo desafiadora diante do cenário econômico prospectivo de altos juros e crédito caro”, frisa o presidente do Sebrae. Sob a ótica dos segmentos, dois avançaram e três recuaram. A principal alta foi observada no segmento serviços às famílias. Serviços profissionais e outros serviços se mantiveram estáveis. Os segmentos serviços de informação e comunicação e serviços de transporte recuaram. Em relação às regiões, as altas do setor foram observadas nas regiões Sul, Sudeste e Norte/Centro-Oeste, que cresceram de 1,1 ponto, 0,8 ponto e 0,5 ponto, respectivamente. Somente a região Nordeste recuou (-4,7 pontos). Indústria de Transformação Assim como no comércio, a confiança das micro e pequenas empresas da Indústria de Transformação (MPE-Indústria) caiu em abril: 1,6 ponto, para 86,7 pontos. Por segmento, outros foi o que mais contribuiu para queda do MPE-Indústria. Essa piora também ocorre no segmento de metalurgia e produtos de metal. Em contrapartida, os segmentos de alimentos, refino e produtos químicos e vestuário avançaram. Na análise regional, as variações são dispersas, sendo as maiores quedas observadas nas regiões Sudeste e Nordeste, onde a maioria das empresas desse setor se encontram: caíram 6,6 pontos e 6,2 pontos, respectivamente. Já no sentido oposto, as regiões Norte/Centro-Oeste e Sul avançaram: 5,3 pontos e 1,5 ponto, respectivamente.

BNDES anuncia linha de R$ 21 bilhões para MEIs e pequenas e médias empresas

Segundo o presidente do banco, Aloizio Mercadante, a vantagem é que o banco garante até 80% do risco da operação O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou nesta segunda-feira (17) uma linha para microempreendedores individuais (MEIs), além de micro, pequenos e médios empresários, que terá disponibilidade de R$ 21 bilhões, segundo o presidente da instituição, Aloizio Mercadante. O banco de fomento vai repassar os recursos para cerca de 70 parceiros, mas também poderá operar diretamente. Segundo o presidente do banco, a vantagem é que o BNDES garante até 80% do risco da operação. “Como a gente garante o risco, ajudamos a diminuir a crise de confiança para que empresários possam ter mais crédito e capacidade de investimentos”, comentou ele. A linha usará a Taxa de Longo Prazo do banco. *Com informações da CNN Brasil

Confiança dos donos de pequenos negócios apresenta leve aumento

Nos últimos dois meses, índice apresentou aumento de 3,9 pontos, de acordo com a Sondagem dos Pequenos Negócios, realizada pelo Sebrae e FGV O Índice de Confiança das Micro e Pequenas Empresas (IC-MPE) apresentou um ligeiro aumento de 0,1 ponto no último mês de março, de acordo com a Sondagem dos Pequenos Negócios, realizada mensalmente pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV) e atingiu o patamar de 88,5 pontos. Esse é o segundo mês consecutivo de incremento, de fevereiro para cá, houve um aumento de 3,9 pontos. O presidente do Sebrae, Décio Lima, observa que o acumulado do último bimestre mostra que os donos de pequenos negócios estão mais confiantes na economia e com expectativas melhores para o futuro. “O mês de fevereiro interrompeu uma sequência de cinco quedas consecutivas e a tendência é que nos próximos meses esse índice continue apresentando resultados melhores, pois o Índice de Expectativas das MPE (IE-MPE), que revela o grau de otimismo em relação ao futuro próximo, avançou 1,7 ponto e atingiu o patamar de 86,5 pontos em março”, afirma. De acordo com Lima, outro fator que deve interferir positivamente no aumento da confiança nos próximos meses é o arcabouço fiscal proposto pelo governo que deverá colaborar para reduzir incertezas econômica e políticas. “Esse conjunto de ações irá contribuir para uma situação mais favorável em termos de taxa de juros e inflação que tanto impactam os pequenos negócios e a vida dos consumidores”, complementa. Setores O IC-MPE é a composição dos três índices de confiança dos principais setores da economia – Comércio, Serviços e Indústria de Transformação. O leve aumento da confiança dos donos de pequenos negócios foi ocasionado pelas boas expectativas do Comércio e Serviços, que apresentaram aumento de 0,8 e 3,4 pontos, respectivamente. Os dois juntos compensaram a queda da confiança dos empreendedores da Indústria da Transformação, que caiu 5,7 pontos. “O resultado de março, reflete uma maior confiança dos setores de Serviços e Comércio e recuo da Indústria de Transformação fazendo com que o nível de confiança entre os setores fique muito próxima”, analisa Décio Lima. Comércio A confiança das micro e pequenas empresas do setor do Comércio (MPE-Comércio) apresentou uma leve alta, a segunda seguida, em março: 0,8 ponto, para 87,1 pontos. No acumulado do 1º trimestre de 2023, o índice avançou 1,5 ponto. Serviços Pelo segundo mês consecutivo, a confiança dos micros e pequenos empresários do setor de Serviços melhorou (MPE-Serviços): o índice subiu 3,4 pontos, atingindo 89,4 pontos, o maior nível desde outubro de 2022 (99,4 pontos) e fecha no positivo o primeiro trimestre (1,4 ponto). Essas altas podem representar um sinal de possível reversão positiva no setor, contudo, devem que ser analisadas com cautela, já que o nível de atividade ainda se mantém em patamar baixo, a incerteza elevada e persistência da inflação. Indústria de Transformação A confiança das micros e pequenas empresas do setor da Indústria de Transformação (MPE-Indústria) segue tendência diferente do setor de Serviços e Comércio em março. O índice recuou 5,7 pontos, para 88,3 pontos, o menor nível desde novembro de 2022 (85,6 pontos) e no acumulado ficou relativamente estável ao variar -0,1 ponto.

FGV/Sebrae: Confiança dos pequenos negócios volta a crescer​

Depois de cinco meses de queda, índice medido pelo Sebrae e FGV, foi positivo nos três setores da economia analisados Depois de cinco meses de quedas consecutivas, a confiança dos donos de pequenos negócios voltou a crescer, em fevereiro. De acordo com a Sondagem das Micro e Pequenas Empresas, realizada mensalmente pelo Sebrae e pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o Índice de Confiança das MPE (IC-MPE) avançou 3,8 pontos, passando de 84,6 pontos, em janeiro, para 88,4 pontos no segundo mês do ano. O Índice é cerca de um ponto superior ao detectado em novembro do ano passado (87,5 pontos), o mais alto desde então. O presidente do Sebrae, Carlos Melles, destaca que o crescimento do índice foi influenciado pelo avanço da confiança nos três setores que compõem a Sondagem (Indústria, Comércio e Serviços). “A confiança dos donos de pequenos negócios do Comércio e Indústria da Transformação foi a que mais puxou o índice para cima, contudo, a recuperação no mês precisa ser analisada com cautela considerando que há ainda um movimento de desaceleração econômica mundial em curso, e no âmbito nacional temos desafios que levam em consideração uma política monetária contracionista, riscos fiscais e inflação elevada”, pontua. O Índice de Confiança do Comércio cresceu 4,5 pontos; o da Indústria de Transformação, 4,4 pontos; e o do setor de Serviço apresentou alta de 1,2 ponto. “Acreditamos que os próximos meses manterão essa tendência, mas a sustentabilidade de bons resultados ainda dependerá de uma melhora efetiva da demanda e da capacidade das MPE em se manterem competitivas no mercado”, observa Melles. Para os próximos meses, as expectativas avançam em velocidade menor. O Índice de Expectativas das MPE (IE-MPE) subiu 1,8 ponto, para 84,8 pontos, influenciado por uma perspectiva mais otimista sobre a demanda nos próximos meses. O índice que mede a demanda prevista empresarial cresceu 2,7 pontos, para 83,7 pontos. No entanto, embora as empresas vislumbrem uma reação da demanda nos próximos três meses, no horizonte de seis meses isso ainda não é o esperado. O indicador que mensura a tendência dos negócios empresarial recuou 0,7 ponto, para 82,5 pontos. Comércio No setor dos micro e pequenos empresários do Comércio (MPE-Comércio), o Índice de Confiança passou de 81,8 para 86,3 pontos, atingindo o maior nível desde novembro de 2022 (86,7 pontos), o que interrompe a sequência de quatro quedas consecutivas. Todos os segmentos pesquisados no setor de Comércio melhoraram, com destaque para o segmento de veículos, motos e peças (lojas de autopeças e pequenas revendedoras). Os segmentos de material de construção e de varejo restrito também melhoraram. Serviços Depois de cinco quedas consecutivas, a melhora da confiança dos micro e pequenos empresários do setor de Serviços (MPE-Serviços) foi observada no mês de fevereiro com aumento de 1,2 ponto, para 86,0 pontos. Dos cinco segmentos pesquisados, quatro acompanharam a alta do setor, com destaque para serviços de informação e comunicação, prestados à família e serviços profissionais. O único segmento que foi na contramão da tendência de alta foi serviços de transporte, que recuou pela sexta vez seguida, com queda de 7,4 pontos. Indústria de Transformação Diferente dos demais setores, esse é o terceiro mês seguido de recuperação da confiança dos micros e pequenos empresários do setor da Indústria de Transformação (MPE-Indústria): o índice subiu 4,4 pontos, para 94,0 pontos. Dos cinco segmentos pesquisados, três apresentaram alta, com destaque para outros, seguido pelos segmentos alimentos e vestuários. Na contramão, os segmentos refino e produtos químicos, e metalurgia e produtos de metal caíram.

Sebrae e CNI fecham acordo de cooperação para fomento de pequenos negócios

(Foto: Túlio Vidal) Acordo prevê abertura de mercados e oportunidades internacionais para pequenas empresas   O Sebrae e a Confederação Nacional da Indústria (CNI) assinaram na última quarta-feira (17) um acordo de cooperação para estimular a competitividade de pequenos negócios industriais com foco em sustentabilidade, internacionalização e economia de baixo carbono. O acordo foi firmado durante o Fórum Encadear, realizado pelo Sebrae em um hotel de São Paulo. Estiveram presentes ainda o presidente da CNI, Robson Braga, e o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite. “Esse acordo abraça o sistema industrial como um todo a partir das verticais de inovação, competitividade industrial, ESG e internacionalização dos pequenos negócios. Vamos colocar as empresas brasileiras na fronteira da tecnologia”, afirmou o presidente do Sebrae, Carlos Melles. Plataforma internacional “Queremos levar inovação aberta aos pequenos negócios de todo o Brasil. Fazer com que a indústria nacional possa gerar a inovação que permita a elas competir em nível global”, disse Braga, da CNI. O primeiro plano de ação do acordo ocorrerá em conjunto com a empresa Sosa, que fomenta startups em Israel e tem escritórios em diversos países. A iniciativa pretende aproximar as startups brasileiras de empresas estrangeiras com a realização de capacitação virtual para 900 integrantes e residência para 21 empresas até 2025. O acordo prevê ainda abertura de um escritório em Nova York para o Sebrae e o CNI, além da criação de um mapeamento das tecnologias inovadoras feitas por startups brasileiras e pelos Institutos de Ciência e Tecnologia (ICTs), com a criação de uma plataforma internacional para gestão da inovação. “Nada melhor que a grande indústria, que é a CNI, junto com o Sebrae, que são os empreendedores, para fazer que tudo isso aconteça ao mesmo tempo. O acordo é nessa direção”, afirmou o executivo da Confederação a jornalistas, após a assinatura do acordo, o ministro Joaquim Leite. “Nós temos a oportunidade de provocar um crescimento verde, geração de empregos verde alinhados a esses temas que são de sustentabilidade e meio ambiente”.

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