Região Sul concentra empresas com melhores pontuações de crédito do País

A Serasa Experian divulgou hoje os resultados do levantamento “Score de Empresas no Brasil”. Realizada com 16,5 milhões de empresas de 108 segmentos, em todos os Estados do país, a pesquisa buscou mapear onde estão as empresas com as melhores pontuações de crédito no Brasil (Score PJ). O Sul se destacou com a maior concentração de CNPJs na faixa de 601 a 1000 pontos, totalizando 22,5%. Essa classificação pode indicar que a empresa é uma boa parceira de negócios.   “Assim como o Score PF indica a probabilidade de uma pessoa se tornar inadimplente dentro de um horizonte de tempo, o Score PJ também serve como termômetro para indicar o risco de uma empresa se tornar inadimplente, o que pode influenciar nas chances do negócio conseguir empréstimos ou financiamentos no mercado”, explica o Vice-Presidente de Pequenas e Médias Empresas (PMEs) da Serasa Experian, Cleber Genero. A consulta do Score PJ é gratuita no site da Serasa Experian, baseada em critérios financeiros e comportamentais da empresa, além de considerar os dados cadastrais, inclusão no cadastro positivo, dívidas e débitos em aberto, a relação com o mercado e o poder de compra. Na média nacional, que reúne os dados de todas as Unidades Federativas (UFs), o levantamento mostrou que 35,6% das empresas no Brasil têm pontuação entre 251 e 600 e 35,4% entre 101 e 250 pontos. Veja, no gráfico abaixo, o levantamento detalhado:   “Assim como os credores consultam o Score do CPF antes de ofertarem recurso financeiro para pessoas físicas, eles também buscam informações sobre o Score do CNPJ para ceder dinheiro ou vender a prazo para empresas. Desta forma, companhias que precisam de recursos financeiros e possuem boa pontuação poderão encontrar taxas atrativas e melhores condições de pagamento”, comenta Cleber Genero.   Análise por setor: Comércio concentra mais empresas na faixa de 601 a 1000 do Score PJ   Numa visão mais detalhada do estudo, o setor com a maior concentração de CNPJs na faixa de 601 a 1000 pontos foi o segmento de “Comércio” (20,2%), enquanto “Indústria” apresentou uma concentração maior de empreendimentos com pontuação de 251 a 600 (35,1%). Confira o levantamento completo por segmento a seguir:   “Em tempos de recordes consecutivos de inadimplência, dos consumidores e das empresas, o objetivo da Serasa Experian em realizar este levantamento é de poder criar uma lista de oportunidades de negócios e também trazer luz à questão do score de crédito, que é uma forma de manter a economia girando e os negócios funcionando”, completa Genero.   Ainda melhor: recorte mostra onde estão as empresas com Score PJ acima dos 800 A Serasa Experian também aprofundou o estudo para identificar o percentual de companhias que estão com o Score PJ acima de 800 pontos, faixa que aumenta as chances das empresas melhorem a sua situação e conseguirem mais oportunidades de crédito. Nesta visão, foi constatado que apenas 3,9% das empresas se enquadraram na pontuação. Na análise detalhada por região, o Sul do Brasil apresentou a maior concentração de empresas com pontuação de crédito acima de 800 (7,9%). Veja todas as informações na tabela a seguir:     Quando avaliado os setores, a maior concentração de companhias com Score PJ acima dos 800 pontos ficou em “Comércio” (7,2%), seguido por “Indústria” (5,7%), “Primário” (4,3%) e “Serviços” (2,2%). “Serasa Ponto a Ponto” explica faixas de pontuação Muitos donos de negócios, interessados em melhorar a situação financeira de suas empresas, podem se perguntar: Como o Score PJ funciona? Como consultar essa pontuação para companhias? Dá para ter uma nota maior? Como cuidar melhor da saúde do negócio? Para ajudar os empreendedores a entenderem melhor esses números e como podem contribuir para o aumento do score PJ da sua empresa, a Serasa Experian lançou a funcionalidade “Ponto a Ponto”, dentro da interface de consulta com acesso gratuito e intuitivo.   A funcionalidade traz a explicação de cada faixa de classificação, os motivos que podem acarretar a queda ou o aumento da pontuação e as orientações sobre medidas possíveis para manter ou melhorar a situação. A pontuação do Score para CNPJ vai de 0 a 1.000, em que quanto maior o valor, mais confiança a empresa apresenta. Os critérios utilizados para avaliação do Score PJ, ainda segundo Cleber Genero, são:   Existência de dívidas vencidas negativadas;   Consultas à Serasa Experian;   Faixa etária do consumidor;   Cadastro Positivo devidamente aberto;   Dados cadastrais do consumidor atualizados;   Registros de pagamento de contas em dia;   Avaliações de crédito frequentes;   Existência de processos judiciais envolvendo o indivíduo;   Cadastro de emissão de cheques sem fundo.   “As empresas que utilizam o Score PJ como um dos fatores para decidir se concedem ou não o crédito a um cliente, têm muito mais condições de evitar calotes, atrasos em pagamentos e outros problemas desse tipo em suas atividades”, pontua Cleber.   Para acessar o Score PJ basta acessar o site oficial da Serasa Experian e fazer o login na plataforma.   Como ter uma boa pontuação de Score em quatro passos Negocie e pague suas dívidas e as da sua empresa: em momentos de necessidade, muitos credores e fornecedores têm optado pela estratégia de renegociação de dívidas. Essa é uma ferramenta muito eficaz que deve ser utilizada sempre que possível, principalmente em cenários de instabilidade econômica. Manter uma boa relação com seus parceiros é essencial para evitar a negativação, dessa forma, procurar estabelecer um diálogo transparente e seguro sobre as condições e possibilidades de pagamento é sempre o melhor caminho.   Pagamento automático das contas da sua empresa: as negativações e atrasos para o pagamento de dívidas impactam negativamente a pontuação do Score PJ. Por isso, utilizar a ferramenta de débito automático pode auxiliar a evitar esse tipo de problema muito comum que é o esquecimento de quitação dos débitos. Manter as contas da sua empresa em dia e respeitar os prazos de vencimento é uma das maneiras mais assertivas para cultivar a pontuação de crédito positiva.   Atualize os dados da sua empresa

Número de pedidos de Recuperação Judicial aumenta 52,1% no 1o semestre, diz Serasa Experian

O primeiro semestre do ano de 2023 registrou um total de 593 pedidos de recuperação judicial de empresas no Brasil, de acordo com dados divulgados pela Serasa Experian. Esse número representa um aumento significativo de 52,1% em relação ao mesmo período de 2022, quando foram registrados 390 requerimentos. O economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, avalia que esse é o pior resultado dos últimos três anos e aponta como principal fator a alta inadimplência das empresas, que atingiu a marca de 6,48 milhões de companhias inadimplentes em maio.     Distribuição por Porte e Setor Analisando a distribuição dos pedidos de recuperação judicial por porte das empresas, o indicador da Serasa Experian revelou que as “Micro e Pequenas Empresas” lideraram com 63 requerimentos, seguidas pelas “Médias Empresas” com 26 pedidos. Surpreendentemente, as “Grandes Empresas” apresentaram o menor número de solicitações, totalizando apenas 3. Já por setor, as empresas do ramo de “Serviços” foram as mais afetadas, com 261 pedidos de recuperação judicial. Em seguida, os setores de “Comércio”, “Indústria” e “Primário” registraram 168, 112 e 52 pedidos, respectivamente.   Aumento de Pedidos de Falência Além dos pedidos de recuperação judicial, o levantamento também identificou um aumento nos pedidos de falência no primeiro semestre de 2023. Ao todo, foram registrados 546 requerimentos de falência, representando um crescimento de 36,2% em relação ao mesmo período de 2022. Novamente, as “Micro e Pequenas Empresas” foram as mais impactadas, totalizando 303 pedidos de falência. Em seguida, as “Médias Empresas” registraram 129 requerimentos e as “Grandes Empresas” apresentaram 114. Em termos de setores, as empresas de “Serviços” lideraram novamente, com 220 pedidos de falência. Os setores de “Indústria”, “Comércio” e “Primário” registraram 172, 150 e 4 pedidos de falência, respectivamente.     Renegociação de Dívidas: Saída para a Saúde Financeira Diante desse cenário desafiador, a Serasa Experian destaca a importância da renegociação de dívidas como uma estratégia essencial para os empreendedores manterem suas finanças em dia. Essa prática pode reduzir os riscos de inadimplência e manter um bom relacionamento com os clientes. Para facilitar esse processo, a Serasa Experian oferece a solução “Recuperação de Dívidas”, que permite automatizar os processos e garantir a saúde financeira dos negócios. Metodologia do Indicador O Indicador Serasa Experian de Falências e Recuperações Judiciais é construído a partir de um levantamento mensal das estatísticas de falências (requeridas e decretadas) e recuperações judiciais e extrajudiciais, registradas na base de dados da Serasa Experian. Esses dados são provenientes dos fóruns, varas de falências, Diários Oficiais e da Justiça dos estados. O indicador é segmentado por porte das empresas. Para mais informações sobre os indicadores da Serasa Experian, acesse o site oficial da empresa. Fonte: Serasa Experian

Sudeste lidera abertura de empresas no país em março, mostra Serasa Experian

Sociedades Limitadas tem crescimento de 19,7% em relação a 2022 Puxado por São Paulo, a chamada ‘locomotiva do Brasil’, o Sudeste foi a região do país com o maior registro de abertura novos empreendimentos em março de 2023, conforme dados do Indicador de Nascimento de Empresas da Serasa Experian. Em todo o Brasil, o número chegou a 378.446 companhias fundadas, representando um crescimento de 5,9% em comparação com o mesmo mês do ano passado. Quanto a natureza jurídica, as “Sociedades Limitadas” apresentaram o maior salto em relação ao mesmo período de 2022 (19,7%). Confira no gráfico a seguir o apanhado de maço de 2022 a março de 2023: “O Brasil é um dos países mais empreendedores do mundo, e a atividade é um dos motores do desenvolvimento econômico. Para os empresários, a formalização traz inúmeros benefícios, como melhores opções de crédito e financiamento, Previdência Social, possibilidade de contratação de funcionários, além de acesso a programas e incentivos governamentais. O país também se beneficia pela geração de empregos, avanços em tecnologia e inovação, e desenvolvimento regional”, ressalta o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi. O setor de “Serviços” representou a maior parcela de empresas criadas em maio (270.770), seguido pelo “Comércio” (79.163), “Indústria” (23.604) e “Demais” (4.909). São Paulo cria mais de 100 mil negócios Ainda segundo o levantamento, em março, o estado de São Paulo concentrou 111.606 novas empresas, uma tendência que se dá pelo seu dinamismo econômico, avalia Rabi. Em segundo lugar ficou Minas Gerais (40.709) e Rio de Janeiro (29.503) em terceiro. Nas últimas posições, ficaram Roraima (792), Acre (706) e Amapá (655). Confira o levantamento completo por Unidades Federativas (UFs) abaixo:

Atividade do comércio cresce 3,7% no Dia das Mães, revela Serasa Experian

Movimento varejista desacelera e cresce menos do que o registrado em 2022 O Indicador de Atividade do Comércio da Serasa Experian revelou que, na semana comemorativa do Dia das Mães (08 a 14/05 de 2023 x 02 a 08/05 de 2022) as vendas do varejo cresceram 3,7%. Depois da queda expressiva registrada em 2020, de 30,7%, os anos de 2021 e 2022 mostraram melhoras tímidas, de 6,0% e 6,9%, respectivamente. No entanto, o percentual registrado neste ano mostra um movimento de desaceleração. Veja os dados completos no gráfico a seguir: No final de semana do Dia das Mães (12 a 14/05 de 2023 x 06 a 08/05 de 2022), o aumento foi maior, de 5,4%. De acordo com o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, os desafios econômicos e o pouco incentivo ao consumo seguem tornando os consumidores mais cautelosos com os gastos. “A inflação e a taxa de juros continuam desencorajando compras e investimentos, no entanto, a alta mais expressiva no final de semana da data no país pode significar que as pessoas deixaram para as últimas horas as compras dos presentes”. Na cidade de São Paulo, o indicador também relevou crescimento, esses de 3,6% durante a semana da data comemorativa e 3,5% no final de semana do Dia das Mães.

Mães empreendedoras se desdobram para conciliar filhos e negócios

Pesquisa inédita da Serasa Experian mostra que 50% das respondentes têm mais flexibilidade de tempo; 4 em cada 10 são completamente independentes financeiramente de cônjuges e familiares Uma pesquisa inédita realizada pela Serasa Experian, aplicada com mulheres empreendedoras, revelou que 29% das entrevistadas declararam que conseguir conciliar tempo de trabalho com o cuidado dos filhos foi um dos principais ganhos ao se tornarem empresárias. Dessas mulheres, 38% têm entre 40 e 49 anos, e 31% entre 30 e 39 anos. A maioria delas, 36%, está no Nordeste, e 32% estão no Norte e Centro-Oeste. A flexibilidade de horário foi outro ganho percebido por 50,4% delas. Para o vice-presidente de PME da Serasa Experian, Cleber Genero, o maior desafio é conciliar o empreendedorismo com as necessidades familiares, e isso exige apoio para que elas possam garantir que todas as tarefas sejam concluídas. “Trabalhamos para oferecer soluções que auxiliem as mulheres a equilibrarem suas responsabilidades familiares com suas carreiras empreendedoras de forma mais prática e assertiva. Dessa forma, elas podem garantir o sucesso financeiro dos negócios e dedicar tempo para outros fatores além do trabalho. Essa movimentação beneficia a economia como um todo, promovendo a representatividade feminina nos negócios, a inovação e o crescimento empresarial”. Independência financeira e escolaridade Independência financeira é outro fator crucial, já que 45% das mulheres responderam que são completamente independentes financeiramente de cônjuges e familiares, sendo que 51% da renda que elas recebem vêm da atividade empresarial. Neste recorte, 57% do porte das empresas dessas empresárias é pequeno ou médio e 43,9% individual ou micro. O levantamento também mostra que o nível de escolaridade é alto entre essas empreendedoras. Cerca de 55% delas possuem pós-graduação, 42,8% formação superior e 35,8% ensino médio completo. Diferenças de gênero e os principais desafios Quando perguntadas sobre as principais diferenças entre gêneros no empreendedorismo, 56% declararam que empreender para uma mulher é mais difícil do que para um homem. Para 36% das respondentes, a maior dificuldade que encontram é a dupla jornada de trabalho. Veja no gráfico a seguir todos os desafios apontados por elas: “A Serasa Experian reconhece a importância de auxiliar todos os empreendedores brasileiros, principalmente as mães e mulheres que atuam neste ramo. Facilitar o acesso ao crédito e a conteúdos gratuitos que ajudam na organização da empresa são iniciativas que podem mudar a realidade de muitas”, conclui o executivo.  Metodologia A Pesquisa “Empreendedoras Brasileiras PME” da Serasa Experian foi realizada de forma quantitativa, via painel de respondentes e contou com 534 participantes de todas as regiões do país. O detalhamento seguido foi segundo a classificação do Sebrae, considerando: “Comércio, Serviço e Indústria”, “B2B, B2C e Ambos”, “Todas as áreas de atuação (sem cota)”, “Clientes e não clientes de birôs de crédito (sem cota)”, “Maiores de 18 anos”, “100% mulheres” e “Classes ABCD (cotas: 50% AB1 e 50% B2CD)”. Esta foi a segunda onda do estudo, que teve sua realização em 2022, entretanto foram feitas alterações significativas em relação ao questionário para 2023, visando incluir a Segmentação de Mulheres Empreendedoras, a fim de entender as principais motivações para empreender. Desta forma, o foco principal desta pesquisa é mergulhar no perfil atual de empreendedoras (traçado em 2023) e como elas encaram o empreendedorismo e seus negócios próprios. Empreendedorismo por região A região que mais concentra negócios cujas sócias principais são mulheres é a Sudeste (51,1%), seguida pela Nordeste (17,9%), Sul (17,4%), Centro-Oeste (9,1%) e Norte (4,4%). Na análise das Unidades Federativas (UFs) é em São Paulo (27,8%) que estão a maior parte dos empreendimentos femininos, depois vem Rio de Janeiro (10,6%), Minas Gerais (10,3%) e Paraná (6,6%). Veja no gráfico abaixo o ranking completo:

MPEs têm queda de 10,9% na busca por crédito, revela Serasa Experian

Micro e pequenas empresas são as únicas a marcarem baixa; setor de Serviços tem a retração mais acentuada O Indicador de Demanda das Empresas por Crédito da Serasa Experian revelou que, em fevereiro, os micro e pequenos negócios puxaram a baixa da procura pelo recurso com queda de 10,9%. Os médios e grandes empreendimentos tiveram alta de 17,1% e 26,9%, respectivamente. Ainda assim, o percentual geral do índice, que considera todos os portes, mostrou queda de 10,2%. Confira abaixo os dados completos no gráfico: Para o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, “as micro e pequenas empresas, que atuam quase que exclusivamente no mercado interno, acabam retraindo mais intensamente a sua demanda por crédito quando a economia brasileira entra em desaceleração. Por outro lado, as médias e grandes empresas que, dependendo do setor em que atuam, conseguem exportar parte da sua produção, podem continuar sustentando sua procura por crédito para atenderem a demanda externa de seus produtos”. A análise por segmento, que contempla todos os portes de negócios, revelou baixa para a maioria das áreas, sendo a mais acentuada no setor de Serviços, de 16,0%. As Indústrias tiveram redução de 5,5% e a área do Comércio, de 4,0%. A categoria “Demais”, que engloba empresas do campo Financeiro, Primário e do Terceiro Setor, foi a única a registrar alta na demanda por crédito, essa de 26,3%. Empresas do Rio de Janeiro foram as que menos buscaram por crédito  Ainda na análise anual (fev/23 x fev/22), o estado com a queda mais acentuada na procura por linhas de crédito foi o Rio de Janeiro, que marcou baixa de 29,3%. Em sequência estava o Amapá, com retração de 22,4%, e Alagoas, que caiu 22,1%. Mesmo que a maioria do país tenha registrado números negativas, alguns estados como Mato Grosso e Santa Catarina marcaram altas. Veja no gráfico a seguir as informações regionais na íntegra: Tomada de crédito com responsabilidade auxilia sobrevivência das empresas Os motivos que levam as empresas a tomar crédito são inúmeras: abrir, de fato, o negócio, ter capital de giro, fluxo de caixa ou apenas realizar um investimento ou melhoria. Para que esse processo seja seguro e não deixar virar um problema em função da incapacidade de pagamento, a Serasa Experian dispõe de produtos e serviços que auxiliam os empreendedores no processo: serviços de monitoramento de CNPJ, ferramentas de renegociação de dívidas e um blog com conteúdo rico e esclarecedor. Clique aqui e saiba mais! Metodologia do indicador  O Indicador Serasa Experian da Demanda das Empresas por Crédito é construído a partir de uma amostra significativa de cerca de 1,2 milhão de CNPJ consultados mensalmente na base de dados da Serasa Experian. A quantidade de CNPJ consultados, especificamente nas transações que configuram alguma relação creditícia entre as empresas e as instituições do sistema financeiro ou empresas não financeiras, é transformada em número índice (média de 2008 = 100). O indicador é segmentado por região geográfica, setor e porte.

Busca das empresas por crédito inicia 2023 com baixa de 3,8%, revela Serasa Experian

Empresas de micro e pequeno porte foram as principais responsáveis pela retração O Indicador de Demanda das Empresas por Crédito da Serasa Experian revelou que a procura pelo recurso financeiro teve queda de 3,8% em janeiro, feita a comparação com o mesmo mês de 2022. Os micro e pequenos negócios foram os únicos que marcaram percentual negativo, caindo 4,2%, enquanto os empreendimentos de médio e grande porte tiveram alta de 7,9% e 23,5%, respectivamente. Confira no gráfico abaixo os dados completos sobre a movimentação da variação anual: Para o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, a retração consecutiva que acontece desde setembro foi pautada principalmente pela taxa Selic, definida em 13,75% em agosto de 2022. “A taxa de juros é um alerta para a concessão de crédito, por isso temos visto mais cautela dos empreendedores no momento de aquisição. No entanto, a baixa de janeiro se mostra menos acentuada, já que é comum o aumento de gastos no final e início do ano, período de maiores investimentos e organização das finanças”. Ainda na avaliação ano a ano, o recorte por segmento mostrou que o setor de Serviços foi o único a registrar baixa, essa de 11,9%. As Indústrias tiveram estabilidade, enquanto o Comércio cresceu 6,7%. Além disso, a categoria “Demais”, que engloba as financeiras, o primário e terceiro setor, teve o maior crescimento, de 17,9%. Rio de Janeiro tem a queda mais acentuada na busca por crédito  A análise das Unidades Federativas (UFs) mostrou que o estado do Rio de Janeiro teve a retração mais acentuada na procura por crédito (-22,2%). No Amapá o destaque também foi negativo, com queda de 14,7%. Apesar disso, estados como Mato Grosso e Tocantins tiveram alta. Veja os dados na íntegra no gráfico abaixo: Metodologia do indicador O Indicador Serasa Experian da Demanda das Empresas por Crédito é construído a partir de uma amostra significativa de cerca de 1,2 milhão de CNPJ consultados mensalmente na base de dados da Serasa Experian. A quantidade de CNPJ consultados, especificamente nas transações que configuram alguma relação creditícia entre as empresas e as instituições do sistema financeiro ou empresas não financeiras, é transformada em número índice (média de 2008 = 100). O indicador é segmentado por região geográfica, setor e porte.

12 mil empresas saíram da inadimplência em janeiro, revela Serasa Experian

O ano de 2023 começou com cerca de 12 mil empresas a menos no cadastro de inadimplência em comparação com o mês anterior. O total passou de 6,44 em dezembro de 2022, mês em que o recorde do Indicador de Inadimplência das Empresas da Serasa Experian foi alcançado, para 6,42 em janeiro. Os dados mostram que a maior parte das dívidas foram contraídas no segmento “Outros”, que engloba Indústrias, Terceiro Setor e Primário. Veja os dados completos no gráfico e na tabela seguir: Para o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, a movimentação financeira de dezembro trouxe mais fôlego em janeiro. “É característico do final do ano as pessoas estarem mais dispostas a gastarem, principalmente pelo pagamento do 13º salário. Como consequência, os caixas das empresas melhoram e isso pode explicar a melhora do cenário de inadimplência dos negócios no país”. O total de dívidas dos 6,42 milhões de negócios inadimplentes registrado em janeiro foi de 45,6 milhões com valor de R$ 110,8 bilhões. Desde julho de 2021, a média é de 7,1 dívidas por empresa. A análise nacional mostra também que 53,6% das empresas negativadas eram do setor de Serviços, 37,4% do Comércio e 7,7% da Indústria. Empresas do setor Primário representam 0,8% e Outros, que engloba Financeiro e Terceiro Setor, fechou o ranking com 0,4%. São Paulo foi a Unidade Federativa líder com empresas inadimplentes O recorte do Indicador de Inadimplência das Empresas por Unidades Federativas (UFs) revela que, em janeiro, três estados do Sudeste lideraram o ranking: São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, respectivamente. Confira a seguir a lista completa:   Cenário de diminuição da inadimplência entre as MPEs O número de MPEs inadimplentes passou de 5,73 milhões em dezembro de 2022 para 5,72 em janeiro de 2023, cujo total de dívidas negativadas foi de 39,4 milhões e valor total de R$ 89,5 bilhões. Para conferir mais informações e a série histórica do indicador, clique aqui. Metodologia O Indicador Serasa Experian de Inadimplência das Empresas contempla a quantidade de empresas brasileiras que estão em situação inadimplência, ou seja, possuem pelo menos um compromisso vencido e não pago, apurado no último dia do mês de referência. O Indicador é segmentado por UF, porte e setor.

Endividamento atinge patamar recorde nas empresas brasileiras em 2021, diz Serasa Experian

O nível de endividamento das empresas brasileiras atingiu um número recorde no fechamento de 2021, registrando 57,9%, aponta Estudo feito pela Serasa Experian. Esse foi o maior resultado desde 2008, início da série histórica do estudo, e, desde 2019, o nível de endividamento veio aumentando. Em 2020, marcou 48,1%. Para o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, no ano passado, em que a instabilidade econômica perdurou e as empresas estavam financeiramente fragilizadas por causa da pandemia, dois fatores específicos estimularam o endividamento dos donos de negócios no país. “Durante a maior parte de 2021 as taxas de juros eram historicamente baixas, enquanto a oferta de crédito estava em alta, inclusive de linhas como o Pronampe, que foram subsidiadas pelo governo. A combinação desses dois elementos aumentou a impulsionou a busca dos empreendedores por crédito, expandindo o endividamento”. Outro fator que explica a expansão do endividamento é que, durante a pandemia, muitas empresas tiveram que se reinventar, investindo pesadamente em tecnologias, logísticas e ferramentas/soluções para operarem em canais remotos de atendimento e operação. E, ao invés de consumirem caixa para realizar estes investimentos, uma saída foi aproveitar a configuração favorável do mercado de crédito e financiar tais investimentos.   Análise setorial Ainda sobre o fechamento de 2021, a análise setorial mostrou que o resultado geral (57,9%) foi impulsionado por todos os macro segmentos (Primário, Comércio, Indústria e Serviços), que também tiveram níveis recordes de endividamento dentro da série histórica do estudo, iniciada em 2008. Na comparação entre o ano passado e 2020, os aumentos mais expressivos identificados foram para o Comércio e Serviços, ambos com expansões de mais de 10 pontos percentuais. Dentre todos os macro segmentos e as áreas que estão contempladas dentro de cada um deles, as empresas de Energia Elétrica, que pertencem ao setor de Serviços, foram as únicas a marcarem queda do endividamento na comparação ano a ano (2020 x 2021), indo de 53,3% para 50,9%. O estudo inédito da Serasa Experian avaliou cerca de 58 mil demonstrativos financeiros das empresas dos setores primário, industrial, comercial e de serviços da economia brasileira referentes a 2021. Veja na tabela abaixo os dados completos da evolução do endividamento: Metodologia O estudo contemplou as informações constantes das demonstrações financeiras presentes em cerca de 1 milhão balanços patrimoniais coletados ao longo do período de dezembro de 2008 a dezembro de 2021 (58 mil somente neste último ano) e que integram a base de dados da Serasa Experian. Através destas informações calculou-se, para cada empresa, em cada ano, a estatística de participação do crédito mercantil sobre os créditos totais. O valor do percentual de crédito mercantil para cada segmento/setor corresponde à mediana da distribuição dessas estatísticas das empresas que integram cada segmento/setor.

Demanda por crédito de MPEs cai 16,9%

Mais um indicador positivo mostrando a força do empreendedorismo e do pequeno empreendedor brasileiro. As Micro e Pequenas Empresas (MPEs) tiveram baixa de 16,9% no Indicador de Demanda das Empresas por Crédito da Serasa Experian, no comparativo outubro/22 – outubro/21. Esse dado vem a somar ao pacote de informações que estamos agrupando e que sinalizam que o ambiente está altamente favorável para quem empreende e quem quer empreender: aumento no faturamento, mais empresas longevas, endividamento administrado e demanda por crédito equilibrada. O economista do Serasa Experian, Luiz Rabi, acrescenta que a permanência da alta da taxa Selic “é um agravante para que as PMEs estejam mais cautelosas com a tomada de recurso”, conforme release distribuído pela companhia. Junta-se ao nosso racional o fato de que as MPEs têm menos dívidas tributárias, o que nos leva ao assunto principal: esse dado de menos empresas pedindo crédito, com saúde financeira e funcionando bem é de fato positivo? O governo, sabemos, é como aquele primo distante, aquela tia-avó, aqueles parentes que você nunca ouviu falar e que, quando ficam sabendo que sua condição financeira está melhor, vêm buscar uma fatia. No caso, temos esse sócio que depende de nós. Pagar impostos deveria ser bom, porque é a forma de contribuir com o coletivismo. Porém, sabemos: o Brasil é o pior país quando se trata de retorno sobre tributos pagos. Então, no momento em que estamos discutindo o Projeto de Lei para ajuste de limite do Simples – e quando aquele monte de agente tributário ou que depende da burocracia para sobreviver diz inclusive que o Simples é uma isenção fiscal -, fica a dúvida: é bom mesmo as empresas estarem indo bem? Sim, achamos que sim. E por isso estamos trabalhando por aqui para oferecer melhores informações, análises e base para a discussão pró-empreendedorismo no Brasil.  

Open Finance: volume de crédito concedido por fintechs cresce acima da média do mercado

Um estudo inédito da Serasa Experian aponta que as fintechs e bancos digitais acumulam alta no volume de crédito concedido de 1.045,1% entre 2016 e 2021 – um crescimento de 62,8% ao ano – e 7,8 vezes mais rápido do que o mercado de crédito. O crescimento das demais instituições financeiras foi de 47,6% no período (ou 8,1% ao ano). Considerando o Sistema Financeiro Nacional (SFN), o volume oferecido passou de R$ 3,174 trilhões para R$ 4,685 trilhões, enquanto nas startups do setor este número passou de R$ 4,8 bilhões para R$ 55,0 bilhões. Confira a evolução no gráfico abaixo (crédito das fintechs está medido no eixo da direita e o crédito geral no eixo da esquerda): “As fintechs e bancos digitais ganham cada vez mais relevância na democratização do crédito e participam ativamente de inovações recentes muito importantes para os consumidores, como o Cadastro Positivo e Open Finance. Isso torna o mercado mais competitivo e amplia as possibilidades de uma oferta positiva ao tomador de recursos”, comenta o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi. O estudo indica, ainda, que 2022 deve seguir a tendência de alta dos anos anteriores. Prova disso, é que a Serasa Experian registrou um aumento de 412% nas pesquisas de CPFs e CNPJs realizadas para fins de concessões de crédito. Apenas entre janeiro e maio de 2022, do total de consultas realizadas por todas as empresas financeiras, 10,6% foram dessas startups. Os dados mostram também que a participação de startups do segmento financeiro que concedem crédito teve um salto nestes seis anos, passando de 0,15% para 1,18%. O cálculo da evolução das fintechs/bancos digitais no mercado de crédito levou em conta as informações dos demonstrativos financeiros da instituições integrantes do Sistema Financeiro Nacional (SFN) compiladas pelo Banco Central e disponíveis no sistema IF.Data, com cruzamento com a base de dados da própria Serasa Experian. Para o diretor de Credit Services da Serasa Experian, Alex Franco, as fintechs precisam ter segurança ao conceder crédito e mitigar os riscos de inadimplência, uma vez que quanto mais ofertam, mais informações de confiança devem fazer parte do negócio. “Com inteligência e tecnologia, diminuímos riscos e impulsionamos a atuação do setor de forma sustentada”.

Pedidos de recuperação judicial caem 33,3% em agosto, diz Serasa Experian

Micro e Pequenas empresas têm o maior número de solicitações ao recurso, mas apresentam melhora na avaliação anual   De acordo com os dados do Indicador de Falências e Recuperação Judicial da Serasa Experian, em agosto foram feitas 74 solicitações de recuperação judicial frente as 111 realizadas no mesmo mês do ano anterior, variação que significa uma queda de 33,3%. As micro e pequenas empresas foram as que mais solicitaram pelo recurso, com 51 pedidos. Ainda assim, as empresas de menor porte tiveram melhora na análise anual, já que em agosto de 2021 marcaram 81 requisições. Os negócios de grande porte foram os únicos a revelar alta no ano a ano. Veja os dados na tabela abaixo: Para o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, as renegociações de dívidas e a melhora do cenário econômico são fatores que diminuem a necessidade das empresas em solicitar o processo de recuperação judicial. “Os donos de negócios, fornecedores e credores continuam utilizando as ferramentas de renegociação para solucionar dívidas ao invés de solicitar a recuperação judicial, processo que é mais caro, burocrático e demorado. Além disso, as empresas estão performando melhor e impulsionando o cenário econômico”. Rabi explica que uma série de indicadores têm revelado um quadro mais positivo do que o esperado, como é o caso do PIB, que cresceu no segundo trimestre, a queda do desemprego e a diminuição da inflação. Ainda na análise anual, apesar da baixa geral do índice, os setores de Serviços e Indústria registraram um aumento nas requisições de recuperação judicial, já para o Comércio e o segmento Primário o cenário foi de diminuição. Confira as informações na tabela a seguir: Solicitações de falências crescem 11,6% no país Ao contrário do cenário de recuperação judicial, os pedidos de falência aumentaram 11,6% em agosto na relação com o mesmo período do ano passado. O maior número de solicitações foi registrado para as micro e pequenas empresas (59), seguidas pelas médias (22) e grandes (25). A análise por setor revelou que o de Serviços foi o que mais demandou, com 39 requisições. Em sequência estava a Indústria (19), o Comércio (12) e o segmento Primário (4). Para conferir mais informações e a série histórica do indicador, clique aqui. Metodologia O Indicador Serasa Experian de Falências e Recuperações Judiciais é construído a partir do levantamento mensal das estatísticas de falências (requeridas e decretadas) e das recuperações judiciais e extrajudiciais registradas mensalmente na base de dados da Serasa Experian, provenientes dos fóruns, varas de falências e dos Diários Oficiais e da Justiça dos estados. O indicador é segmentado por porte.

Inadimplência das micro e pequenas empresas recua em julho no Brasil, aponta Serasa Experian

51,9% das MPEs inadimplentes são empresas que atuam no segmento de Serviços   Em julho, foram registradas 5.545.659 micro e pequenas empresas inadimplentes no país, um recuo de 0,1% em comparação com o mês anterior. Os dados são do Indicador de Inadimplência das Empresas da Serasa Experian que mostra, ainda, que o valor da dívida média por CNPJ passou de R$ 14.881,60 em junho para R$ 14.798,1 em julho e que maior parte dos negócios com dívidas em atraso é representada pelo setor de Serviços (51,9%). Confira as informações completas no gráfico e na tabela a seguir: No ranking das regiões, a maior parte das MPEs inadimplentes estão localizadas no Sudeste (53%), depois Sul (16,4%), Nordeste (16,2%), Centro-oeste (9%) e Norte (5,3%). Na análise por unidades federativas (UFs), São Paulo lidera com mais empresas inadimplentes (1.809.241), em seguida vem Minas Gerais (545.589) e o Rio de Janeiro (482.852). Veja os dados completos no gráfico abaixo e clique aqui para acessar a série histórica do indicador:   “A diminuição de micro e pequenas empresas inadimplentes ainda é tímida, mas pode indicar uma recuperação aos poucos do segmento. Os donos de negócios precisam reforçar seus planejamentos e manter uma boa organização financeira, pois esses são alguns dos fatores imprescindíveis para enfrentar épocas de instabilidade econômica. Além disso, algumas das saídas possíveis são as linhas de crédito subsidiadas, como o Pronampe, que podem ser utilizadas pelas MPEs a fim de obter uma melhor posição de caixa e, com isto, evitar a inadimplência”, analisa o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi

Demanda das empresas por crédito desacelera em julho, diz Serasa Experian

(foto: pexels | cottonbro)   Indicador mostrou que todos os portes de negócios buscaram menos recursos na comparação anual; especialista analisa que a tendência pode indicar organização financeira   Dados do Indicador de Demanda das Empresas por Crédito da Serasa Experian mostram que, em julho deste ano, a busca das empresas por recursos financeiros desacelerou, quando comparada ao mesmo mês de 2021, marcando queda de 11,9%. A diminuição foi constatada em todos os portes das companhias. Confira os dados na íntegra:   “A desaceleração da procura por crédito pode ser um sinal de que os empreendedores estão conseguindo se organizar financeiramente e dependendo menos do recurso para manter o negócio funcionando. Mas é importante ter em mente que a taxa de juros é crescente e a inflação que impacta o bolso dos brasileiros também chega no caixa das companhias. Por isso, evitar endividamentos e inadimplência deve ser o foco no semestre”, avalia o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi. Ainda na análise anual, o setor que apresentou a diminuição mais expressiva na demanda por crédito foi o de Comércio (-15,2%) seguido pela Indústria (14,2%). Em relação as regiões, a maior queda ocorreu entre as empresas do Centro-oeste (-11,9%) e a menor, do Nordeste (-10%). Para conferir mais informações e a série histórica do indicador, clique aqui.   Metodologia O Indicador Serasa Experian da Demanda das Empresas por Crédito é construído a partir de uma amostra significativa de cerca de 1,2 milhão de CNPJ consultados mensalmente na base de dados da Serasa Experian. A quantidade de CNPJ consultados, especificamente nas transações que configuram alguma relação creditícia entre as empresas e as instituições do sistema financeiro ou empresas não financeiras, é transformada em número índice (média de 2008 = 100). O indicador é segmentado por região geográfica, setor e porte.

Serasa Experian lança plataforma para auxiliar PMEs na concessão de crédito

Serasa Experian Recomenda, que combina todo potencial do Serasa Score com informações adicionais de inteligência de mercado criadas internamente, apresenta melhores resultados do que os métodos tradicionais usados para a tomada de decisão de crédito A Serasa Experian lançou, na última quinta-feira (18), o Serasa Recomenda, com objetivo de simplificar e automatizar o processo de concessão de crédito das PMEs. De acordo com pesquisas da empresa, 9 em cada 10 empresas planejam melhorar e automatizar a tomada de decisão na hora da concessão do crédito. Com a alta da inadimplência das micro e pequenas empresas brasileiras e o aumento da demanda por crédito em um cenário de recessão econômica, a assertividade na avaliação de risco tornou-se fundamental. O Serasa Recomenda combina análise de dados de mercado, Serasa Score, informações de inteligência e aplica tecnologias avançadas de “analytics” para apresentar uma taxa de aprovação acima da média observada em métodos convencionais de análise de crédito. Com isso, promete possibilitar aumento das vendas, redução do risco da inadimplência e do custo na operação. Cada relatório é único e exclusivo para cada negociação e funciona como uma espécie de semáforo, alimentado por uma política de crédito. O verde seria a recomendação positiva para seguir a prazo, o amarelo, uma recomendação de uma análise manual, às vezes por falta de informação, e o vermelho, a recomendação de seguir à vista. “O crédito é uma ferramenta fundamental para a retomada econômica, além de empoderar os consumidores e as empresas. Por isso, para manter o mercado saudável, ou seja, as relações entre credor e devedor, é preciso utilizar a inteligência de dados do início ao fim: desde a concessão até a recuperação da inadimplência. É exatamente essa expertise que a Serasa Experian propõe”, explica o vice-presidente de Pequenas e Médias Empresas da Serasa Experian, Cleber Genero. Outro dado importante observado no Serasa Recomenda foi que as PMEs que receberam uma recomendação positiva para as vendas parceladas não sofreram com a inadimplência. Nas modalidades convencionais de análise de crédito (dentre o público analisado em estudo interno), apenas 53,7% das empresas seriam aprovadas. Com os dados mais completos do Serasa Experian Recomenda, a taxa de aprovação chegou a atingir 72,5%, o que representa um aumento de 35% em comparação aos métodos convencionais. “O aumento de crédito sem garantias e a inflação de dois dígitos registrada no país intensificam a tendência de alta nos números de inadimplência. Apenas um indicador, não é suficiente para entender o perfil pagador de uma empresa. É preciso considerar um conjunto de fatores como dívidas vencidas e renegociadas, status com bancos e empresas, se há cheques devolvidos, protestos nacionais e outras informações cadastrais. Por isso, lançamos uma plataforma que atende a uma situação de grande instabilidade macroeconômica dos PMEs, freando o que poderia se tornar um ciclo de inadimplentes entre credor e devedor”, afirma Genero.

Independência financeira é fator-chave para 40% das brasileiras empreendedoras

Ter independência financeira é o principal fator de encorajamento para 40% das mulheres brasileiras que querem empreender, aponta a pesquisa PME-Empreendedoras realizada pela Serasa Experian entre os meses de janeiro e fevereiro de 2022. Foram entrevistadas 446 empreendedoras brasileiras, entre sócias ou donas de MPMEs, MEIs, autônomas, trabalhadoras informais e profissionais liberais que trabalham por conta própria. Em segundo lugar, com 29%, o que leva as mulheres a empreender é a flexibilidade de tempo. Quando perguntadas se elas já conquistaram a tão sonhada independência financeira, 55% delas responderam que sim. O estudo revelou ainda que 57% das empreendedoras brasileiras têm a renda totalmente proveniente do próprio negócio.     Desafios  O levantamento também identificou os desafios encontrados pelas mulheres na sua trajetória empreendedora. Para a maior parte delas, 41%, o preconceito de fornecedores, parceiros e clientes, bem como a dupla jornada de trabalho ganharam destaque como os principais problemas enfrentados. Outra constatação relevante foi que 37% alegaram a sensação de ter menos oportunidades que os homens no mercado de trabalho. Empoderamento e sororidade  Apesar desse cenário desafiador, quando perguntadas sobre o que mais as motivam a continuarem empreendendo, 63% delas revelam que querem ter autonomia sobre a vida pessoal e profissional e 21% das entrevistadas afirmaram a importância de apoiar e incentivar outras mulheres a abrirem seus próprios negócios. Para Cleber Genero, vice-presidente de PME da Serasa Experian, o aumento da presença feminina em diversos setores vem colaborando para a construção de um cenário de equidade no mundo dos negócios. “As mulheres encontram no empreendedorismo uma forma de empoderamento, e estar à frente de cargos de liderança é um passo importante para a diminuição da desigualdade. No entanto, sabemos que se manter em um mercado competitivo e desafiador exige planejamento, tempo e recursos financeiros. Por isso, é fundamental que cada vez mais mulheres tenham a oportunidade de se preparar para ocuparem esses lugares”. Digitalização  A digitalização, impulsionada pela pandemia, abriu novos caminhos para o empreendedorismo feminino no país, ajudando 78% das entrevistadas na decisão de abrir o próprio negócio. Para 61%, a facilidade encontrada para divulgar sua empresa nos canais digitais também foi decisiva. O impacto positivo da digitalização também foi identificado nas novas formas de entrega dos produtos (51%), novos meios de pagamento (43%) e inclusões de e-commerce ou marketplace (31%). “O mundo digital otimizou a jornada do empreendedorismo e criou uma tendência de venda e consumo online que deve se fortalecer nos próximos anos. Diversas etapas foram potencializadas, desde o planejamento, desenvolvimento e crescimento de empresas. A influência digital é tão importante para o empreendedorismo que é capaz de atender ao principal desejo de 49% das entrevistadas: aumentar o alcance e a prospecção de públicos diversos”, explica Cleber. Capacitação Além do ambiente virtual, outro fator significativo para as empreendedoras é o planejamento, uma vez que a grande maioria (69%) das respondentes afirmam ter se preparado para abrir seu negócio. A capacitação também é uma importante aliada para alavancar e garantir o sucesso dos negócios. A pesquisa aponta que 39% das mulheres almejam realizar cursos focados no desenvolvimento profissional para potencializar as perspectivas de futuro das suas empresas. “Conhecimento sobre o negócio é essencial. Por isso, consumir conteúdos confiáveis e buscar cursos de qualificação é indispensável para manter o bom funcionamento de uma empresa. Existem hoje importantes plataformas gratuitas que dão suporte às empreendedoras em temas como: acesso à crédito, marketing e vendas, gestão financeira e prevenção à fraude. O projeto Aprenda desenvolvido pela Serasa Experian com o Sebrae, por exemplo, pode ajudar a impulsionar a retomada econômica, principalmente, de micro e pequenas empresas”, explica Genero.  

8 em 10 empresas de pequeno porte consultam Score para ajudar tomada de decisão, diz Serasa Experian

Uma pesquisa inédita feita pela Serasa Experian revelou a importância que os empreendedores veem em utilizar o score como uma ferramenta que torna a tomada de decisão mais assertiva e segura. Dentre os entrevistados, 77% das empresas de pequeno porte consultam ou consultaram o próprio score, bem como de seus clientes e parceiros. Além disso, 55% dos micro empreendimentos e 75% das empresas de médio porte também realizam ou realizaram essa análise.     Outro recorte da pesquisa mostra que 75% dos pequenos e médios negócios consultam o score de forma recorrente, enquanto 55% das microempresas entrevistadas também possuem esse hábito. De acordo com o vice-presidente de PME da Serasa Experian, Cleber Genero, “para tomar decisões empresariais é preciso confiança e as instituições tendem a dar mais credibilidade para empresas que elas conhecem melhor. Por isso, principalmente para negócios de pequeno e médio porte, o score é uma das ferramentas mais utilizadas no mercado para auxiliar na tomada de decisão. É essencial que os empresários criem o hábito de acompanhar a pontuação de sua empresa para entender sua reputação no mercado e assim administrar as finanças de forma assertiva, aumentando as chances de conseguir um crédito de qualidade e boas negociações com parceiros e fornecedores”. Considerando as empresas de todos os portes, a pesquisa registrou que, em fevereiro de 2021, apenas 55% dos donos de negócios consultavam o score antes de tomarem decisões que impactassem a saúde financeira de suas empresas. No entanto, na entrevista inédita realizada em março deste ano, o percentual foi de 67%. “Em uma perspectiva de visão de mercado entendemos que esse tipo de análise é fundamental para mais da metade dos empreendedores entrevistados em ambas as pesquisas, o que deixa claro a eficácia do método. Ou seja, aqueles que ainda não se beneficiaram dele podem simplesmente não conhecer a praticidade e os resultados advindos do score”, explica Genero.   Score está entre os cinco dados mais importantes para a tomada de decisão das PMEs Segundo os entrevistados, algumas informações são mais relevantes do que outras no momento de tomar uma decisão. Para 16% dos pequenos negócios o score está entre as cinco informações mais relevantes. 8,6% das microempresas compartilham dessa afirmação e 8,5% dos empreendimentos de médio porte também. Para Cleber Genero, o impacto do score sobre o sucesso financeiro dos empreendedores é um fato. “Os empresários que utilizam a análise de score de forma recorrente tendem a fazer negociações mais precisas e financeiramente seguras, já que, além da auto consulta, o Score avalia as chances de um cliente ou parceiro se tornarem inadimplentes em um horizonte de até seis meses. Com esse acompanhamento, é possível enxergar a credibilidade de outras empresas e proteger a saúde financeira do seu negócio”. Outras informações que fazem parte desse ranking dos dados mais relevantes considerados pelos respondentes são: o histórico de pagamento, dados cadastrais, de negativação, e informações do Cadastro Positivo, as quais aparecem no grupo como análises essenciais para o sucesso financeiro de uma negociação com parceiros e clientes.     Micro, pequenas e médias empresas usam o score para otimizar concessões de crédito Dentre os diversos benefícios que os entrevistados apontaram sobre o hábito de consultar regularmente o próprio score e de seus parceiros de negócios, a concessão de crédito mais precisa é o principal motivo. Ou seja, antes de tomar a decisão de conceder crédito, aplicar descontos ou mesmo realizar vendas a prazo, esses empreendedores buscam segurança e assertividade na análise da pontuação de score. Evitar riscos de inadimplência, por exemplo, também é uma das razões mais apontadas na pesquisa, bem como a aquisição de novos clientes e a gestão daqueles já existentes.     Metodologia Sobre as empresas de todos os portes foram coletadas 516 entrevistas março de 2022 que guiaram as análises. Os segmentos analisados contemplam as áreas de serviços, comércios varejistas, indústrias e comércios atacadistas de diferentes regiões do país. Em relação aos dados apenas de micro, pequenas e médias empresas, a amostra significa 67% do total de entrevistas realizadas. Além disso, o universo da pesquisa não está diretamente relacionado à Serasa Experian. A pesquisa foi feita com empresas que já “ouviram falar no Score”, contemplando empreendedores que consultam esse dado com a Serasa Experian, bem como com outros birôs de crédito.   

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