Artemísia anuncia capacitação de microempreendedores via WhatsApp

Jornada de Apoio a Empreendedores chega à edição 2023 com benefícios como acesso a aplicativos de gestão para pequenos negócios, possibilidade de mentorias individuais e facilitação de acesso a microcrédito; Inscrições são gratuitas   Alinhada ao conceito de inclusão produtiva com ênfase no fomento na geração de trabalho e renda via empreendedorismo, a Artemisia anuncia a edição 2023 do programa JA_É! Jornada de Apoio a Empreendedores. A iniciativa gratuita conta com mais de cinco horas de conteúdos on-line distribuídos em 10 aulas e atividades complementares, enviados por WhatsApp, voltados a capacitar microempreendedores de todo o Brasil, de diversos segmentos e setores, no processo de digitalização dos negócios e no aumento da sua produtividade. As inscrições estão abertas a todos os interessados, já que não há um processo seletivo, ou seja, todos os inscritos poderão participar de uma jornada de conhecimento on-line e gratuita. Entre as novidades da edição, benefícios exclusivos para os participantes como acesso a aplicativos de gestão para pequenos negócios; possibilidade de mentorias individuais e de acesso a microcrédito.           As inscrições podem ser feitas no site: bit.ly/JornadaEmpreendedora2023. Resultado de uma coalizão conduzida pela Artemisia – com participação de Accenture, Fundação Arymax, Meta, Potencia Ventures, Fundação Casas Bahia, Instituto XP, B3 Social e Ambev, com o apoio estratégico da Aliança Empreendedora –, a iniciativa contou com mais de 22 mil inscritos em suas edições anteriores. Por meio do WhatsApp, o programa – realizado desde 2019 – disponibiliza conteúdos pertinentes à gestão do negócio, voltados a auxiliar os empreendedores no processo interno de gestão, comunicação e vendas em canais digitais. Há, ainda, aulas com acesso a benefícios exclusivos do ecossistema para os participantes. O programa oferece suporte a nano, micro e pequenos empreendedores urbanos e rurais em situação de vulnerabilidade social e econômica, sobretudo àqueles que atuam em áreas de baixa mobilidade social (periferias e comunidades de baixa renda), grupos minorizados – todos com potencial de consolidar os negócios no ambiente digital –, para que possam impulsionar a digitalização das ações de comunicação, canais de venda e modernizar os processos de gestão e produção. A proposta se baseia na premissa de que, muitas vezes, uma simples reorganização tem potencial para aumentar a produtividade e a eficiência de nano, micro e pequenas empresas; ao incorporar tais inovações, há incremento nas vendas, redução de custo e aumento na renda do empreendedor. Entre os tipos de negócios que se beneficiam da jornada estão salões de beleza, padarias, ateliê de costura, vendedores ambulantes, restaurantes, artesãos, entre outros. O programa foi pensado para trazer resultados rápidos e efetivos, em formato prático e adaptado à realidade dos empreendedores, que poderão seguir a jornada on-line no horário, local e ritmo que melhor se encaixem em sua rotina. Entre os módulos que fazem parte da jornada destaque para Análise de Mercado, Proposta de Valor, Jornada do Cliente e Presença Digital, Inovação, Fórmula do Lucro, Gestão Financeira, Linhas de Crédito, Futuro, Planejamento e Objetivos. Segundo Priscila Martins, diretora de Parcerias da Artemisia, investir em empresas com esse perfil é apoiar uma engrenagem muito transformadora. “Quanto mais produtiva uma empresa é, mais valor ela gera para a própria comunidade do entorno, movimentando a economia local, gerando renda e emprego. O fortalecimento desses empreendedores dialoga com medidas para apoiar a inclusão produtiva no país, sendo uma forma de impulsionar o nível de renda e apoiar a redução da exclusão social”, afirma. Priscila acrescenta que há muito potencial entre os empreendedores brasileiros e, com o apoio correto, eles podem melhorar as próprias empresas e driblar os desafios da atual crise. “Por esse motivo, a coalizão se uniu para desenvolver e correalizar essa iniciativa inédita, que chega à edição 2023 firme na busca por reduzir as barreiras de letramento digital dos empreendedores, com conteúdos práticos e gratuitos. Para participar, basta ter um pequeno negócio ou, ainda, ter interesse de empreender. Um ponto importante é que os participantes não precisam estar formalizados, ou seja, os informais também estão qualificados a participar. Com um modelo inovador e escalável, o programa permite potencializar negócios de milhares de brasileiros. Uma das características é que o modelo do programa se aproxima de uma plataforma digital para os usuários com diferentes serviços. Nas edições anteriores, os participantes destacaram a facilidade e acessibilidade do conteúdo e os aspectos econômicos, já que o acesso não consome o pacote de dados da internet do participante. Para se ter uma ideia do sucesso, a iniciativa obteve satisfação de 88 NPS (sigla, em inglês, de Net Promoter Score, metodologia criada para mensurar satisfação e probabilidade de indicação da solução para outras pessoas).

Norma da Receita Federal que restringe alcance do Perse é ilegal, decide juiz

Decisão considerou que lei não limitou benefício ao resultado direto de atividades relacionadas a eventos O juiz Marcelo Barbi Gonçalves, 6ª Vara Federal do Rio de Janeiro, reconheceu o direito de uma locadora de aparelhos de refrigeração e eletrônicos ao benefício fiscal do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse). A decisão de mérito, proferida em 15 de fevereiro, aprofunda o debate sobre o escopo do incentivo. O magistrado considerou ilegal a restrição criada pela Instrução Normativa 2.114/2022, da Receita Federal, que limitou a concessão do benefício a entidades cujos resultados estão diretamente vinculados a eventos e hotelaria. Segundo Gonçalves, não cabe ao Fisco fazer essa distinção. A Lei 14.148/2021, que instituiu o Perse, prevê medidas de amparo a alguns dos setores mais castigados pela pandemia de Covid-19. Entre elas, o texto estabeleceu a redução a zero, pelo prazo de 60 meses, das alíquotas de IRPJ, CSLL, Contribuição PIS/Pasep e Cofins. A previsão dos setores a serem contemplados ficou a cargo do Ministério da Economia, que a trouxe na Portaria 7.163/2021. Um rol de atividades econômicas foi enquadrado, incluindo o “aluguel de móveis, utensílios e aparelhos de uso doméstico e pessoal; instrumentos musicais”. Mas, no fim do ano passado, a Receita tentou limitar esse número via ato normativo, com a Portaria 11.266. Além de restringir o benefício fiscal a resultados diretamente ligados a eventos, hotelaria, turismo e cinema, ela definiu que ele não se aplicaria a receitas financeiras ou receitas e resultados não operacionais. A norma atingiu uma empresa que trabalha na locação de aparelhos de refrigeração e eletrônicos para os setores de eventos e hotelaria, que entrou com um mandado de segurança na Justiça para reaver os valores recolhidos. Para o juiz Marcelo Barbi Gonçalves, ficou patente a violação à lei, “bem como a usurpação de ato da competência do Ministro da Economia”. “Se o intuito da lei era mitigar os efeitos devastadores da Covid-19 para as empresas atuantes direta ou indiretamente no setor de eventos, não caberia ao secretário especial da Receita Federal fazer tal restrição, senão observar a listagem feita pelo Ministro da Economia por delegação da lei.” No mesmo sentido, o magistrado considerou que a lei estabeleceu a redução das alíquotas sobre o resultado das entidades do setor de eventos, conforme ato do Ministro da Economia, sem restringir o benefício ao “resultado direto” das atividades relacionadas ao segmento, como tentou fazer a Receita. De acordo com Thiago de Mattos, sócio do Bichara Advogados, escritório que atuou no caso, a decisão é relevante porque contesta a “narrativa” da Receita Federal acerca do Perse. “A lei começou com o setor de eventos, mas isso foi só o embrião. Ainda no trâmite legislativo, já se verificou que o setor de eventos não estava sozinho. Hotel não é de eventos. Cinema não é eventos, nem turismo. Criou-se uma narrativa da Receita Federal de que essa lei seria para eventos e serviços turísticos. Não é verdade. Ela começou assim, mas durante o trâmite legislativo isso mudou e percebeu-se que outras atividades foram tanto ou até mais impactadas pelas medidas de combate à pandemia.” O advogado também ressaltou o fato de ser uma decisão de mérito. “É uma sentença. Não estamos falando de uma liminar que pode ser eventualmente derrubada a qualquer momento. Estamos falando propriamente de uma decisão de mérito, uma decisão realmente muito boa.” Liminar inclui Abrafesta entre os beneficiários No 18 de janeiro 2023 a Abrafesta (Associação Brasileira de Eventos) entrou na justiça com um pedido de medida liminar na ação de mandado de segurança coletivo que impetrou com o objetivo de revogar as mudanças promovidas pelo Ministério da Economia no PERSE  em defesa de seus associados e dos profissionais do mercado de eventos. A Abrafesta foi a primeira entidade a judicializar a questão da redução pela metade do número de atividades empresariais beneficiadas pelo PERSE. A Abrafesta entrou com a ação em prol de setores como buffet e tradução, que necessitam da dos benefícios fiscais previstos no PERSE para compensar os efeitos da pandemia. A Associação Nacional de Restaurantes, entre outras, também já se posicionaram sobre a Portaria. Na última sexta-feira (03) a liminar solicitada pela entidade no mandado de segurança coletivo foi deferida pela Desembargadora Federal Mônica Nobre, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região. De acordo a Abrafesta, a decisão passa a beneficiar somente os associados da entidade, já que por enquanto foi a única a ajuizar processo para revogar mudanças no PERSE. “É um assunto técnico e complicado. O setor de eventos sofreu demais, e ainda sofre, com os efeitos da pandemia. Mas se conseguindo manter essa liminar de pé, podemos ajudar essas empresas a se reconstruirem”, revela Ricardo Dias, presidente da Abrafesta. Entenda mais sobre o PERSE Em resposta aos efeitos da pandemia na indústria de eventos, o Governo Federal criou o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (PERSE) em maio de 2021. O programa, estabelecido pela Lei 14.148/21, tem como objetivo ajudar o setor de eventos a se recuperar ao oferecer isenção de impostos como IRPJ, CSLL, PIS e COFINS por 60 meses. No entanto, em 29 de dezembro de 2022, o Ministério da Economia emitiu uma portaria que restringiu os códigos CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) de várias atividades econômicas que estavam anteriormente incluídas na Lei nº 14.148. Isso afetou muitas empresas que fazem parte do hub de 52 serviços que compõem o segmento de eventos de cultura e entretenimento, que foi duramente atingido pela pandemia. Algumas das atividades econômicas impactadas pela Portaria Nº 11.266, publicada no Diário Oficial da União em 2 de janeiro, incluem serviços de alimentação para eventos e recepções, segurança privada e estabelecimentos especializados em servir bebidas com entretenimento. Essa decisão representa um obstáculo para a recuperação desses setores e pode tem gerado impacto negativo na indústria de eventos em geral. Analisando o cenário atual do setor, Ricardo Dias revela que muito profissionais deixaram o mercado, principalmente os setores que foram desfavorecidos pela retirada do PERSE. “A situação é bem preocupante, mais de 30% dos profissionais que trabalhavam na área de eventos migraram para outras profissões e muitos deles são freelances e não tem diretos garantidos pela lei”. *Com informações dos Portais JOTA e Eventos

Capacitar empreendedores é acelerar desenvolvimento econômico, diz CEO da Coca-Cola

(Crédito: Pexels CorentinHenry | Reprodução)   Boa parte da operação de gigantes como a Coca-Cola só é possível graças às pequenas e médias empresas que atuam regionalmente e/ou resolvem problemas específicos, e o desenvolvimento econômico depende disso. Em comemoração aos 80 anos de atuação no Brasil, a Coca-Cola anunciou hoje (03) a aceleração de 300 mil estabelecimentos do pequeno varejo, como bares e restaurantes, durante um ano, como nova etapa do programa “Coca-Cola dá um gás no seu negócio”, que disponibiliza ferramentas para empreendedores. “Em reflexo da pandemia houve a reconfiguração do pequeno varejo, quando alguns fecharam e novos empreendedores começaram no segmento de alimentação. Assim, a plataforma única que estamos lançando ajuda o empreendedor a se conectar e capacitar em uma série de frentes, como comunicação digital, atendimento, gestão e mais”, diz Luís Felipe Avellar, presidente Brasil e Cone Sul na Coca-Cola América Latina, em entrevista à EXAME, publicada hoje (veja aqui a matéria). De acordo com o executivo, a empresa mantém um investimentos de 3 bilhões de reais ao ano para o fomento de impacto social e ambiental. Agora, o aporte para os pequenos empreendedores é de aproximadamente 200 milhões de reais nos primeiros doze meses. Além disso, há um enorme potencial de expansão visto que a Coca-Cola chega a cerca de 1 milhão de pontos de venda. Para Silmara Olívio, diretora de relações corporativas Cone Sul na Coca-Cola América Latina, “essa iniciativa chega para inspirar e apoiar o crescimento dos locais onde atuamos na retomada da pandemia, posicionando ​a Coca-Cola como o melhor parceiro de negócio”. Com treinamentos e materiais exclusivos desenvolvidos pelo Sebrae e pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), a plataforma pretende ser um hub de capacitação profissional por meio de conteúdo que traz uma abordagem simples e fácil de aplicar, até para temáticas mais complexas como economia circular, digitalização, entre outras. “Entendemos a capacitação como um caminho sem volta, pois transforma a mentalidade de quem investe neste processo. Independente da motivação que impulsiona o empreendedor a abrir um negócio, buscar aprimoramento aumenta suas chances de sucesso. Ser movido apenas pela paixão ou pela experiência muitas vezes não é suficiente”, diz Carlos Eduardo Pinto Santiago, gerente adjunto de Competitividade do SEBRAE, que no evento de lançamento do programa citou dados como o faturamento médio desses empreendimentos como 22% menor em abril de 2022, quando comparado ao período pré-pandemia. “Nossas recentes pesquisas mostram que o setor está em fase de recuperação neste período de retomada, mas os empresários ainda lutam para ajustar os preços e manterem seus negócios. Os riscos ainda são altos, em função do endividamento e da pressão dos custos. Portanto, capacitação permite uma vantagem competitiva enorme, porque você passa a entender muito mais do negócio e conhecer as ferramentas necessárias para poder chegar lá”, analisa Paulo Solmucci, presidente-executivo da Abrasel. Empreendedorismo Feminino Visando capacitar e empoderar as mulheres que já são empreendedoras ou tem o desejo de empreender, a plataforma “Coca-Cola dá um gás no seu negócio” conta com dois projetos exclusivos para elas. Ao todo, serão mais de 4.150 mulheres beneficiadas pelo programa nesta fase. O intuito é impactar a parcela da população que ficou ainda mais vulnerável durante a pandemia e que está diretamente ligada ao cerne do projeto. “Começamos o projeto piloto em Porto Alegre (RS) há dois meses e lançamos o edital exclusivamente para mulheres, pois entendemos a importância de capacitar elas, que são donas de seus negócios e chefes de famílias”, diz Avellar. Segundo ele, em Porto Alegre, as primeiras 300 vagas para o programa foram preenchidas em um dia. Em parceria com o Sebrae e Coca-Cola FEMSA, o “Empreenda como uma mulher” realiza um programa de mentoria para desenvolver negócios liderados por mulheres pelo país. Já o “Meu negócio é meu país” é outra etapa do lançamento e ocorre em Salvador (BA), em parceria com SOLAR Coca-Cola e a marca Kuat, a fim de fortalecer o empreendedorismo por meio de uma plataforma voltada para comidas regionais. “Acreditamos que as mulheres desempenharão um papel transformador na formação da economia global na próxima década. Elas são pilares fundamentais tanto para as comunidades quanto para seus negócios, e são peças-chave para estimular o crescimento econômico e o desenvolvimento sustentável”, diz Avellar. Além disso, de acordo com o executivo, a novidade pode impactar outras frentes ESG (sigla em inglês para ambiental, social e governança) da empresa. “Temos compromissos de diminuição de resíduos, empoderamento econômico e mais. Conforme esses empreendimentos avançam eles também gerem melhor a economia circular, os recursos naturais e outros fatores para nos ajudar e ajudar a sociedade como um todo”. Embaixadores Carmem Virgínia é a grande embaixadora do programa “Coca-Cola dá um gás no seu negócio”, e representará o projeto para o grande público. Pesquisadora e influenciadora digital, a chef pernambucana também é e jurada dos reality shows “Cozinheiros em ação” e “FFF Brasil”, além de proprietária do premiado Altar Cozinha Ancestral (Recife) e Yayá (Rio de Janeiro). Outros dois nomes de peso da gastronomia brasileira serão apoiadores do projeto: João Batista, cozinheiro há 38 anos e apresentador do reality show Mestre do Sabor; e Katia Barbosa, chef jurada do mesmo programa. Atores fundamentais para que todas as iniciativas e mensagens da companhia sejam amplamente difundidas para o público geral, sem perder de vista a identificação e a aproximação com o público-alvo, os embaixadores têm como papel também inspirar e passar ensinamentos à medida que compartilham suas experiências e vivências enquanto empreendedores do setor de bares e restaurantes. “A Coca-Cola tem um aprendizado sobre criar e contar histórias. A junção com os embaixadores reforça esse papel ao trazer pessoas que inspiram e incentivam novos empreendedores”, diz Avellar. Resultados Neste primeiro ano de programa, os empreendedores serão acompanhados de perto e algumas métricas vão ajudar a entender a efetividade da ação. “Temos indicadores próprios para desenvolver os empreendedores de forma que eles aumentem as vendas, ofereçam diferentes produtos para cada ocasião de consumo e, consequentemente, acesse novos pacotes de benefícios como clientes Coca-Cola. Além disso, temos a perspectiva

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